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NRH Recursos Humanos

October 30

Exclusivo para reentry: apenas 1650 dólares!


viagem.jpgAs agências de empregos para dekasseguis mudaram muito ao longo de 18 anos do movimento dekassegui. Se antes o descendente de japonês precisava delas para conseguir reunir a documentação para o visto (especialmente o kosseki tohon) e custear as passagens para o Japão, hoje tudo mudou. A economia brasileira estável, o grande número de famílias com dekasseguis e a internet aproximaram o Japão do Brasil. Adotou-se então o acréscimo de diferenciais que garantem o conforto e a segurança na viagem da família dekassegui.

Mas há quem não queira diferencial ou ajuda alguma, necessite apenas da indicação de um emprego e a venda da passagem aérea. Temos notado isto dentre nossos clientes e passamos a oferecer uma nova proposta para os que já têm visto japonês (ou reentry): a colocação ao preço da passagem aérea, por apenas 1650 dólares! Oportunidade imperdível e sem precedentes! Se você está nesta situação, procure-nos agora!

Converse em chat ao vivo no msn nrh_viagens@hotmail.com ou no nosso blog http://nrhviagens.wordpress.com

August 27

No festival do Matrinxã, um exemplar da espécie dá vitória à equipe de São José do Rio Claro

Segunda, 27 de agosto de 2007, 06h58
CAMPEONATO DE PESCA
No festival do Matrinxã, um exemplar da espécie dá vitória à equipe de São José do Rio Claro

CARLOS MARTINS
Redação/Secom-MT

José Humberto/Sedtur-MT
8º Festival de Pesca de São José do Rio Claro:  'A Grande Família' pescou um matrinxã, com 60 centímetros
São José do Rio Claro, MT -  No VIII Festival de Pesca “O Matrinxã do Brasil”, realizado neste domingo (26.08) em São José do Rio Claro (315 km a Médio-Norte de Cuiabá), em conjunto com o 4º Campeonato Estadual de Pesca, quem se deu bem foram as equipes locais.
No VIII Festival de Pesca “O Matrinxã do Brasil”, realizado neste domingo (26.08) em São José do Rio Claro (315 km a Médio-Norte de Cuiabá), em conjunto com o 4º Campeonato Estadual de Pesca, quem se deu bem foram as equipes locais.

Metade das dez primeiras colocadas incluiu em sua formação moradores da cidade. O primeiro lugar vem de uma família que mantém tradição de vencedores de competições de pesca. “A Grande Família”, formada por marido, esposa e um tio, pescou um único exemplar, mas que valeu 21 mil pontos. E o peixe fisgado das águas do Rio Arinos, por volta das 10h30, foi justamente aquele que empresta o nome ao festival: um matrinxã, com 60 centímetros.

Organizado pelo governo do Estado, por meio da Secretaria de Desenvolvimento do Turismo, o campeonato estadual, em parceria com os campeonatos locais programados pelas Prefeituras, vem fomentando o turismo interno, movimentando a economia em todas as regiões de Mato Grosso. São amantes da pesca esportiva – na qual o peixe fisgado é devolvido ao rio – que se deslocam todo fim de semana para uma das etapas do campeonato. Eles levam, ou atraem, uma multidão de pessoas. São familiares, amigos, jovens ou adultos que simplesmente querem se divertir ou passar momentos descontraídos. Foi o que se viu em São José do Rio Claro, na etapa que reuniu cerca de 10 mil pessoas, durante os quatro dias que durou o VIII Festival de Pesca “O Matrinxã do Brasil”.

Reunidos numa área de 25 hectares localizada a 16 quilômetros do centro da cidade, centenas de pessoas assistiram a largada às margens do rio Arinos das 47 embarcações que disputaram a etapa. Pela primeira vez, sinal de que o campeonato está se acirrando, as três equipes que ocupam as primeiras posições estavam entre os competidores que pontualmente, às 8h45 saíram em busca dos seus troféus.

Durante a competição que terminou às 16h, de barco a barco, pelas águas do Arinos, correu logo a notícia de que uma equipe havia fisgado um matrinxã de 60 centímetros. Como cada centímetro valia 350 pontos (espécie com maior pontuação) segundo o regulamento local, a equipe a “Grande Família” já largava com 21 mil pontos. E a brincadeira entre os competidores era a seguinte: não tem problema, é só pegar um matrinxã de 61 centímetros.

Ao final da competição, o casal Marcelo Martinez, a esposa Ângela (foi ela quem fisgou o matrinxã) e o tio Valter (já ganhou até carro em campeonato) ficaram aliviados. Ninguém conseguiu superar a marca. Quem ficou mais perto foi a equipe Surubi, de Diamantino, que tirou – e devolveu – às águas do Arinos um matrinxã de 56 centímetros.

Com a presença do prefeito Massao Paulo Watanabe, do coordenador de Desenvolvimento do Turismo José Humberto Falcão (representante do secretário de Desenvolvimento do Turismo Pedro Nadaf), secretários municipais, no final da tarde foram entregues os prêmios.

