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    June 01

    Visto para sansei e cônjuge brasileiro (consulado de SP)

    Documentos necessários para tirar visto de nissei

    - RG do requerente (xerox autenticada)

    - Certidão de nascimento do requerente (xerox autenticada)

    - Certidão de casamento dos pais (xerox autenticada)

    - RG ou óbito dos avós (xerox autenticada)

    - Certidão de casamento dos avós se não constar no kosseki-tohon

    - RG dos pais (xerox autenticada)

    - 2 fotos ¾ fundo branco sem data

    - Papel de visto

    - Passaporte

    - E se for mestiço, necessário fotos da infância até hoje


    Documentos necessários para cônjuge de nissei

    - RG do requerente (xerox autenticada)

    - Certidão de nascimento do requerente se tiver (xerox autenticada)

    - Certidão de casamento (xerox autenticada) atual com dois meses de validade
    para o dia da entrada do visto

    - 2 fotos ¾ fundo branco sem data

    - Papel de visto

    - Carta de garantia

    - Passaporte

    - Comprovante de residência, o maximo que tiver desde que vivem juntos e até
    hoje.

    - Fotos de convivência, namoro, casamento e atual


    Documentos necessários para filho de nissei

    - RG do requerente se tiver (xerox autenticada)

    - Certidão de nascimento (xerox autenticada)

    - Passaporte

    - Papel de visto

    - Carta de garantia

    - 2 fotos ¾ fundo branco sem data

    - Fotos de convivência da infância até hoje

    Obs: kosseki-tohon original todas as vias, uma cópia de cada

    Certificado de Elegibilidade

    Certificado de Elegibilidade é um documento expedido pelo Departamento de Imigração do Ministério da Justiça do Japão, autorizando a concessão de permanência no país às pessoas interessadas.
    Para solicitar   o Certificado, o requerente precisa providenciar os documentos abaixo e enviá-los ao  Japão, para que algum parente ou Empresa dê entrada no processo.

    Documentos Necessários


    Solteiro:
    - 1 xerox autenticada da Certidão de Nascimento do requerente.
    - 1 xerox autenticada da Certidão de Nascimento dos pais.
    - 1 xerox autenticada da Certidão de Casamento dos pais.
    - 2 fotos 3x4 (recentes).
    - 1 xerox autenticada das páginas 1, 2, 3 e páginas carimbadas do Passaporte.
    - 1 xerox do Koseki Tohon.
    - endereço de um parente que irá dar entrada no Japão.
    - 1 comprovante de residência no Brasil (água, luz ou telefone).
    - tradução de todas as certidões.

     

    Casado:
    - 2 xerox autenticadas da Certidão de Nascimento do requerente.
    - 2 xerox autenticadas da Certidão de Nascimento do cônjuge.
    - 2 xerox autenticadas da Certidão de Casamento.
    - 2 xerox autenticadas da Certidão de Nascimento dos pais (lado descendente).
    - 2 xerox autenticadas da Certidão de Casamento dos pais (os dois lados).
    - 2 fotos 3x4 (recentes).
    - 1 xerox autenticada das páginas 1, 2, 3 e páginas carimbadas do Passaporte.
    - endereço de parente que irá dar entrada no Japão.
    - 1 comprovante de residência no Brasil (água, luz ou telefone).
    - 1 xerox do Koseki Tohon.
    - tradução de todas as certidões.

    May 25

    Saiba quais são os documentos necessários para ir ao Japão

    Saiba quais são os documentos necessários para ir ao Japão

    Para trabalhar no Japão o candidato também deve possuir o Visto Específico de Longa Permanência (Specified Visa), concedido aos descendentes de japoneses e seus cônjuges, ou o Visto de Trabalho (Working Visa). A obtenção é feita por meio do Consulado ou Embaixada do Japão no Brasil, para todos aqueles que já tiverem passaporte expedido pelo Governo brasileiro. O Visto de trabalho dá ao cidadão, mesmo sem descendência japonesa, o direito de ir para o arquipélago com profissão definida. O tempo de permanência varia de um a três anos conforme a área de atuação. Já o Visto Específico foi criado com a função de permitir que os descendentes que moram fora do Japão tivessem mais tempo de estadia no país para visitar os parentes. “Como não há nenhuma restrição quanto ao tipo de atividade desempenhada durante o tempo de permanência, muitos utilizam o visto para trabalhar. Há uma confusão e muitos acreditam que se trata de um visto para dekasseguis”, explica o Cônsul Mitsuyoshi Imokawa, do Consulado Geral do Japão em São Paulo.

    Os documentos necessários para requerer o visto variam para cada caso, mas geralmente é preciso ter:

    Documentos para tirar visto:
    [-] passaporte válido;
    [-] Formulário do Consulado em português preenchido por completo e assinado conforme o passaporte;
    [-] 1 foto recente de 6 meses (3X4);
    [-] Cópia autenticada da identidade do requerente;
    [-] Cópia autenticada da Certidão de Nascimento do requerente;
    [-] Cópia autenticada da identidade, certidão de casamento e Kosseki Tohon dos pais (no caso de nisseis). Cópia autenticada da Certidão de Nascimento e Casamento dos pais e identidade dos avós (no caso de sanseis);
    [-] Documentos que comprovem condições de permanência e sustento no Japão e uma Carta de Garantia atestando a residência de parentes no país, contrato de trabalho, etc.
    [-] Atestado de antecendentes criminais (*tire suas dúvidas abaixo)

    O Cônsul aconselha que a própria pessoa cuide de sua documentação, não delegando a função a terceiros.

    Uma lista mais detalhada dos documentos pode ser encontrada no site da NRH www.nrhviagens.com.br 

    Independente do tipo de visto, a validade é de três meses, o que significa que a pessoa deve desembarcar no Japão dentro deste período. Ao chegar lá, o Departamento de Imigração vai checar o propósito da viagem, averiguar documentação e só então dará a Permissão de Entrada e seu respectivo tempo de vigência, que pode ser 1 ou 3 anos. Para prorrogar a permanência ao término da validade, é necessário fazer uma solicitação no Ministério da Justiça nos Escritórios Locais de Imigração de cada região.

    (fonte revista Made in Japan)

    Antecedentes criminais

    Atestado de Antecedentes Criminais
    Para tirar o atestado de antecedentes criminais é preciso comparecer a um dos Postos do Poupa Tempo que possuem este serviço.
    O que é preciso levar?
    * Carteira de Identidade (original e cópia).
    * Certidão de casamento (original e uma cópia simples): Somente para casados sem alteração de sobrenome com RG de solteiros.
    * Requerimento para atestado de antecedentes criminais (1ª via): Vendido em papelarias e deve ser preenchido à máquina da seguinte forma:
    a) pessoas nascidas em outro Estado: devem preencher o campo do requerimento destinado ao número do R.G. com a palavra NOMINAL;
    b)estrangeiros: devem preencher o campo do requerimento destinado ao número do RG com a palavra NOMINAL e apresentar 1 (uma) cópia legível do Registro Nacional de Estrangeiro.
    * Procuração original: Obrigatória no caso de solicitação por procurador. (contendo: local e data; nome, número do RG, endereço, profissão e estado civil - tanto de quem solicita o Atestado de Antecedentes como do procurador - designação e extensão dos poderes conferidos). Anexar cópia simples ou autenticada do RG de ambos.
    Prazo de emissão
    * 24 horas
    Observação: Não é cobrada qualquer taxa.
    Veja aqui os endereços e horários de funcionamento dos Postos Poupatempo.

    Antecedentes criminais da Polícia Federal
    Para tirar o atestado de antecedentes criminais é preciso comparecer a uma delegacia da Polícia Federal.
    O que é preciso levar?
    * Carteira de Identidade (original e cópia).
    * Comprovante de residência (original)
    * Certidão de casamento (original e uma cópia simples): Somente para casados sem alteração de sobrenome com RG de solteiros.
    Apresentar informações sobre estado civil, grau de instrução e profissão.
    * Procuração original: Obrigatória no caso de solicitação por procurador. (contendo: local e data; nome, número do RG, endereço, profissão e estado civil - tanto de quem solicita o Atestado de Antecedentes como do procurador - designação e extensão dos poderes conferidos). Anexar cópia simples ou autenticada do RG de ambos.
    Prazo de emissão
    * 15 dias

    Em São Paulo, capital, dirija-se à delegacia da Lapa, SP. Rua Hugo D'antola 95
    fone 3616-5000
    Unidades em todo Brasil podem ser encontradas em http://www.dpf.gov.br/


    Dekasseguis terão que apresentar atestado de antecedentes criminais para obter visto para trabalhar no Japão

    Os dekasseguis que desejam solicitar, ou renovar o visto de longa permanência no Japão deverão apresentar certidões de Antecedentes Criminais emitidos pela Polícia Federal e pela Polícia Civil. Esta nova exigência do Ministério da Justiça do Japão entrou em vigor em 29 de abril de 2006 sendo válida para todos os trabalhadores maiores de 18 anos. De acordo com a nova lei, a partir de agora somente poderão obter visto os dekasseguis que apresentarem os originais e as traduções das certidões, comprovando assim que não têm histórico de inquérito policial ou processo judicial.

    Esta lei é uma resposta do governo japonês à sociedade e à imprensa que pediu providências a violência praticada por estrangeiros em função do assassinato de uma estudante japonesa por um nikkei peruano em Hiroshima, em novembro de 2005. O peruano teria comprado um passaporte falso para entrar no Japão e descobriu-se que ele já teria molestado uma garota no Peru. Com a exigência do atestado criminal, o governo japonês pretende barrar a entrada de pessoas que possam ter cometido algum crime no seu país de origem.

    Validade

    Como o governo japonês exige que os documentos tenham carimbo e assinatura do órgão emissor, os atestados não poderão ser emitidos via internet e deverão ser obrigatoriamente retirados nas unidades das Polícias Federal e Civil da cidade de residência no Brasil. A ABD informa aos dekasseguis que a emissão do atestado tem a cobrança de uma taxa, que varia conforme a região, e o prazo de validade do documento é de 90 dias. Por isso é importante que se solicite sua emissão apenas quando os outros documentos jé estiverem prontos, para que não ocorra o problema de vencimento do atestado antes do embarque.

    Os dekasseguis que estão no Japão e precisam renovar o visto pela primeira vez após a vigência dessa lei, também deverão apresentar os atestados. Como a lei é nova, no mês de maio o Departamento de Imigração japonês estava aceitando pedidos de renovação de visto para quem não dispunha dos documentos desde que os apresentassem em um prazo de até 30 dias. Em função da distância, os dekasseguis podem autorizar através de procuração, outra pessoa no Brasil a solicitar os atestados de antecedentes criminais. Porém, é importante que se informem antes nos Consulados Brasileiros sobre o procedimento. As esposas de nikkeis que adotaram o sobrenome do marido e ainda não atualizaram o nome em seus documentos pessoais, podem encontrar problemas para obter o atestado de antecedente criminal na Polícia Civil. Isto porque as procurações feitas nos Consulados trazem o nome que consta no passaporte, mas a Polícia Civil aqui no Brasil não estão aceitando esse documento, caso o nome da pessoa não for igual ao que consta no RG.

    A ABD ressalta que os dekasseguis estejam atentos, pois o Consulado do Japão poderá negar a concessão do visto caso a pessoa tenha algum processo criminal, não esteja em dia com o pagamento da pensão alimentícia dos filhos no Brasil ou tenha cometido algum crime.

    Dúvidas Freqüentes:

    - O que é o atestado?

    A certidão negativa de antecedentes criminais é um documento emitido pelos órgãos de segurança do Brasil garantindo que o cidadão não tem histórico com inquérito policial ou processo judicial.

    - Quem precisa apresentar atestado?

    Precisa apresentar quem é classificado como “teijusha" , ou seja, sansei, yonsei, cônjuge de nissei ou de sansei. No status do selo, consta: “Long Term Residente. Os nisseis cujos pais se naturalizaram brasileiros também precisam apresentar o documento.

    - Quem não precisa tirar o atestado?

    Quem possui visto “nihonjin no haigusha" ou seja, é nissei ou cônjuge de japonês. No status do selo, consta: “Spouse or Child of Japanese National" .

    - O atestado pode ser obtido pela Internet?

    Não. A nova lei exige que o atestado tenha assinatura e carimbo do órgão emissor (Polícias Civil e Federal).

    - É necessário atestado emitido pela Polícia Federal e Polícia Civil?

    De acordo com o comunicado publicado no site do Consulado Geral do Japão, são exigidos o original da Certidão de Antecedentes Criminais emitido pela Polícia Federal (validade de 90 dias) para maiores de 18 anos, e o original do Atestado de Antecedentes Criminais emitido pela Polícia Civil do estado onde reside (validade de 90 dias) para maiores de 18 anos.

    - O documento precisa ser traduzido?

    Sim. O preço médio de uma tradução de documento é de 2 mil ienes.

    - As dívidas no Brasil vão impedir de renovar visto?

    Se a pessoa tiver um processo na vara cível, não. Mas se houver um processo criminal, o visto pode ser negado.

    - Não pago pensão alimentícia no Brasil.

    Quem não paga pensão alimentícia aos filhos no Brasil, pode ter um mandado de prisão. Por isso, não será possível tirar o documento.

    - Cumpri a minha pena. Posso renovar o visto?

    Segundo documento obtido pelo Tudo Bem, mesmo quem já cumpriu a pena apenas poderá solicitar visto após dez anos. Mesmo assim, dependendo do crime, pode ser negado.

    - Infrações nas leis de trânsito podem dar problema com o visto?

    Não. Quem cometeu infrações leves não terá problemas com o visto, mesmo se tiver um processo na vara cível por ter provocado um acidente.

    - Crimes que foram substituídos por multas entram na nova lei?

    Sim. Quem cometeu crimes que foram transformados em multas ou serviços comunitários só poderão requerer entrada ou permanência no Japão após cinco anos.

    - Na próxima renovação será necessário mostrar o atestado de antecedentes?

    Não. Segundo o escritório da Imigração, será necessário apresentar somente uma vez os atestados.

    Fonte: ABD e Redação Tudo Bem (07.05.2006).

    May 23

    Impostos no Japão

    Neste mês de abril um brasileiro que está sondando a realidade do Japão para ser dekassegui me perguntou sobre o imposto de renda. Achei muito pertinente e, mais do que isto, me chamou muito a atenção o fato de os dekasseguis atuais serem pessoas tão empenhadas em entender a realidade na qual se inserirão!
    Estou criando aqui um resumo do que pesquisei sobre impostos. Vale lembrar, como li em algum lugar, que pagar impostos é a forma de usufruirmos de boa qualidade de serviços públicos.   
    Imposto de renda
    Nem sempre percebemos os diversos benefícios que recebemos do pagamento de impostos. Mas eles existem. Para viver bem com eles, é bom ter conhecimento de suas obrigações e seus direitos.
    Como em todos os paises, as pessoas que obtém algum tipo de rendimento no Japão devem pagar do imposto de renda, chamado Shotoku-zei (imposto de renda), que é um imposto nacional (koku-zei). O imposto de renda é fixado anualmente sobre a renda obtida em um ano, corespondente ao período de 1 de janeiro a 31 de dezembro.
    Existem basicamente duas formas de cálculo do imposto de renda :
       1. Imposto de renda na forma de auto-tributação.
       2. Imposto de renda na forma de retido na fonte.
    1. Sistema de Auto-Tributação: No Japão, o sistema de renda é baseado no sistema de auto-tributação. Esse sistema é aquele cujo valor do imposto é determinado principalmente através da declaração do próprio contribuinte e cuja validade é reconhecida. De acordo com esse sistema, o próprio declarante, que melhor conhece as condições de seu rendimento, calcula o valor da renda e o valor do imposto de renda e apresenta a devida declaração por sua própria conta.
    2. Sistema do Imposto Retido na Fonte: não depende do contribuinte, e sim do empregador, que irá deduzir o imposto de renda do salário mensal e repassar diretamente à nação,podendo ser mensal, semestral ou anual.
    Cada estrangeiro residente no Japão deverá saber que categoria de residência se enquadra, pois a renda tributável varia conforme a categoria de residência do contribuinte.
    No questito imposto:
       1. Residentes: pessoa que tiver residência por um período contínuo de um ano ou mais ou que entre no Japão com visto inferior de um ano, mas que tenha contrato de trabalho é considerado residente. Os residentes por sua vez , são sub-divididos em não-permanente e os permanentes.
       2. Residentes não-permanentes: Dentre os residentes, aqueles que não têm a intenção de viver permanentemente no Japão, mas que teve domicílio ou residência por um período de cinco anos ou menos, é considerado um residente não-permanente. Qualquer residente não-permanente está obrigado a pagar o imposto de renda relativo a qualquer renda proveniente de fontes domésticas ou qualquer outra renda recebida neste país ou considerada como remessa ao exterior.
       3. Residentes permanentes: todas as pessoas que não se enquadram na categoria de não-permanentes. Qualquer residente permanente está obrigado a pagar o imposto de renda sobre todo o rendimento prescrito pela lei do imposto de renda.
       4. Não-residentes: Qualquer pessoa que não entre na classificação dos residentes, ou seja, não possuem contrato de trabalho para um ano e nem têm contrato especial. Raramente uma dekassegui não seria classificado como residente, pois a maioria pode sair do Brasil com o visto de permanência para um ano. Neste caso talvez se enquadrem apenas os estudantes que estão por curto período para arubaito (trabalho temporário).

    Importante ressaltar que qualquer pessoa que deixe o Japão temporariamente e tendo a intenção de retorno, continuará ainda sendo como tendo residido no Japão durante o período de sua ausência.

    Quando se deixa o Japão temporariamente:
       1. Seu cônjuge ou outros membros da família continuem em domicílio no Japão.
       2. Se a pessoa deixar sua residência ou reservas em hotéis etc.. para seu retorno.
       3. Seus pertences pessoais de uso diário estejam guardados para uso após retorno ao Japão.
      
    5-Fonte de Renda Sujeita à taxação :
    Fonte de Renda Sujeita à taxação
    Classificação
    Rendas vindas de Fontes no Japão
    Rendas vindas de Fontes no Exterior
    Pago no Japão
    Pago no Exterior
    Pago no Japão
    Pago no Exterior
    Residente
    Residente não-permanente(Um contribuinte residente que não tem a intenção de residir permanentemente no Japão e que teve residência ou domicílio no Japão por um período contínuo de cinco anos ou menos)
    Toda a renda paga no Japão está sujeita a imposto
    Toda a renda paga no Japão está sujeita a imposto
    Toda a renda paga no Japão está sujeita a imposto
    Somente a porção enviada ao Japão está sujeia a imposto.(Isto significa que o restante retido no Exterior está isento de imposto)
    Residente permanente
    Toda a renda paga no Japão está sujeita a imposto
    Toda a renda paga no Japão está sujeita a imposto
    Toda a renda paga no Japão está sujeita a imposto
    Toda a renda paga no Japão está sujeita a imposto
    Não-residente
    A renda está, a princípio, sujeita a imposto
    A renda está isenta de imposto
    Fonte: Departamento de Receita Nacional do Japão.

    Imposto residencial
    Todo trabalhador que declara sua renda e possui registro de residência em uma determinada prefeitura deve pagar o imposto residencial, que incide sobre todos os que estejam em território nacional japonês e alcança indivíduos e empresas.
    São dois dos tipos de imposto de residência: imposto provincial, que é pago ao estado, e imposto municipal, que se destina à prefeitura local.
    O municipal é é calculado com base no rendimento declarado no imposto de renda. Este imposto é dividido em uma parte fixa (Kinto-Wari) e outra que é calculada com relação a renda (Shotoku-Wari).
       1. Parte Fixa: O valor é de 3.000 para o municipío e 1.000 para o estado. Este valor pode ser variável, pois depende do número de habitantes e outros fatores relacionados.
       2. Parte móvel: Calculado em base da renda declarada. Se a renda declarada não ultrapassar 2 milhões a taxa para cálculo será de 5%, dividido em 3% ao municipío e 2% à província. Se a renda estiver na faixa de 2 milhões a 7 milhões a taxa será de 10%, divididos em 8% ao município e 2% para a província, neste caso deverá obter uma dedução de 100.000. Se a renda ultrapassar 7 milhões a taxa para cálculo será de 15%, divididos em 12% ao município e 3% ao estado, neste caso obterá uma dedução de 380.000.

    Dicas:
       1. A renda para cálculo não é a renda bruta, deve-se colocar as deduções disponíveis tais como dependentes etc...
       2. Este imposto é calculado a base individual, ou seja se todos os membros da família possuem renda que se enquadram nas taxações para cálculo, devem pagar o imposto residencial.
       3. As explicações acima podem sofrer algumas variações, pois cada município tem um critério particular de cálculo.
       4. A renda para cálculo é baseado em 1° de janeiro a 31 de dezembro do ano anterior.

    Todas as pessoas que se enquadrem nos ítens abaixo devem efetuar o pagamento do imposto residencial:
       1. Pessoas que estejam residindo no Japão no dia 1° de janeiro e que tenham residência contínua durante um ano.
       2. Pessoas cuja ocupação requeira a estadia no Japão por mais de um ano.

    Dicas:
       1. O imposto deve ser pago onde você estiver registrado no endereço do dia 1° de janeiro do novo ano.
       2. O atraso ou não pagamento incorre em juros, bem como outros problemas adjacentes.
    Geralmente o imposto residencial é pago em cotas divididas em 4 parcelas que começam a partir do mês de junho, agosto, outubro e janeiro. No entanto, para as pessoas empregadas em empresas o próprio empregador descontará o imposto de residência do salário mensalmente e repassará o mesmo ao estado e município.

    Dicas:
       1. Ao mudar de endereço ou deixar o país, é necessário a legalização e pagamento dos devidos impostos, se houver situações em que não puder resolver, poderá deixar um responsável como sendo seu Administrador de Pagamento de Imposto (Nouzei Kanrinin), para a legalizar e efetuar os pagamentos.
       2. Para solicitar o comprovante dos impostos pagos (Nozei Shomeisho), deverá requerer a prefeitura onde seu endereço estava registrado no dia 1° de janeiro.
          Local de Pagamento: Instituições financeiras como bancos, agências de correios e prefeituras, levando consigo o aviso de pagamento.

    BITRIBUTRAÇÃO
    Em 24 de janeiro de 1967 Brasil e Japão assinaram uma convenção para se evitar a bi-tributação dos impostos sobre rendimentos, (artigo 14, paragrafo 1). Nela definiu-se que os salários e outras remunerações que residentes no Japão recebam como empregado de firma japonesa ou empresário poderão ser isentos de imposto no Brasil, somente se estiverem nos seguintes casos abaixo :
    • Se sua permanência fora do Brasil ultrapassar mais de 12 meses contínuos;
    • Se o contribuinte tiver solicitado a Receita Federal, antes de sua saída do Brasil, a Certidão de Quitação de Tributos Federais de Saída Definitiva. Desse modo a sua condição como residente no exterior fica estabelecida para ambos os países, desde a sua saída do Brasil.
    Antes de mais nada,  legalize sua situação fiscal com o governo japonês, deixando impostos quitados. Após isso, poderá providenciar os devidos documentos que comprovem seus rendimentos ganhos no Japão bem como os impostos pagos.
    Para legalizar:
    • Declaração de Tributos e Rendimentos: pode ser obtida na Secretaria de Receita. Não esqueça de pedir ao encarregado da secretaria que coloque nesses documentos a sequinte observação : PARA EFEITOS DE EVITAR A BI-TRIBUTAÇÃO. Após obter esses documentos, precisa-se ainda fazer o reconhecimento na Divisão Consular do Ministério dos Negócios Estrangeiros, e posteriormente, pelo Consulado-Geral do Brasil em Tokyo ou Nagoya.
    • Comprovante de Rendimentos (Gensen Choshu Hyo): geralmente entregue aos funcionários pelo empregador entre dezembro a janeiro. Após a obtenção desse(s) documento(s) , precisa-se ainda fazer o reconhecimento junto ao Cartório (reconhecido pelo consulado ) e, posteriormente, receber o reconhecimento do Consulado-Geral do Brasil em Tokyo ou Nagoya.