Para o primeiro colocado, além de um troféu da Sedtur, foram entregues um motor de popa de 15 HP e um barco de 6 metros; 2º colocado, um motor de popa de 15 HP; 3º, um barco de alumínio de 6 metros; 4º, um motor elétrico; 5º, um barraca para cinco pessoas e um kit de pesca; 6º uma barraca para quatro pessoas e um kit de pesca; 7º ao 10º, uma barraca para três pessoas e um kit de pesca.

A classificação foi a seguinte:

1º lugar - Equipe “A Grande Família”, de São José do Rio Claro – maior peixe (e único) um matrinxã com 60 centímetros – 21 mil pontos.
2º lugar – Equipe Curvina – São José do Rio Claro – maior peixe, um Piau com 33 cm – total 20.410 pontos.
3º lugar – Equipe Surubi – Diamantino – maior peixe, um matrinxã com 56 cm – total 19.600 pontos.
4º lugar – Equipe Pescadores Sim – Cuiabá – maior peixe, um matrinxã com 40 cm – total 18.710 pontos.
5º lugar – Equipe Velho Barreiro – São José do Rio Claro – maior peixe, um matrinxã com 42 cm – total 16.170 pontos.
6º lugar – Equipe Matrinxeiros do Arinos – São José do Rio Claro – maior peixe, um matrinxã com 26 cm – total 9.100 pontos.
7º lugar – Equipe Os Compadres – Nova Maringá, Sinop e São José do Rio Claro – maior peixe, um Jaú com 72 cm – total 5.760 pontos.
8º lugar – Equipe Nissei – Lucas do Rio Verde – maior peixe, Cachorra com 79 cm – total 4.470 pontos.
9º lugar – Equipe To de volta – São José do Rio Claro – maior peixe, um Trairão com 56 cm – total 4.020 pontos.
10º lugar – Carajás – Cáceres – maior peixe, Cachorra com 36 cm – total 3.930 pontos.

No total, as equipes participantes capturaram 39 peixes. O maior foi da espécie 'Cachorra', com 79 centímetros. Para o campeonato estadual o primeiro colocado ganha 100 pontos. As demais colocações, até o décimo lugar, vai diminuindo 10 pontos. Com isso, a equipe Carajás, um dos três primeiros, ao conquistar o 10º lugar na etapa ganhou mais dez pontos no campeonato e continua na liderança, subindo de 590 para 600 pontos (13 etapas disputadas). Como não pontuaram na etapa, permanecem em segundo lugar a equipe Zero 60 (Carlinda), com 390 pontos (12 etapas disputadas) e em terceiro a equipe RR Torno e Solda (Porto Esperidião), também com 390 pontos, mas que tem uma etapa a menos (agora 11 etapas disputadas).

August 11

Bati com meu carro em outro e não tinha seguro

"Bati com meu carro em outro e não tinha seguro"

Leitora pergunta por que a cobrança enviada pela seguradora difere do que foi cobrado inicialmente

ipcdigital.com

"Bati com meu carro em outro e eu não tinha seguro. O outro motorista também era brasileiro e junto fomos à delegacia. Ele me ligava todos os dias para que eu pagasse o prejuízo. Fui até uma funilaria e o orçamento ficou em ¥ 120 mil. Falei que pagaria com cartão de crédito. Mas, ele me solicitou o pagamento em dinheiro, no valor de ¥ 150 mil. Seis meses depois, me ligaram da seguradora dele pedindo que eu depositasse ¥ 200 mil. Como uma batida pode variar tanto de preço? O que posso fazer? Ele não me entregou nenhuma nota fiscal." (Mayumi, via email)

Por Etsuo Ishikawa*


Em acidentes de trânsito é necessário formalizar a ocorrência. A polícia, em qualquer circunstância, mesmo quando não vítimas, deve ser acionada. Dentre as atribuições policiais está o levantamento pericial técnico, onde será apurada a responsabilidade civil e penal por omissão, imperícia, imprudência ou negligência. Uma vez sacramentada a responsabilidade das partes e o percentual de culpa na ocorrência, fica esclarecida a responsabilidade de cada um.

No tocante à situação da leitora, pelo menos três orçamentos deveriam ter sido realizados por oficinas, que informariam os valores para o conserto. O orçamento menor quase sempre é o escolhido.

Cobrar um conserto do carro devido ao acidente é justo, desde que, os valores estejam devidamente justificados. Cabe, nesse caso, a exigência do orçamento, bem como as notas comprovando os gastos do conserto, sem os quais não legitima a cobrança dos valores.