       1. Japão
    •  Comprovante de rendimentos
    •  Registro de estrangeiro
    •  Passaporte
    •  Carimbo
       2. Brasil
    •  Declaração de tributos e rendimentos ou Comprovante de rendimentos
    •  Esses documentos devem ser traduzidos por Tradutor Juramentado
    •  Dependendo do caso, pode-se pedir documentos suplementares
    •  Documentos pertinentes ao Brasil ( RG,CPF, etc...)
    •  Comprovante de ingresso de divisas no Brasil

    DECLARAÇÃO
    Se o contribuinte apresentar sua declaração depois da data legal determinada ou não efetuar o pagamento de impostos até a data de vencimento ou ainda ter como intenção dissimular ou suprimir os verdadeiros fatos da declaração estará sujeito as penalidades abaixo:
    • Imposto por delito: taxação é aplicada caso o imposto principal não seja pago até sua data de vencimento, com base no índice de 14,6% ao ano, para o número de dias contados a partir do dia seguinte ao da data de vencimento, e será taxado até que o montante total do imposto seja quitado. O cálculo será feito a base de 7,3% ao ano para os primeiros dois meses.( É bom lembrar que pode haver variações, entretanto o índice máximo é de 7,3%, de acordo com a variação oficial da taxa cambial ).
    • Imposto de Juros: aplicado caso o imposto de renda ou o imposto de causa mortis for pago atrasado ou a declaração não seja entregue até a data determinada. O índice é de 7,3% no caso de imposto de renda ( é bom lembrar que pode haver variações, entretanto o indice máximo e de 7,3%, de acordo com a variação oficial da taxa cambial ).
    • Imposto adicional: aplicado nos casos de declaração insuficiente, falsa ou não entregue.
    • Declaração insuficiente : Após a entrega da declaração dentro do prazo determinado, foi requerido uma emenda da declaração ou haja necessidade de outras correções relacionadas com o pagamento insuficientes do imposto. Neste caso o valor do imposto adicional é calculado no índice de 10% do valor a ser pago do imposto de renda acrescido. Entretanto, se após a correção da declaração houver uma diferença de 500.000 no imposto que deveria ser pago, o valor adicional será calculado ao índice de 15% do imposto de renda acrescido. Entretanto não poderão ser impostas essas adições no caso de o contribuinte voluntariamente pedir uma emenda da declaração antes do exame feito pelo diretor distrital da repartição de impostos.
    • Declaração não entregue : A princípio será taxado quando a declaração é apresentada depois da data de vencimento e a base de cálculo é o indice de 15% do valor pago do imposto. Entretanto se o contribuinte voluntariamente entregar mesmo que depois da data de vencimento, mas antes da inspeção feita pelo diretor distrital da repartição de impostos, obterá uma redução de 5%.
    • Declaração falsa : Se o contribuinte apresentar uma declaração insuficiente com a intenção de dissimular ou suprimir os verdadeiros fatos será taxado a pagar o imposto adicional pesado o qual é calculado ao índice de 35% do valor do imposto acrescido. Também, em caso de o contribuinte apresentar a declaração depois da data de vencimento, ou não apresentar a mesma, em ambos os casos com a intenção de dissimular ou suprimir os verdadeiros fatos, ao invés de ser taxado com o imposto adicional de declaração não entregue será taxado com o imposto adicional pesado ao indice de 40% do valor do imposto pago ou a ser pago.

    Imposto de consumo
    Uma das maiores diferenças do Brasil e Japão, é tributado de forma ampla e com igualdades de condições para todos, incidindo sobre todas as transações de compra e venda, de prestação de serviços e  estruturado de forma a evitar a bi ou tri-tributação na produção e circulação. Além do imposto de consumo, incide também o imposto regional de consumo. A alíquota do imposto de consumo é de 4% a qual somada à alíquota do imposto regional de consumo, perfaz 5%.
    • Transações sujeitas à tributação: atividades profissionais desenvolvidas em território nacional como vendas de bens, empréstimos, prestação de serviços, transporte de marcadorias, propaganda, isto é, praticamente todas as transações que envolvem valores são tributáveis. Também quanto a importação de mercadorias, será taxado no momento da efetivação da importação.
    • Transações não tributáveis e isentas: despesas médicas de seguro social, atividades de bem-estar social, despesas de parto despesas de funeral e de cremação, transações fora do Japão etc.
       1. Quem deve declarar:
    • Se, no período base de 2 anos atrás, teve a venda tributável de 30 milhões de ienes.
    • Se, o investimento ou capital inicial para abertura de firma, ultrapasse o valor de 10 milhões de ienes.
    • Se, voluntariamente solicitar para ser um contribuinte do imposto de consumo.

    Algumas formas de declarar:
    Forma básica
    - Deve-se somar o valor total das vendas efetuadas ( retirar 4% ) menos o valor total de compras ( retirar 4% ), o resultado é o valor do imposto de consumo, o qual seria a base de 4%. No entanto para cálculo do imposto regional de consumo deve-se tirar do imposto de consumo o valor de 25%.

    Nota: O valor das vendas efetuadas bem como das aquisições realizadas no período de tributação devem excluir os valores relativos ao Imposto de Consumo e ao Imposto Regional de Consumo. Quando o cálculo do Imposto resultar negativo, é possível requerer a restituição do Imposto de Consumo no valor da diferença negativa.
    Valor a ser recolhido
    =
    Valor do imposto de consumo sobre as vendas efetuadas(valor das vendas efetuadas no período de tributação x 4%)
    -
    Valor do imposto de consumo incluído na aquisição(valor das aquisições efetuadas no príodo de tributação x 4%)


    Forma sumária - É uma forma de declaração simplificada dos valores a serem recolhidos do imposto de consumo. De forma mais específica podemos afirmar que esta forma aplica-se aqueles que, no período de cálculo do imposto de consumo, tenham vendas inferiores a 200 milhões de ienes. Deve-se, somar o valor total das vendas efetuadas ( retirar 4% ) menos o valor total das vendas efetuadas ( retirar 4% ) menos 50 a 90 % dependendo da categoria do negócio, o resultado é o valor do imposto de consumo, o qual seria a base de 4%. No entanto para cálculo do imposto regional de consumo deve-se tirar do imposto de consumo o valor de 25%.

    Valor a ser recolhido
    =
    Valor do imposto de consumo sobre as vendas efetuadas(valor das vendas efetuadas no período de tributação x 4%)
    -
    Valor do imposto de consumo incluído na aquisição(valor das aquisições efetuadas no príodo de tributação x 4%)

    Tipo de atividade Alíquota redutora Exemplo real
    Nível 1(venda a atacado) 90% Atacadistas
    Nível 2(venda a varejo) 80% Casa de secos e molhados, supermercados,etc.
    Nível 3(atividade de transformação,etc.) 70% Indústria de florestamento e agricultura, pesca, const.civil, atividades de transformação
    Nível 4(outros) 60% Restaurantes e similares, mineração, atividades de seguros, etc.
    Nível 5(prestação de serviços,etc.) 50% Transportes, comunicações, imobiliárias, etc.


    Notas:

       1. O imposto regional de consumo a ser recolhido equivale a 25% dos valores acima apurados.
       2. O valor das vendas efetuadas bem como das compras utilizadas para cálculo, devem excluir os valores relativos ao imposto de consumo e o imposto regional de consumo.

    TERMOS USUAIS
    Datsuzei Sonegação de imposto
    Kojo Dedução, desconto
    Kokuzei Imposto federal
    Kyuyo Shotoku Renda salarial
    Kampu Devolução
    Kyokasho Alvará
    Mushotoku Não possue renda
    Nenmatsu Chosei Ajuste fiscal no final do ano
    Nozei Hoho Forma de Pagamento de imposto
    Nozei-sha Contribuinte
    Shinkoku Suru Declarar
    Shohin Mercadoria
    Shotokuzei Imposto de renda
    Zeikin Imposto
    Zeimusho Secretaria da receita
    Zeirishi Técnico contábil
    Zeiritsu Alíquota de imposto

    Comercial da NRH Recursos Humanos

    O comercial da NRH está no you tube, acabei de postar.
    http://www.youtube.com/watch?v=PgO1YKVf-io
     
    May 22

    Novo passaporte

    Documentos
    21 de Dezembro de 2006
    Do Blog Simples Cidade
    Novo Passaporte

    São Paulo, 21 de dezembro de 2006 -  O brasileiro pagará mais pelo novo passaporte. O custo passou de R$ 89,71 para R$156,07. O documento faz parte do programa governamental de modernização dos aeroportos, portos e pontos de fronteiras terrestres. 

    O novo passaporte foi oficialmente lançado na quarta-feira (20 de dezembro), em solenidade no Palácio do Planalto, com a participação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Desde segunda-feira (18 de dezembro), postos da Polícia Federal em Brasília e Goiânia já emitem a nova versão do documento. A unidade de São Paulo deve começar a disponibilizar o novo modelo a partir de fevereiro de 2007. A meta do governo é ampliar os postos de emissão para todo o país até abril do ano que vem.

    O novo modelo inclui dezesseis novos itens de segurança, que pretendem dificultar a falsificação do documento. As mudanças seguem as normas internacionais de segurança estabelecidas pela organização de Aviação Civil Internacional (ICAO), agência ligada às Nações Unidas.

    Entre os novos itens de segurança estão código de barras bidimensional, papel com fio de segurança, marca d’água, foto e assinatura (impressão).

    Apesar de o novo passaporte já estar circulando, o cidadão poderá continuar usando o antigo até expirar a data de validade.

    Depois desse prazo, precisará adquirir o novo. Para solicitá-lo, a pessoa deve acessar a página da Polícia Federal (PF) na Internet e preencher a guia de solicitação. Em seguida, deverá ir a uma unidade da PF para coleta de impressão, foto e assinatura digitais.

    Os dados serão encaminhados à Casa da Moeda do Brasil, que confeccionará o documento. O prazo para o cidadão receber o novo passaporte é de até seis dias úteis. O documento tem validade de até cinco anos.

    Os postos que ainda não emitem a nova versão continuarão fornecendo o modelo antigo. Nesse caso, será cobrada a taxa anterior, R$ 89,71. Fora do Brasil, os passaportes serão expedidos pelo Ministério das Relações Exteriores. Na primeira fase, os passaportes diplomático, oficial, de emergência e para estrangeiros permanecerão com o modelo antigo.


    Como tirar o Passaporte?

    Acabou surgindo aquela oportunidade de viagem internacional e você ainda não tem passaporte ou, se tem, precisa renová-lo? Vamos lá: no Brasil, o órgão responsável pela emissão dos passaportes é a Polícia Federal. 

    Apenas os brasileiros natos ou naturalizados têm direito ao documento, que só pode ser tirado pelo próprio interessado. Saiba como tirar o Passaporte:

    Você pode solicitar um passaporte em qualquer posto de atendimento da Polícia Federal, levando a documentação necessária. No ato da solicitação, você deve apresentar os originais dos seguintes documentos:

    • Carteira de Identidade ou, na falta dela, Certidão de Nascimento ou Casamento (mulheres casadas que tiveram alteração de sobrenome, e não registraram esta mudança na Identidade, deverão apresentar a Certidão de Casamento juntamente com a Identidade);
    • Título de eleitor;
    • Comprovante de votação da última eleição (se você não votou na última eleição, deve apresentar a justificativa emitida pela Justiça Eleitoral. Se você tiver perdido o comprovante de votação, deve apresentar uma declaração, emitida pelo Cartório Eleitoral no qual está inscrito, atestando estar em dia com suas obrigações eleitorais. Atenção: se a última eleição tiver tido dois turnos, é necessário apresentar os comprovantes de cada um destes turnos);
    • Certificado de Naturalização, para os Naturalizados;
    • Certificado de Reservista, para homens com idade entre 18 e 45 anos;
    • Duas fotos 5 x 7, com fundo branco, datada com no máximo seis meses;
    • Formulário, modelo 219, para requerimento de Passaporte, à venda em papelarias, preenchido à máquina ou à mão em letra de forma legível com caneta esferográfica azul ou preta, ou impresso após preenchimento via Internet (você encontra o formulário no site da Polícia Federal);
    • Passaporte anterior, quando houver (válido ou não), no caso da renovação. A não apresentação deste, por qualquer motivo, implica em pagamento da taxa em dobro.
    • Comprovante de pagamento de taxa em reais (R$ 89,71), por meio da guia GRU (Guia de Recolhimento da União), que deverá ser preenchida pela Internet, no site da Polícia Federal, sendo necessário o CPF do requerente ou responsável, códigos da receita e da unidade arrecadadora, conforme tabela das receitas existente na própria guia. A Guia de Recolhimento da União é o documento utilizado no pagamento de taxas, multas e demais valores à Policia Federal. Ela pode ser paga em qualquer banco, casa lotérica e agência dos Correios.

    No caso de menor de 18 anos, será exigida autorização expressa dos pais (pai e mãe), ou do responsável legal, ou do Juiz competente. A presença de um dos pais e do menor é indispensável. Na ausência de um dos pais, uma autorização específica para passaporte deve ser apresentada. Em caso de óbito de um dos pais, apresentar a Certidão de Óbito original. Para o pagamento da taxa do passaporte de menor de 18 anos, a GRU deverá ser preenchida com o nome do menor e o CPF de um dos pais ou do representante legal. A autorização dos pais para obter o passaporte não substitui a autorização para viajar desacompanhado.

    Depois de pronto, o passaporte será entregue pessoalmente, mediante apresentação de recibo, em cerca de 30 dias. Os passaportes requeridos e não retirados no prazo de 90 (noventa) dias serão cancelados.

    May 21

    Dekassegui

    Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

    O termo dekassegui (出稼ぎ) é formado pelas palavras japonesas deru (出る) (sair) e kasegu  (稼ぐ) (ganhar dinheiro), designando qualquer pessoa que deixa sua terra natal para trabalhar, temporariamente, em outra região. Por exemplo, os japoneses que vivem em Hokkaido e que vão aos grandes centros a trabalho - como Tokyo e Osaka - também são chamados de dekasseguis. Da mesma forma, assim são igualmente denominados os brasileiros, peruanos e outros latino-americanos que emigram para o Japão.

    No início do século milhares de japoneses imigraram para outros países com o intúito de fazer fortuna e voltar para o Japão. No caso do Brasil a imigração começou em 1908 com a vinda de 781 camponeses principalmente da região de Hiroshima.

    Chama-se "fenômeno dekassegui" tal imigração de brasileiros, que teve seu início no fim da década de 1980. Oficialmente, iniciou-se em junho de 1990, com a mudança na legislação de imigração japonesa, permitindo ao descendente de japonês (nikkei, 日系) receber um visto de trabalho no país. Entretanto o visto para descendentes de japoneses é concedido até a terceira geração (Sansei), no caso da quarta geração (Yonsei) quando filhos, faz-se necessário a companhia dos pais (3º Geração).

    Em 2005 o Ministério da Justiça estimou que 302 mil brasileiros vivem no Japão legalmente, enviando todos os anos entre 1,5 e 2 bilhões de dólares para o Brasil. Os brasileiros representam o terceiro maior contingente imigrante no Japão, apenas atrás dos chineses e dos coreanos. No Brasil, é contabilizado como o terceiro maior grupo vivendo fora do país. Em contrapartida no Brasil está a maior concentração de descendentes de japoneses fora do Japão.

    Atualmente as maiores concentrações de brasileiros no Japão se encontram em Aichi (Nagoya), Shizuoka (Hamamatsu) e Gunma (Oizumi)

    Okinawa

    Okinawa

    Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

    Nota: Para outros significados de Okinawa, ver Okinawa (desambiguação).
    Província de Okinawa
    (沖縄県; Okinawa-ken)
    Mapa
    Mapa do Japão com Okinawa destacado
    Informação
    Capital Naha
    Região Kyūshū
    Ilha Okinawa
    Área 2 271,30 km² (44.º)
     - % água 0,5%
    População (1 de Outubro de 2000)
     - Total 1 318 218 (32.º)
     - Densidade populacional 580 hab/km²
    Distritos 5
    Municípios 53
    ISO 3166-2 JP-47
    Website www.pref.okinawa.jp/
    english/
    Símbolos
    Flor Mulungu (Deigo) (Erythrina variegata)
    Árvore Ryukyumatsu
    Ave Pica-pau de Okinawa (Sapheopipo noguchii)

    Okinawa (Japonês 沖縄県; Uchinaguchi: Uchinā) é a província mais a sul do Japão. Consiste em 169 ilhas que formam o arquipélago Ryukyu, numa cadeia de ilhas de 1000 km de comprimento, que se estende de sudoeste, de Kyūshū até Taiwan, ainda que as ilhas mais a norte façam parte da província de Kagoshima. A capital de Okinawa, Naha, está localizada na parte meridional da maior e mais povoada ilha do arquipélago: Okinawa Honto. As disputadas ilhas Senkaku são, em teoria, administradas como parte da província. Algo interessante é que Okinawa fazia parte de um reino independente, o reino Ryukyu. Por isso Okinawa desenvolveu uma cultura própria, e parte de sua história significativamente diferenciada do resto do Japão

    Índice

    [esconder]

    [editar] História

    Devido à sua posição estratégica - entre a Indonésia, Polinésia, China, Coréia e Japão - se tornou um entreposto comercial. Relatos antigos apontam comerciantes e representantes Okinawanos nas cortes imperiais da China e do Japão. Historicamente , Okinawa recebeu mais influências culturais da China do que do Japão.

    Antes dividida em feudos, foi unificada por Sho Hashi, que tornou-se rei designando o castelo de Shuri como centro administrativo.

    Invadida pelo clã feudal de Satsuma (atual Kyushu) no séc. XVI, perdeu a independência e o porte de armas foi proibido entre seus cidadãos. Diz-se que o Karatê, como arte marcial, nasceu nesta época.

    Depois da Segunda Guerra Mundial e da Batalha de Okinawa em 1945, Okinawa permaneceu sob a administração dos Estados Unidos por 27 anos. Durante esse período, os Estados Unidos estabeleceram lá várias bases militares. Em 15 de maio de 1972, Okinawa foi devolvido ao Japão. No entanto, os Estados Unidos ainda mantém uma grande presença militar no arquipélago.

    Geografia

    Próximo aos Trópicos, tem clima temperado onde cultiva-se cana de açúcar, banana, abacaxi, batata doce, etc.

    O Trópico de Câncer corta o arquipélago de Okinawa, por isso é uma região de clima subtropical, onde as temperaturas alcançam uma miníma de 10ºC e máximas que podem atingir os 40ºC.

    Suas praias são muito procuradas pelos japoneses de outras regiões, devido a beleza, o clima e os diversos resorts existentes.

    Cidades

    Distritos

    Okinawa possui diversos remanescentes de um tipo único de castelo ou fortaleza chamado Gusuku. Acredita-se que tais construções precedem os castelos japoneses.

    Ruínas de um Gusuku
    Ruínas de um Gusuku

    Enquanto a maioria das casas no Japão é feita com madeira e permite a livre circulação do ar para combater a humidade, as típicas casas modernas de Okinawa são feitas de concreto com janelas vedadas, para proteger seus moradores dos furacões. Os telhados também são projetados para serem resistentes a fortes ventos, com telhas presas ao cimento e não simplesmente apoiadas nestes, como seria feito em qualquer outro lugar no Japão.

    Muitos telhados também possuem uma estátua circular de um leão ou de um dragão, chamada shisa, que supostamente protege a casa do perigo. Os telhados são geralmente vermelhos, inspirados no estilo chinês.

    Turismo

    Na sua culinária, diferente de outras regiões japonesas onde o peixe é ingrediente quase exclusivo, utiliza-se também a carne de porco e em ocasiões especiais a tradicional sopa de cabrito, o “hidjá no shirú”.

    As ilhas de Okinawa são conhecidas por “Havaí do Japão” devido às suas belas praias e pelo clima predominantemente quente.

    O único aeroporto da região faz parte da base Naval Americana, instalada na região após a 2ª Guerra Mundial.

    Símbolos provinciais

    Ver também

    Ligações externas

      Este artigo é um esboço sobre Geografia da província de Okinawa. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o.


    Província de Okinawa
    Cidades
    Ginowan | Hirara | Ishigaki | Itoman | Miyakojima | Nago | Naha | Nanjo | Okinawa | Urasoe | Uruma
    Distritos
    Kunigami | Miyako | Nakagami | Shimajiri | Yaeyama

    Colônia Japonesa comemora 99 anos de imigração


    Neste domingo o bairro da Liberdade festejou os 99 anos de imigração japonesa no Brasil com o Bunka Matsuri, sobre o qual fala a nota abaixo.
    A NRH esteve presente de forma muito especial, na figura de Mari China, membro da equipe do setor de vistos e que há dois anos compõe o grupo de Taiko Ryukyiu Kokui Matsuri Daiko que mistura os tradicionais tambores orientais com muita dança e se apresenta em muitos eventos nipo-brasileiros. Mari e sua irmã Mayumi são descendentes de japoneses da ilha de Okimnawa, local de onde vieram alguns dos mais famosos ícones da cultura japonesa a se popularizar no ocidente.
    Parabenizamos aqui seu exemplo em manter viva a tradição de seus antepassados e, como os outros participantes dos belos matsuris, nos presentear com momentos tão especiais.

    (Samantha Shiraishi - Setor de Comunicação - NRH Recursos Humanos)


    3º Festival Bunka Matsuri - A Festa da Cultura Japonesa

    Festa celebra a chegada da comunidade nipônica no Brasil


    Em comemoração aos 99 anos da imigração japonesa, a comunidade nipo-brasileira organiza o 3º Festival Bunka Matsuri - A Festa da Cultura Japonesa . O evento celebra a diversidade cultural do Japão, com suas músicas e danças típicas.

    Entre as atrações estão programadas demonstrações da Cerimônia do Chá (chadô), sumiê (pintura com tinta sumi) e workshops grátis de shodô (caligrafia japonesa com tinta sumi). Algumas técnicas de jogos de raciocínio e demonstrações de artes marciais também fazem parte da festa. Para os jovens, uma atração são as mostras e oficinas de manga e anime.

    Os visitantes podem encontrar pratos típicos da culinária japonesa, como yakisoba, yakitobi (espertinho de frango) e tempurá. Os interessados podem fazer um passeio monitorado pelo Museu Histórico da Imigração Japonesa no Brasil e uma exposição de projetos e atividades programadas para a celebração do Centenário da Imigração, em 2008.

    O sentido da expressão Bunka Matsuri equivale à cultura e festa.

    Notícia que saiu nesta segunda-feira pela manhã no Bom Dia São Paulo.
    Bom Dia São Paulo
    A festa animou o bairro da Liberdade, no centro da capital. ...Foi a terceira edição do Bunka Matsuri. Em português, Festa de Cultura.

    para ver o vídeo clique aqui.
    May 07

    província de Aichi

    Aichi (japonês: 愛知県 Aichi-ken) é uma província do Japão, localizada na região de Chubu, na ilha de Honshu. A sua capital é Nagoya.

    Geografia

    Localizada perto do centro da principal ilha japonesa - Honshu, a província de Aichi é limitada pela baía de Ise e pela Baía de Mikawa a sul; pela província de Shizuoka a leste; pela província de Nagano a nordeste; pela província de Gifu a norte e pela província de Mie a oeste. Mede 106 km na sua largura máxima, de este a oeste e 94 km de norte a sul. Tem uma área de 5 153,81 km², o que é cerca de 1.36% do total da área da superfície do Japão. O ponto mais alto é Chasuyama com 1415 m acima do nível médio da água do mar.

    A parte ocidental da província é dominada pela cidade de Nagoya - a quarta maior cidade do Japão - e pelos seus subúrbios, enquanto que a parte oriental é relativamente menos densa populacionalmente, ainda que estejam aí presentes muitos centros industriais de grande relevância económica.

    Cidades

    Distritos

    Economia

    Expo 2005
    Expo 2005

    A produção industrial de Aichi é a mais elevada de todas as províncias do país. A província é conhecida como o centro da indústria automóvel e aerospacial japonesa. Entre as companhias aí sediadas encontramos:

    Empresas como a Daimler Chrysler, Fuji Heavy Industries, Mitsubishi Motors, Pfizer, Sony, Suzuki, e Volkswagen também controlam unidades industriais em Aichi.

    Demografia

    Em 2001, apopulação da província de Aichi era 50.03% masculina e 49.97% feminina [1]. 139,540 residentes ou 0.2% eram de nacionalidade estrangeira [2].