*Dr. Etsuo Ishikawa, consultor, advogado licenciado para atuar no Japão, faz parte do Conselho de Cidadãos e da Ordem dos Advogados do Japão, e preside a Associação Brasileira de Hamamatsu (ABRAH)

Visto para pessoas que cometeram delitos no Japão

do IPC Digital, publicado em 03/08/2007

Visto para pessoas que cometeram delitos no Japão

Colunista do International Press responde dúvida de leitores sobre os procedimentos necessários

Tokyo - ipcdigital.com
Takefumi Miyoshi trabalhou em diversos setores do governo japonês, como Ministério da Justiça e o Departamento de Imigração. Autor de vários livros relacionados ao assunto, como o "Manual da Lei de Imigração Japonesa" e" Japão ao Seu Alcance"
Takefumi Miyoshi trabalhou em diversos setores do governo japonês, como Ministério da Justiça e o Departamento de Imigração. Autor de vários livros relacionados ao assunto, como o "Manual da Lei de Imigração Japonesa" e" Japão ao Seu Alcance" ( )
 
Takefumi Miyoshi trabalhou em diversos setores do governo japonês, como Ministério da Justiça e o Departamento de Imigração. Autor de vários livros relacionados ao assunto, como o "Manual da Lei de Imigração Japonesa" e" Japão ao Seu Alcance"


"Tenho 23 anos, sou sansei e estou há 10 anos no Japão. Entre 2003 e 2005 acabei me envolvendo com pequenos furtos, e atualmente estou cumprindo pena em um presídio de Hiroshima. Meu visto vence este ano. Gostaria de saber se poderei renová-lo mesmo estando preso e, se uma vez detido, ainda terei chances de permanecer no Japão. Meus pais, minha esposa e meu filho (nascido no Japão), estão aqui no Japão e possuem visto permanente. Sei que na minha situação vai ser difícil passar pela avaliação da Imigração, mas me comportando bem e mostrando que estou realmente arrependido, não terei chances?" (CKFS, por carta)


Por Takefumi Miyoshi


No seu caso, posso afirmar que praticamente o leitor será deportado. Desde março do ano passado a Imigração requisita a condição de "boa conduta" para a avaliação da concessão do visto de longa permanência.

Por trás dos motivos está o fato de que o governo queria acabar com o crescente número de crimes cometidos por parte de portadores de visto de longa permanência naturais do Brasil e outros países da América Latina. Por isso, para renovar o período de permanência agora é necessário apresentar o atestado de antecedentes criminais emitido pelo país de origem.

No caso do leitor o crime foi cometido no Japão por isso não será necessário apresentar o atestado antecedentes criminais, mas realmente esta situação é infeliz.

Como foi perguntado, é possível fazer a solicitação da renovação da elegibilidade mesmo estando preso, mas como disse antes, na atual situação, certamente o pedido não será aprovado. O leitor afirma que os pais, a esposa e o filho moram no Japão e todos possuem a elegibilidade de residente de caráter permanente, mas este fato infelizmente não será motivo para impedir a deportação.

Compreendo que o leitor tenha refletido muito. Contudo a Imigração tem sido rigorosa, com exceção de casos especiais e acredito que não há possibilidade do leitor permanecer aqui. A minha afirmação pode ter ser rigorosa, mas esta é a realidade.

É muito difícil obter visto antes do casamento?

Esta é uma pergunta frequentemente feita aos atendentes no 0800 e no msn de nossa empresa.
Achei uma resposta no IPC Digital, publicada em 03/08/2007

"É muito difícil obter visto antes do casamento?"

Colunista do International Press responde dúvida de leitores sobre os procedimentos necessários

Tokyo - ipcdigital.com
Colunista do International Press responde dúvida de leitores sobre os procedimentos necessários
Colunista do International Press responde dúvida de leitores sobre os procedimentos necessários ( )
 
Colunista do International Press responde dúvida de leitores sobre os procedimentos necessários



"Namoro há mais de um ano um brasileiro de ascendência européia, o pai dele é português. Gostaria de saber quais dificuldades encontraremos para que ele possa retirar o visto de turista e possamos nos casar aqui no Japão?" (FMM, via email)


Por Takefumi Miyoshi


O visto de curta permanência poderá ser facilmente obtido nos consulados ou na Embaixada do Japão no Brasil. Chegando no Japão com o visto e, se a Imigração permitir o desembarque, este passa a ter a elegibilidade de curta permanência.

Esta elegibilidade de curta permanência é aprovado para aqueles que entram no Japão com o objetivo de turismo, visita a parentes, amigos e conhecidos, viagem de negócios, visita de inspeção, recreação, intercâmbio esportivo por breve período de permanência no Japão, sem objetivos de lucro e de trabalhar. Por esse motivo, não será possível exercer atividades além das determinadas por esta elegibilidade, como, por exemplo, trabalhar no país. Além disso, o período máximo permitido para esta elegibilidade é de 90 dias, por isso a pessoa só pode realmente ficar por um curto tempo.

Quanto ao casamento, no Japão qualquer que seja a nacionalidade é possível casar. Depois, deve-se entregar os documentos que comprovem a união na prefeitura mais próxima de onde se mora.

Contudo, deixo bem claro que o documento que comprova o casamento e a elegibilidade são itens totalmente diferentes. Não é porque a pessoa casou com um descendente que a elegibilidade de curta permanência vai ser automaticamente mudada por outra.

Caso queira mudar a elegibilidade de curta permanência para outra de longa permanência, ou se ainda a pessoa pretende trabalhar no Japão, é necessário tomar os devidos procedimentos.

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