    População por escalões etários (2001) [3]
    Idade % População % Masculina % Feminina
    0 - 9 10.21 10.45 9.96
    10 - 19 10.75 11.02 10.48
    20 - 29 15.23 15.71 14.75
    30 - 39 14.81 15.31 14.30
    40 - 49 12.21 12.41 12.01
    50 - 59 15.22 15.31 15.12
    60 - 69 11.31 11.22 11.41
    70 - 79 6.76 6.01 7.52
    acima dos 80 3.12 2.01 4.23
    desconhece-se 0.38 0.54 0.23

    Cultura

    Turismo

    O museu Meiji Mura em Inuyama preserva o principal salão do antigo Hotel Imperial, desenhado por Frank Lloyd Wright
    O museu Meiji Mura em Inuyama preserva o principal salão do antigo Hotel Imperial, desenhado por Frank Lloyd Wright

    Entre os locais mais concorridos em termos turísticos pode-se citar o museu Meiji Mura, ao ar livre, em Inuyama, que preserva alguns edifícios históricos dos períodos Meiji e Taisho, incluindo o salão, reconstruído, feito por Frank Lloyd Wright para o Hotel Imperial (que se situava em Tóquio de 1923 a 1967).

    Outros circuitos turísticos incluem viagens pelos locais de produção de automóveis da Toyota, na cidade com o mesmo nome; o parque de macacos em Inuyama, e os castelos de Nagoya, Toyohashi, e Inuyama.

    Como Aichi se localiza ao longo da costa oriental, existem alguns locais com paisagens atractivas. As praias não são, contudo, tão significativas quanto as da província vizinha de Shizuoka. As principais atracções turísticas são construídas pelo homem - ligadas à história da região ou aos grandes empreendimentos modernos.

    Símbolos provinciais

    Ver também

    A Expo 2005 decorreu em Aichi, em Toyota, Seto e Nagakute.

    2005 World Exposition website

    Ligações externas



    Nishio (西尾市; -shi) é uma cidade japonesa localizada na província de Aichi.

    Em 2003, a cidade tinha uma população estimada em 101 988 habitantes e uma densidade populacional de 1 345,84 h/km². Tem uma área total de 75,78 km².

    Recebeu o estatuto de cidade a 15 de Dezembro de 1953.

    April 16

    Como fica o planejamento financeiro da família dekassegui?

    Como fica o planejamento financeiro da família dekassegui?


    Nesta semana uma discussão que considerei muito pertinente aconteceu na comunidade que modero no orkut –e que tem como participantes pessoas interessadas em ajudar os dekasseguis, novos ou antigos. O tema era Fluxo de Caixa Familiar, tratando dos casais ou famílias que moram no Japão como dekasseguis.

    A princípio ninguém queria contar como anda o “okane” em sua família, dekasseguis aprendem a ser pouco ufanistas no que diz respeito aos seus ganhos, ainda mais depois dos casos das famílias que sofreram atos violentos em São Paulo em 2005 e 2006, sendo assaltadas em casa quando seus parentes retornaram de um período no Japão. Mas encontramos um jeito de contar e achei pertinente repetir aqui a fórmula encontrada.

    Segundo um dos membros, Carlos, “uma regra simples que muitos casais usam sem falar em cifras é que o salário da esposa paga as despesas gerais e o salário do marido é para gastos-extras ou poupança.”

    Remeti-me à minha própria experiência, que é minha “baliza” quando modero a comunidade e atendo a dekasseguis. Quando morei no Japão as mulheres ainda não trabalhavam yakin (turno noturno), era só hirukin (turno diurno) e na maior parte do tempo eu fazia pouca ou nenhuma hora-extra. Ainda assim, sempre conseguimos guardar o salário integral do meu esposo, claro, depois de terminar de pagar o financiamento. O segredo, com sinceridade, é uma coisa que faço até hoje: ao receber pago as contas, separo o valor para mercado e passeios até o final do mês e o restante eu guardo para não ficar fácil de gastar. Qualquer coisa sempre podemos usar a poupança, mas é melhor guardar antes que deixar para ver quanto sobra no final do mês. Nas vezes que fiz isto não guardei nada!
    Falei nos turnos noturno e diurno. O turno noturno tem adicional de 25% sobre o valor do salário. Como relembrou a Erica na comunidade, os trabalhadores brasileiros no Japão não são mensalistas, são horistas. Ou seja, só recebem se trabalharem. “A maioria dos brasileiros é considerado como mão de obra terceirizada temporária e mesmo que trabalhe por 10 anos na mesma fábrica, quase sempre é intermediado por empreiteiras, que pagam por hora trabalhada. Sem folgas remuneradas, sem férias, sem algumas coisas que temos no Brasil. Quem está contratado de forma mais “estável” (como “shain”), terá direito a yukiu (folga remunerada), mas não é no mesmo formato que conhecemos no Brasil.

    Sobre o zangyo (horas-extras)

    Outro membro contribuiu informando sobre os salários médios para homens e mulheres com 3 a 4 horas–extras por dia e sem horas-extras, para dar uma noção a quem não foi ainda:

    Salário médio mensal

    Com zangyo

    (3 a 4h/dia)

    Sem zangyo

    Homens

    330 mil

    220 mil

    Mulheres

    200 mil

    140 mil

    Total

    530 mil

    360 mil

    Segue aqui um esquema dos gastos médios de uma família, para dar uma idéia:

    Despesas médias por mês
    (casal e dois filhos)

    Item

    Valor

    Aluguel

    60 mil

    Alimentação

    60 mil

    Escola

    80 mil (40 mil por filho)

    Convênio médico

    35 mil

    Gás

    15 mil

    Luz

    6 mil

    Água

    4 mil

    Total

    260 mil

    Obs: Se tiver carro, considere 3 mil por semana de combustível e licenciamento a cada dois anos de 70 mil ienes.

    Enfim, no Japão, ou no Brasil, o importante é ter metas em comum (no caso do casal) e conseguir sempre visualizar os custos, de forma franca e objetiva, se possível criando uma planilha para organizar as despesas no papel. A revista Época afez uma ampla reportagem sobre o tema na edição de 29 de janeiro de 2007, que pode até ser útil para quem está no Japão considerar como estão estes gastos com educação, saúde, banco, no Brasil.

    A Erica, que é mãe de 3 meninas, considerou alguns pontos sobre escola:

    “No caso dos gastos com escola, a mensalidade é de 50 mil por filho (escola brasileira) e 6 mil (escola japonesa).

    Creche cobra 50 mil por criança (creche brasileira) e 5 a 40 mil por criança (creche japonesa, que considera uma % da renda familiar).

    Se optar por creche ou escola japonesa para economizar....
    Tenha em mente que elas não atendem sábados, muitas não tem horário extendido (precisa se perto do trabalho) e o principal: se a criança fica mal a direção nliga pedindo que busque o filho.
    Feriados? Escola e creche japonesas não funcionam em feriados... mas muitas fábricas funcionam.
    Ou seja, a mãe precisa trabalhar em serviço flexível, que permita essas saídas esporádicas e essas faltas em feriados e dias de atividades coletivas na escola/creche.

    Passo-a-passo para economizar
    Siga os passos abaixo e veja como obter um resultado positivo no final do próximo mês.
    Passo 1 - Visualização de custos
    Economizar é aprender a gastar com mais eficiência. Para isso, é preciso por as despesas no papel. Com uma planilha de custo fica mais fácil controlar.
    Passo 2 - Estabeleça metas
    Qual a sua renda mensal? A partir de seu rendimento, quanto você pretende economizar por mês? Os especialistas recomendam fixar um valor do que guardar apenas o que sobrar no fim do mês. Quem esperar guardar só o que sobrar corre o risco de não ter nada. A meta diz que é preciso economizar 10% do salário por mês. Para o padrão dos salários dos dekasseguis (250 mil ienes), o ideal seria poupar 40% (100 mil ienes). Mas há os que economizam até 70% do salário.
    Passo 3 - Corte de custos
    Se o salário diminuir e você quiser guardar o mesmo valor, só há uma alternativa: corte de custos. Para saber o que cortar, eleja o que é prioritário entre suas despesas. Você pode descobrir que há gastos que podem ser reduzidos ou eliminados.
    Passo 4 - Otimização de custos
    Refletir sobre seus gastos é uma boa oportunidade para verificar se não é possível otimizar seus custos. Busque alternativas.
    Passo 5 - Tenha objetivos
    Você sabe o que fazer com o dinheiro economizado? Ou está apenas economizando para "garantir o seu futuro"?
    O que vai adiantar guardar dinheiro, mas sem ter um planejamento do que fazer? A pergunta que cada brasileiro deveria saber responder é: quanto tempo você vai precisar trabalhar para guardar o suficiente para cumprir o seu objetivo final? Sem saber responder isso, a economia em si perde o sentido.

    March 26

    O idioma japonês

    Indicamos:
    Aprender rudimentos do idioma japonês ajuda -e muito- na adaptação ao país quando se opta pela experiência dekassegui.
    Quando atendo aos clientes da NRH no msn ou orkut, indico sempre o Curso de Japonês do jornal Nippo Brasil, por ser produzido por uma escola conceituada e por estar disponível gratuitamente na internet.
    Para quem quiser ter este primeiro contato com o idioma ou então quiser se aprimorar na escrita de kanjis, é só clicar aqui.

     Curso de Japonês - Conversação

    Clique aqui para ver as Aulas de Conversação anteriores


    Curso básico produzido pela Aliança Cultural Brasil-Japão especialmente para o NB
    Rua Vergueiro, 727- 5º andar - Liberdade - Fone (0xx11) 3209-6630
    Rua São Joaquim, 381 - 2º andar - Liberdade - Fone (0xx11) 3208-9164
    Rua Dep. Lacerda Franco, 328 - Pinheiros - Fone (0xx11) 3815-3446

     
     Curso de Japonês - Kanji
    Para escrever um kanji, é preciso seguir uma sequência. Aprenda passo a passo como fazer um deles seguindo as instruções que o Centro de Estudos da Língua Japonesa preparou especialmente para o Nippo-Brasil.

    Clique aqui para ver as Aulas de Kanji anteriores


    Rua Manoel de Paiva, 45 - Vila Mariana - São Paulo - SP - Cep 04106-020
    Fone: (11) 5579-6513 / (11) 5579-7337 Fax (11) 5574-0111
    E-mail: fcenter@celj.com.br | Site: www.celj.com.br
     

    Estou postando também um recado sobre as origens do hiragana e katakana, material igualmente do jornal. Deixo aqui meus parabéns à equipe que oferece um material de tanta qualidade sem custos e de forma tão democrática.

    As origens do katakana e hiragana

    (Texto: Akiko Kurihara*)

    Tanto katakana quanto hiragana tiveram como sua origem os ideogramas, ou seja, os kanji, introduzidos da China.

    Atualmente, são utilizadas 46 letras cada e são empregados para diferentes finalidades. O katakana é usado para grafar as palavras e os nomes estrangeiros, onomatopéias, nomes de plantas e animais. Já o hiragana para as partes variáveis de uma palavra, partículas e palavras que não podem ser grafadas com os 1945 ideogramas oficialmente aprovados para o uso geral.

     
    KATAKANA

    "Kata" do katakana significa "pedaço", "fragmento" ou "que não é completo". "Kana" significa letras provisórias ou transitórias. O katakana foi criado tomando-se uma parte do kanji para poder ler textos búdicos escritos em chinês, por volta do século IX. Mais tarde, começam a sugir textos escritos em kanji e katakana.

     
    Variações
     
    HIRAGANA

    "Hira" do hiragana significa "usual", "fácil" ou "redondo". As letras receberam esse nome por terem sido criados através da forma cursiva dos kanji, portanto, letras mais arredondadas e fáceis de serem escritas. Na época da sua criação, fins do século IX, os hiragana eram utilizados apenas pelas mulheres.

    No século XI, os hiragana foram organizados em 47 letras que constam do "Iroha Uta", um poema escrito sem repetir nenhuma das 47 letras, cujo tema é a efemeridade da vida.

    No ano 30 da Era Meiji (1897), as letras foram padronizadas para a forma atual.

     
    Variações



    Kanjis Nippo-Jovem

    História: KANJI (ideogramas)

    (Texto: Akiko Kurihara*)

    Os kanji ou ideogramas foram criados na China há mais de 3500 anos. No início, não passavam de desenhos que, com o tempo, foram esquematizados em imagens pictográficas até adquirem formatos atuais.

    Há diversas teorias sobre como e quando os kanji foram introduzidos ao Japão. O mais provável é que os japoneses tenham conhecido os kanji, já evoluídos até os formatos atuais, por volta do século IV a V, e tenham adaptado para transcrever a sua língua, criando leituras próprias. Assim, um único kanji possui várias leituras.

    O kanji considerado o campeão de leituras variadas é o “” que significa “vida, nascimento, vigor, pureza”, podendo ser lido sei, shô, nama, ki, i(kiru), u(mareru), ha(eru), o(u). Como pode ser observado, os kanji além de serem símbolos gráficos com idéias, podem ser utilizados como representações fonéticas. Assim, poderemos brincar de escrever os nomes estrangeiros em kanji.

    Por se tratar de representação gráfica de idéias, existem milhares de kanji. Porém, como são combinações de dois ou mais caracteres básicos, se souber os caracteres básicos, não são letras tão difíceis. Por exemplo: os radicais que representam o elemento semântico do kanji, basicamente, são em torno de 250 ou pouco mais.






    March 25

    Shinyashiki: o preço do dinheiro“Todos desejam a realização financeira, mas que tal colocar ao lado dela um grande amor, uma família para amar, muitos amigos e um gostoso ambiente de trabalho?”

    Shinyashiki: o preço do dinheiro

    “Todos desejam a realização financeira, mas que tal colocar ao lado dela um grande amor, uma família para amar, muitos amigos e um gostoso ambiente de trabalho?”

    23.03.2007 - Roberto Shinyashiki
    Colunista

    Roberto Shinyashiki
    Escritor, psiquiatra e já esteve no Japão para dar palestra aos dekasseguis. Seu último livro é Tudo ou Nada.

    Clique aqui e envie perguntas e dúvidas para a colunista

    Outros artigos escritos por Roberto Shinyashiki

    Enquanto olharmos as pessoas ricas com menosprezo, só reforçaremos o valor da pobreza. Todos nós gostamos de dinheiro, inclusive eu, mas do dinheiro que dá coisas, e não do que tira coisas. O dinheiro que nos tira amor, família, qualidade de vida é muito caro. Muitas pessoas me dizem:

    – Eu penso grande, quero ter uma empresa que fature um milhão de dólares por ano.
    E eu pergunto:

    - Só isso? Um milhão de dólares à custa de insônia, de úlcera, de solidão? Um milhão de dólares à custa de destruir seu casamento, seus amigos, sua família?

    Todos desejam a realização financeira, mas que tal colocar ao lado dela um grande amor, uma família para amar, um gostoso ambiente de trabalho? Uma empresa em que não apenas você se sinta feliz, mas todos tenham prazer em trabalhar nela?
    Está na hora também de as pessoas abandonarem a vergonha de querer ganhar dinheiro. O problema é que somos bombardeados o tempo todo com a mensagem de que ganhar dinheiro é errado e de que rico é infeliz. Parece que todo o mundo que tem dinheiro é desonesto, insatisfeito ou sofredor. Nas novelas de TV, se o sujeito é rico, a mulher dele tem outro, o filho usa drogas, o sócio é ladrão. Mas, quando ele perde o dinheiro, transforma-se numa pessoa feliz…

    Parece que a pobreza é um antídoto contra todas as desgraças. Mas as desgraças acontecem com todo o mundo.
    Enquanto olharmos as pessoas ricas com menosprezo, só reforçaremos o valor da pobreza. Se não houvesse tantos preconceitos em relação ao dinheiro, mais pessoas poderiam possui-lo.

    Até que você abandone o medo, muito pouco pode acontecer de verdade. O medo é o maior bloqueador de riquezas. Para fazer a criança obedecer, muitos adultos usam o medo como forma de manipulação sem perceber que a criança com medo pára de confiar em si mesma e procura os pais para encontrar abrigo. Não os procura mais por amor, mas principalmente por medo. A criança passa a buscar a segurança externa por desconhecer que tem a segurança dentro de si.

    Cuidado com as coisas agradáveis, que, pelo fato de as pessoas quererem acumulá-las para esconder sua insegurança, acabam bloqueando a sua vida.

    Hoje, quando se fala em competição, o primeiro sentimento que a pessoa tem é o medo. A idéia de que alguém vá tirar a muleta dela, sua segurança. Daí surge o ódio aos adversários. Mas o coração das pessoas está repleto de medo. É por isso que muitas pessoas, quando querem motivar alguém, disparam os botões que produzem medo. E a cada dia o mundo fica mais pobre, porque com medo não há vencedores, apenas derrotados.

    Nossa única saída é começar a agir inspirados pelo amor, pois assim, mesmo quando perdermos a batalha, na realidade a teremos ganhado, porque estaremos sempre crescendo.

    Descubra dentro de si o prazer de fazer algo bem feito, porque essa é a sua essência. Não faça algo só porque se não o fizer você pode vir a perder; procure sempre realizar motivado por sua capacidade de ser bom. Essa é a sua verdadeira natureza.
    Uma rosa não exala o seu perfume só porque alguém irá puni-la se não o fizer. Ela só conhece essa maneira de existir.
    Assim é o ser humano em sua natureza. É poderoso não porque alguém irá puni-lo se não o for, mas porque realiza a vida com amor.

    March 21

    Saiba avaliar os benefícios das empreiteiras

    Saiba avaliar os benefícios das empreiteiras
    Com a economia aquecida e a escassez de mão-de-obra para determinadas vagas, o mercado de trabalho japonês tem vivido um momento de oportunidades. Na corrida para preencher os postos de trabalho vagos, muitas empreiteiras têm reduzido suas exigências e oferecido “atrativos” extras. Apesar da aparente “mina de oportunidades”, nem sempre os atrativos oferecidos são tão vantajosos. Muitos dos benefícios possuem “entrelinhas” que impõem uma série de condições. Além disso, um benefício é interessante para um perfil de trabalhador. Em alguns casos, os trabalhadores só tomam conhecimento dessas entrelinhas depois de terem aceito o novo emprego. Com o intuito de orientar o trabalhador sobre as melhores escolhas a fazer e quais cuidados tomar, o Jornal Tudo Bem esmiúça alguns desses atrativos oferecidos pelas empreiteiras.
    Para o tantosha da área de auto-peças Rogério Fuji, além do aquecimento do mercado, o “êxodo” dos trabalhadores que aproveitam o final de ano para ir para o Brasil também motiva a escassez de mão-de-obra. Na opinião de Fuji, muitas das vagas que possuem “atrativos demais” são as que poucas pessoas querem.
    Já o colega Milton Minoru, conta que, além do prêmio de assiduidade, a empreiteira tem oferecido um prêmio de apresentação para os atuais funcionários que levam amigos ou parentes. “É um estímulo para o nosso atual funcionário e ajuda a ‘filtrar’ candidatos”, explica ele. “Começamos a pagar o prêmio há poucas semanas, e já estudamos aumentar o valor.”
    Em meio a tantos e distintos atrativos oferecidos pelas empreiteiras, alguns cuidados devem ser tomados pelos candidatos. Um deles é avaliar detalhadamente as entrelinhas dos benefícios oferecidos, que podem conter exigências ou condições demais, e tirar todas as dúvidas possíveis antes de assinar o contrato de trabalho. Outro é comparar os benefícios e o salário oferecido por uma empreiteira com as condições anunciadas por outra que lide com a mesma fábrica – ou serviço semelhante.

    As vantagens para cada perfil

    [-] Solteiros
    Solteiros que não possuem dependentes, são mais “livres” para aceitar determinados benefícios. No caso da moradia, o custo é sempre mais elevado para quem mora sozinho do que para um casal ou uma família que divide o mesmo teto. Da mesma forma, o shakai hoken pode representar um custo mensal excessivo para quem quer poupar dinheiro rapidamente ou possui compromissos financeiros – remeter dinheiro para o Brasil, por exemplo.

    [-] Casais/famílias
    O aluguel de apartamento, sem vínculo com o emprego, é uma opção que oferece maior segurança e estabilidade. Para quem tem crianças, as creches podem ser vantajosas, desde que sua forma de trabalhar inspire confiança. Quem possui dependentes (crianças com menos de três anos ou idosos acima de 70 anos) deve analisar que o shakai hoken pode ser muito vantajoso em caso de eventual necessidade. Já para os casos de férias remuneradas e viagens, é preciso tentar negociar com a empreiteira a possibilidade de coincidir datas.

    [-] Pessoas com mais de 45 anos
    Para quem vive sozinho, a questão da moradia assemelha-se à situação dos solteiros – deve-se avaliar os prós e contras e estudar o orçamento mensal. Nesta faixa etária, o shakai hoken pode ter de ser acionado com maior freqüência e não deixa de oferecer segurança financeira, no caso de algum problema de saúde.

    Os “atrativos” e suas “entrelinhas”

    1 - Aluguel
    Há empreiteiras que ajudam a alugar um imóvel, processo que costuma ser complicado para estrangeiros.
    Fique atento: é preciso ter mais de três meses de trabalho e a escolha do imóvel deve ser feita num consenso entre a empreiteira e o funcionário – o que pode não ser tão simples.

    2 - Apartamento
    O imóvel fornecido pela empreiteira livra o funcionário dos processos das imobiliárias. Outra vantagem é que o imóvel dispõe de mobília básica.
    Fique atento: a ocupação do imóvel está atrelada ao vínculo do trabalhador com o emprego. Em caso de demissão, o imóvel deve ser desocupado dentro de um prazo, muitas vezes, insuficiente para providenciar outra moradia.

    3 - Creche
    Para quem tem filho(s) pequeno(s), usar a creche da empreiteira pode ser vantajosa por causa da localização e facilidade de contato. A mensalidade varia de 30 mil a 50 mil ienes, com descontos para quem tem mais de um filho.
    Fique atento: nem sempre as creches possuem estrutura e profissionais com a qualificação desejada. Todo cuidado é pouco no processo educacional e a recomendação é conhecer a fundo a creche antes de colocar seu filho lá.

    4 - Férias remuneradas
    Apesar de serem garantidas pela legislação, as férias remuneradas de dez dias por ano para todos os funcionários que cumprem pelo menos seis meses de trabalho não são dadas por todas as empreiteiras. Elas ainda são vistas como um “benefício”.
    Fique atento: nem sempre o período coincide com os dias que o funcionário deseja ter. Para parentes ou casais que trabalham em uma mesma fábrica, as férias podem ser concedidas em datas diferentes – o que dificulta o planejamento de uma viagem.

    5 - Kits de “sobrevivência”
    Algumas empreiteiras oferecem brindes, como panela de arroz, futon e aquecedor, ou “kits de sobrevivência” (mantimentos e artigos de limpeza e higiene).
    Fique atento: no caso dos eletrodomésticos, o uso está atrelado ao vínculo com o emprego. Em caso de demissão, poderá ser cobrado pelo desgaste desses bens.

    6 - Mudança gratuita
    Algumas empreiteiras oferecem mudança gratuita do funcionário, de regiões específicas do Japão. Outras oferecem o benefício para moradores de qualquer parte do arquipélago.
    Fique atento: a concessão do benefício exige que o funcionário trabalhe um período mínimo de três a seis meses. Mas ele deve aceitar a proposta antes de conhecer o emprego oferecido.

    7 - Passagem para o Brasil
    Para “segurar” os funcionários nos empregos e evitar o “pinga-pinga”, há empreiteiras que oferecem a passagem aérea de volta
    para o Brasil.
    Fique atento: o benefício só será recebido se cumprir um longo período de contrato – de dois a três anos. Isso significa que, para receber o “prêmio”, terá que recusar propostas melhores de trabalho.

    8 - Prêmio de admissão
    Conforme a vaga postulada, algumas empreiteiras oferecem prêmios de admissão, que vão de 10 mil a 70 mil ienes.
    Fique atento: o prêmio só é pago depois de o trabalhador cumprir um período mínimo de contrato, entre um e seis meses. Algumas parcelam
    o pagamento.

    9 - Prêmio de apresentação
    Há empreiteiras que oferecem prêmios para quem apresentar um amigo ou parente e for admitido para determinados postos
    de trabalho.
    Fique atento: o prêmio só é pago se a pessoa indicada cumprir de três a seis meses de trabalho. Deve-se confiar na pessoa a indicar, pois o mau rendimento poderá “queimar o filme” de quem
    a apresentou.

    10 - Prêmio de assiduidade
    Funcionários assíduos que não faltam e não chegam atrasados, podem receber prêmios por isso. O valor médio mensal é cerca de 10 mil a 15 mil ienes.
    Fique atento: algumas empreiteiras são tolerantes, mas outras cortam parte do prêmio ou seu valor integral, independentemente do motivo da falta ou atraso (exemplos: doença, luto, tufão).

    11 - Shakai hoken
    Um número cada vez maior de empreiteiras tem incluído os trabalhadores no shakai hoken, seguro-saúde que cobre 80% das despesas médicas, entre outros benefícios (a edição da semana passada do Jornal Tudo Bem traz uma reportagem especial sobre
    o assunto).
    Fique atento: apesar de ser um plano eficiente, o shakai hoken consome 13,58% dos rendimentos do trabalhador e, futuramente, este percentual deverá aumentar. É preciso, também, verificar as restrições e entrelinhas do seguro.

    12 - Sorteios
    Ocasionalmente, nos períodos de economia aquecida (como o atual), algumas empreiteiras promovem sorteios entre os novos funcionários admitidos. Há prêmios variados: dinheiro, aparelhos eletroeletrônicos e até passagens para o Brasil.
    Fique atento: o direito de concorrer a tais prêmios também exige que se cumpra certo período de contrato, que pode variar de três a seis meses. É preciso certificar-se da idoneidade
    dos sorteios.

    13 - Transporte para a fábrica
    Para dar comodidade aos funcionários e ter a garantia de que não chegarão atrasados, há empreiteiras que oferecem transporte de
    ida e volta.
    Fique atento: se o veículo for transportar um número elevado de funcionários, o primeiro do trajeto de ida deverá sair de sua casa muito tempo antes do início do expediente – e o benefício poderá acabar trazendo transtornos. O mesmo ocorre com o último a ser deixado em casa.

    14 - Viagens
    Há empreiteiras que oferecem viagens, uma vez por ano, a pontos turísticos ou parques temáticos do Japão.
    Fique atento: algumas empreiteiras lidam com um sistema de pontuação que, mais tarde, é revertido em viagens. Este sistema possui exigências que nem sempre são detalhadas, quando o benefício é oferecido.

    15 - 30% de horas extras
    Há empreiteiras que oferecem 30% de adicional de horas extras. Ou seja, 5% a mais do que estabelece a legislação
    do Japão.
    Fique atento: verifique se o salário pago por hora não está abaixo do mercado ou o serviço que vai ser executado é mais pesado que a média. Outra recomendação é saber se os 30% serão pagos por um tempo determinado ou se continuarão valendo por um longo período.

    (JTB)
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    Quais são as perspectivas de salário para os brasileiros no arquipélago?

     Quais são as perspectivas de salário para os brasileiros no arquipélago?

    Empreiteiras afirmam que a economia japonesa é imprevisível e preferem não arriscar em dizer o que pode acontecer com os salários

    Apesar de a economia japonesa viver um bom momento nos últimos meses, com o aquecimento em diversos setores de atividade, essa ascensão pode não ter reflexos diretos nos salários pagos pelas principais fábricas do Japão. Ainda que incerta, a perspectiva de estabilidade – ou mesmo de queda – dos salários não é descartada por boa parte das empreiteiras consultadas pelo Jornal Tudo Bem, que citam a imprevisibilidade da economia e a concorrência da mão-de-obra de outros países asiáticos como os fatores que mais poderão influenciar a oscilação das remunerações, em diversos setores. No fundo, o futuro dos salários ainda é uma incógnita.

    É sabido que, no início do “fenômeno dekassegui”, há pouco mais de 15 anos, a média salarial dos brasileiros era superior à de hoje. Não raro, havia fábricas automobilísticas e de autopeças que pagavam entre 1,5 mil e 1,8 mil ienes por hora de trabalho, e possibilitavam ao trabalhador cumprir a média de quatro horas-extras por dia. Ao final do mês, os rendimentos facilmente passavam dos 400 mil ienes. Hoje, um emprego que paga entre 1,3 mil e 1,4 mil ienes por hora trabalhada é considerado bastante satisfatório e chega a ser disputado pelos trabalhadores. Além disso, atualmente nem todas as fábricas possuem ampla abertura para horas-extras.

    “Pelo menos nos últimos anos, o valor por hora trabalhada não diminuiu significativamente. O que tem ocorrido é que muitas das grandes fábricas têm controlado a possibilidade de fazer zangyo. Algumas empresas praticamente aboliram as horas-extras”, diz Susana Tsuchida, da empreiteira Just One. Ela não crê na redução de salários, mas não descarta esta possibilidade. “Caso aumente o contingente de trabalhadores de outras nacionalidades asiáticas no Japão, isto até é possível. Mas não há como prever.”
     
    Equiparação
    Equiparação
    O presidente da empreiteira Bell Tech, Ricardo Minoru Koike, concorda que os salários eram mais altos no início do fenômeno dekassegui, mas não acredita que esteja ocorrendo uma “desvalorização” do trabalhador, e sim uma equiparação à realidade. “Na verdade, naquela época, o mercado japonês estava ‘hiperaquecido’, em um momento muito bom, e a mão-de-obra é que ficou supervalorizada. Se hoje as remunerações são menores, é porque voltaram a um patamar normal”, frisa, ao citar fatores como o resfriamento da economia entre meados e o final da década passada e a própria concorrência no mercado de trabalho. Minoru lembra que, assim como os salários eram maiores há 10 ou 15 anos, o custo de vida também era elevado. “Tudo era mais caro naquela época. Os salários podem ter diminuído, mas o custo de vida também caiu.”

    Indefinição
    Com quase 20 anos no Japão, o tantosha Okamura Kazumasa, da empreiteira Avant Art, acompanhou as etapas do “fenômeno dekassegui” e, mesmo assim, prefere não traçar perspectivas. “Muitos fatores podem influenciar os salários e são imprevisíveis. O esperado é que as remunerações se mantenham no patamar, mas não dá para prever como a saúde econômica do Japão estará amanhã.”

    “A economia tem melhorado e ainda acho que a mão-de-obra está escassa. Por isso, não creio em uma redução de salários tão breve”, arrisca Iwakiri Kazumi, da empreiteira Sun Family. “Porém, se a abertura para outros trabalhadores asiáticos aumentar, o nível salarial pode cair”, finaliza.
     
    O sobe-e-desce dos salários
    O sobe-e-desce dos salários
    [-] 1988-1990
    Entre o final da década de 80 e início dos anos 90, a mão-de-obra nas fábricas japonesas era escassa e, para suprir esta demanda, o governo japonês aprovou a entrada de latino-americanos descendentes de japoneses até a terceira geração (sanseis). Foi o início do fenômeno dekassegui.

    [-] 1991-1995
    A partir dessa abertura, um contingente cada vez mais numeroso de brasileiros veio trabalhar no arquipélago. Como a economia japonesa estava superaquecida e a mão-de-obra continuava escassa, as fábricas começaram a oferecer salários altos e melhores condições de trabalho. Na época, havia quem conseguisse ganhar até 1,8 mil ienes por hora trabalhada e fazer quatro horas extras por dia. No final do mês, as remunerações facilmente passavam de 400 mil ou 450 mil ienes.

    [-] 1996-2000
    A economia japonesa teve seu período de resfriamento e isso motivou que as empresas buscassem formas de reduzir seus custos, diminuindo o número de postos de trabalho e o valor dos salários. O número excessivo de trabalhadores estrangeiros no arquipélago também influenciou na queda das remunerações.

    [-] 2001-2005
    Algumas fábricas começaram a empregar mais trabalhadores de países da Ásia, como China, Coréia do Sul, Filipinas e Vietnã, com salários inferiores aos pagos aos brasileiros. Isso desvalorizou um pouco mais os salários de modo geral, política que começou a afetar a comunidade verde-amarela. Hoje, além de algumas empresas reduzirem ou abolirem as horas extras, ganhar entre 1,3 mil e 1,4 mil por hora trabalhada é considerado satisfatório. Este ano a economia japonesa voltou a crescer, mas nem por isso pode-se afirmar que os salários vão aumentar.
     
    Perspectivas
    Perspectivas
    Se a economia japonesa continuar em ascensão, a mão-de-obra - que em alguns setores já é considerada escassa - pode ser mais valorizada.

    Mesmo assim, caso ocorra um aumento de salários, ele deverá ser pequeno. A maior tendência mesmo é a da estabilidade, visto que a recente experiência de supervalorizar o trabalhador não foi muito compensadora para as empresas.

    Por outro lado, se a entrada de trabalhadores asiáticos (chineses, coreanos, filipinos, etc.) for facilitada pelo governo japonês, o nível salarial médio pode cair, já que esta mão-de-obra é considerada mais barata.

    [-] Nada garante que a saúde financeira japonesa se mantenha em ascensão. Acontecimentos de âmbito político (uma guerra ou uma crise petrolífera) ou uma catástrofe da natureza (um grande terremoto), entre outros exemplos, são fatores imprevisíveis que podem afetar a economia japonesa a qualquer momento. Por isso, qualquer previsão sobre o futuro dos salários é incerta.
     
    Os maiores salários
    Os maiores salários
    Veja os valores aproximados dos melhores salários pagos na atualidade, por setores:
    Alimentos: até ¥ 1,2 mil/hora, com 2h a 3h extras por dia (mensal: ¥ 290 mil a ¥ 315 mil)
    Autopeças: até ¥ 1,4 mil/hora, com 2h a 3h extras por dia (mensal: ¥ 350 mil a ¥ 385 mil)
    Construção civil: até ¥ 1,5 mil/hora, com 2h extras por dia (mensal: ¥ 370 mil)
    Eletrônicos: até ¥ 1,4 mil/hora, com 2h a 3h extras por dia (mensal: ¥ 350 mil a ¥ 385 mil)
     

    Vale a pena ter estabilidade no emprego?

    Vale a pena ter estabilidade no emprego?
    Novamente esta é uma série que vi no Jornal Tudo Bem, como a que tratava do Mapa do Emprego no Japão. A reportagem é de Jhoni Arai.

    Vale a pena ter estabilidade no emprego?
    Em época de mercado aquecido, os brasileiros ficam atentos a salários maiores. Mas nem sempre é a melhor escolha. Saiba o que fazer
    Quando as ofertas de emprego começam a surgir com força, as empreiteiras saem rápidas em busca de mais trabalhadores, que por sua vez, ficam mais ouriçados com perspectivas de novas oportunidades. A questão que surge agora é: vale a pena mudar de emprego? O que é mais importante: largar tudo por um salário maior ou manter a estabilidade no emprego?
    Antes de pedir demissão do atual emprego pela primeira oportunidade aparentemente irrecusável, siga as dicas abaixo para tomar a melhor decisão:
    1 - Não haja por impulso. Pare e reflita. Você tem certeza de que quer mudar de emprego?
    2 - Você tem alguma garantia de que o novo emprego é realmente melhor do que o atual?
     
    estabilidade X zangyo
    A principal moeda, no entanto, que se deve ser levada em consideração, é a estabilidade. Quem pensa só no curto prazo não sai do lugar. É aquele que dá um passo para frente (com a ilusão de que está fazendo um ótimo negócio), mas acaba dando dois para trás.
    Exemplo: Quem ganha 1,2 mil ienes e faz três horas extras por dia ganha, em média, 352,5 mil ienes por mês. Quem mudar de emprego para ganhar 100 ienes a mais por hora, vai ganhar 30 mil ienes por mês a mais. Só vale a pena trocar se houver garantias de que as condições favoráveis serão mantidas por, no mínimo, três meses.
    Outra dica importante é consultar alguém que já trabalha na fábrica para saber como são as oscilações do setor ao longo do ano e o ambiente do trabalho.
    Estabilidade X Zangyo
    No início do movimento dekassegui, no final da década de 80, havia estabilidade e zangyo ao mesmo tempo. Hoje, o mercado de trabalho sofreu uma profunda transformação. Devido às constantes oscilações econômicas, nem sempre é possível conciliar as duas situações. Quando há estabilidade, falta hora extra. O inverso também é verdade: quando há hora extra, falta estabilidade. Por isso, muitas vezes, os brasileiros são obrigados a escolher entre um e outro.
     
    Quem quer um trabalho que dê estabilidade?
    Quem quer um trabalho que dê estabilidade?
    1 - Os jovens casais que possuem filhos pequenos.
    Como geralmente eles assumem compromissos financeiros, moram em casas alugadas por conta própria, tem creches ou escolas próximas, preferem a segurança de ficar em um mesmo emprego.
    2 - Os homens que estão há mais de cinco anos e já conhecem as oscilações do mercado.
    São os veteranos. Mesmo sendo mais velhos (acima de 35 anos), continuam sendo disputados pelas empreiteiras, pois são considerados funcionários experientes, "fiéis às empresas" e também "responsáveis".
     
    Quem pensa em ganhar mais dinheiro?
    Quem pensa em ganhar mais dinheiro?
    1 - Geralmente os jovens solteiros (ou casais sem filhos) que não se importam em até mudar de províncias distantes.
    Quem tem o gaijin toroku cheio de alterações de endereço são classificados como "aventureiros" pelas empreiteiras. É difícil essas pessoas ganharem um voto de confiança e são alvos de marcação cerrada. Mas conseguem emprego fácil pois preenchem os requisitos exigidos pelas empresas (são jovens e com carteira de motorista).
     
    10 Razões para ter estabilidade
    10 Razões para ter estabilidade
    1 - O funcionário que troca muito de emprego não é muito valorizado pelas empregadoras
    2 - As empreiteiras não confiam em quem muda de emprego
    3 - Em caso de demissão em massa, as fábricas preferem manter quem é "fiel" à empresa
    4 - Há fábricas que não contratam pessoas que mudam muito de emprego
    5 - Quem muda de emprego, pode ficar até 40 dias sem receber o próximo salário
    6 - Fica mais fácil planejar as economias em um emprego que é estável
    7 - Existe o risco do salário maior no novo emprego ser apenas temporário
    8 - Quem fica mais tempo em uma empresa, adquire experiência no setor
    9 - Competência, produtividade e estabilidade são os principais requisitos para conseguir aumento de salário ou subir de cargo
    10 - Quem fica mais tempo na mesma fábrica, pode conseguir "regalias" (como sair de férias, ainda que não remuneradas, e voltar ao mesmo emprego).
     
    10 motivos para garantir estabilidade no emprego
    10 motivos para garantir estabilidade no emprego
    1 - Desde o início, demonstrar responsabilidade com o trabalho e não "amolecer" com o passar do tempo
    2 - Ter interesse em aprender rápido o serviço e desempenhá-lo cada vez com mais eficácia
    3 - Cumprir prazos e roteiros de trabalho sem atraso
    4 - Seguir as regras de comportamento para cada seção da empresa e respeitar a hierarquia de trabalho
    5 - Demonstrar atenção e companheirismo com os colegas, principalmente os recém-chegados e que ainda estejam aprendendo a realizar o novo serviço
    6 - Não "tirar proveito" de tolerâncias, como atrasos ou faltas por motivo de doença
    7 - Não desobedecer regras da empresa como estender o horário de almoço mesmo trabalhando bastante
    tempo
    8 - Estudar a língua japonesa para não ter problemas de comunicação. Às vezes, o chefe pode achar que o funcionário não está seguindo as ordens quando, na verdade, o brasileiro não entendeu direito as instruções
    9 - Não discutir com os superiores japoneses
    10 - Estar sempre disposto a fazer horas-extras ou trabalhar nos finais de semana
     
    Um mapa da estabilidade - Autopeças
    Um mapa da estabilidade - Autopeças
    A abertura de vagas no setor também varia conforme as oscilações da economia, mas os postos de trabalho mais complexos, que exigem certa prática e experiência, podem significar estabilidade. O problema é que boa parte delas é considerada "pesada" e destinada a trabalhadores até a faixa dos 45 ou 55 anos - e é a partir dessa idade que a maioria dos brasileiros se preocupa mais com a estabilidade. Mas, mesmo para os mais jovens, a estabilidade no setor é possível, desde que o "espírito gambatte" seja colocado em prática e o rendimento do trabalho não caia com o tempo de casa.
    Dependendo da empresa que produz peças para determinado modelo de carro, a oferta está maior do que no ano passado, com trabalhadores sendo contratados para o mês de setembro. Há funcionários que estão há mais de dez anos na mesma empresa, criando raízes na comunidade.
     
    um mapa da estabilidade - Alimentação
    Alimentação
    Apesar de alguns alimentos serem mais ou menos consumidos conforme a época do ano, as empresas do setor alimentício podem ser consideradas as que oferecem maiores chances de estabilidade, principalmente para as mulheres. No entanto, por conta de o trabalho ser considerado leve e fácil, os salários também não costumam ser muito apreciados pelos trabalhadores brasileiros de modo geral, que às vezes usam as empresas de alimentos como "quebra-galho", até que consigam empregos de remuneração melhor. Pode-se afirmar que isso acaba gerando uma considerável rotatividade de mão-de-obra no setor, o que motiva as empresas a incentivarem a estabilidade.
     
    um mapa da estabilidade - eletrônicos
    Eletrônicos
    Apesar de sua produção estar sujeita aos altos e baixos da economia, o setor de eletrônicos não pára. Por conta disso, é possível adquirir estabilidade em suas fábricas, principalmente nas vagas que exigem certa prática e experiência, em que a rotatividade de funcionários pode significar prejuízos representativos para as mesmas. Já as vagas temporárias, como o nome diz, não oferecem estabilidade - ainda que o bom desempenho dos funcionários deste regime possa representar a efetivação no quadro de funcionários, indiferente de faixa etária.
    Nagano
    As fábricas que não dependem de lançamentos de produtos (chips e lentes de câmeras, por exemplo) garantem estabilidade. Outras, como componentes para máquinas de pachinko, nem tanto.
    As constantes evoluções tecnológicas fazem com que os produtos saiam de linha de uma hora para outra. Até a fábrica se ajustar a um novo produto, os funcionários são dispensados e outros serão contratados posteriormente.
     
     
     
     
     

    Como fazer as malas?

    Como fazer as malas?
    Eu diria que esta é a pior parte de uma viagem. Já é difícil quando é turismo, que dirá fazer malas para uma mudança internacional?
    Uma das nossas estratégias é distribuir as roupas em mais de uma mala. Se uma delas extraviar, não ficamos sem roupas ou sapatos. Não sei se é o melhor jeito, já que fica mais difícil saber onde está o quê dentro das malas.
    -Uma coisa muito importante é a identificação das malas. Parece que todas as pessoas do mundo têm uma mala preta. Ainda vamos colocar as famosas etiquetas com nome e endereço, mas isso é pro fim da semana.
    Peguei algumas dicas na Internet também:
    -Identifique as malas tanto na parte externa como interna.
    -Se usar cadeados, guarde chaves extras em lugares diferentes. E não esqueça o código do cadeado.
    -Ao despachar a bagagem, verifique no comprovante se o destino impresso é o seu.
    -Objetos pontiagudos e cortantes, como tesouras e lâminas, devem ser despachados na bagagem. Isso também evita dor-de-cabeça nos detectores de metais.
    -Na sua bagagem de mão, coloque uma muda de roupas, todos seus documentos, endereços, telefones e dinheiro. No caso de viagens longas, não esqueça de levar um livro, ou palavras-cruzadas pra passar o tempo.
    -Quem viaja com crianças pequenas deve levar brinquedos, cadernos e lápis de cor, para distrair a criança durante o vôo.
    -Levando remédios, não esqueça de levar a receita do médico também.
    -Coloque produtos de higiene pessoal embalados em plásticos e dentro de uma nécessaire impermeável.
    -Reserve o fundo da mala para sapatos de salto alto e as laterais para sapatos sem salto. Dentro dos sapatos aproveite para colocar meias e cintos enrolados, isso vai economizar espaço na bagagem.
    -Para as calças, coloque metade da calça aberta, coloque roupas por cima e “feche” com a perna da calça por cima das roupas, como se fosse um sanduíche. Isso evita de amassar muito a calça.
    -Enrole blusas como rolinhos.
    -De preferência, compre malas com rodinhas, para ajudar no transporte.
    http://destino-canada.blogspot.com/
     
    Para quem tem orkut, outros tópicos da comunidade Movimento Dekassegui no Japão sobre o tema:
    March 19

    Resiliente: o ser humano elástico

    Resiliente: o ser humano elástico José Luiz Tejon

    No estica e puxa do dia-a-dia profissional, está em vantagem competitiva quem muda, deforma, porém, retorna ao seu ser essencial

    Resiliência, segundo o dicionário Aurélio, é "a propriedade pela qual a energia armazenada em um corpo deformado é devolvida quando cessa a tensão causadora de tal deformação elástica". Muito bem, mas o que são os seres humanos "resilientes"? Como são essas pessoas e qual é a importância desse talento no diferencial competitivo de um profissional?

    Para mim, é algo parecido com a capacidade que temos de voltar aos batimentos cardíacos normais depois de um esforço físico concentrado. Significa, por outro lado, termos a consciência de que, no exercício das nossas atividades, sempre viveremos situações "elásticas", ou seja, de alto esforço armazenado e empregado em dados momentos vitais.

    Como elásticos, o talento resiliente nos dá excelente capacidade de irmos aos extremos da ruptura e de retornarmos ao nosso eixo quando é suspensa a "tensão causadora". Em outras palavras, não ficamos eternamente deformados, e, melhor ainda, não rompemos facilmente. Esticamos, mudamos, nos deformamos, porém, retornamos ao nosso ser essencial...

    Para um profissional, em qualquer área de atuação onde o imprevisto, as falhas locais e as alterações comportamentais humanas podem provocar o êxito ou o fracasso de um acontecimento, a resiliência é um atributo fundamental. Ao mesmo tempo, um profissional que precisa atuar ligado fortemente ao seu entorno deve operar com intensa empatia nas cargas humanas para não perder a "temperatura" ou se ausentar da atmosfera existente. E, por outro lado, deve manter sempre o domínio racional do seu papel para a tomada competente de decisões. Estica no calor das emoções, porém evita tomar decisões "deformadas".
     
    Em qualquer processo de liderança, o talento resiliente é essencial para pensarmos e repensarmos os rumos dos projetos, caminhando em linha com os acontecimentos, ou melhor, "esticando-se" para eles. Na minha particular experiência de vida, onde fui submetido a uma fortíssima deformação física, por uma queimadura na face quando criança, exercitei o significado da resiliência na "própria pele".

    Se a deformação causada tomasse a forma final da minha vida, eu tomaria decisões em estado alterado e teria um resultado completamente doentio. Ao ir ao fundo desse "esticamento" e retornar para a minha essência, consegui aprender com ela, incorporar reflexões e dominar procedimentos a partir do meu legítimo eu, a verdade interior, ou um conjunto dessas verdades.

    No trabalho, a resiliência foi da mesma forma sagrada, nas situações mais tensas e conflituosas. Como executivo e dirigente de empresas pude constatar que a resiliência empresta um talento diferencial e competitivo. Compreender opostos, negociar pontos de vista distintos, tratar objeções, obstáculos. Operar em situações ambientais desfavoráveis, como novos países, culturas, costumes, valores, negócios em ascensão ou em decadência, concorrentes, utilizar a matéria-prima disponível para alterar resultados e criar soluções. Isso tudo poderia estar compreendido dentro desse talento "resiliente".

    Somos elásticos, deformamos, alteramos, porém preservamos sempre a capacidade de retorno ao estado original. A resiliência é uma força decisiva do princípio evolutivo do ser humano e é fator fundamental da nossa sobrevivência sob condições fora da normalidade. O universo é normal? O universo conhecido é resiliente, na ordem ou no caos. O ser humano elástico é o mais preparado para competir e ser feliz no mundo contemporâneo.

    José Luiz Tejon Megido é escritor, jornalista, publicitário, compositor e executivo, autor de “O Vôo do Cisne” e “O Beijo na Realidade” – (www.tejon.com.br

     

    (do site da Editora Gente)

    March 14

    Vaga para produção de alimentos semi-elaborados (aceita-se casais com filhos pequenos)

    TAIYO RECRUIT CORPORATION

     

    Local: Ibaraki-ken, Joso-shi (Mitsukaido)

              

    Ganho mensal:  ¥  250.000  a  ¥ 400.000 

     

    Serviços:

    Produção de alimentos semi-elaborados: Corte e checagem de carnes, hamburguer, pizza, pizza-pão, guioza, shuumai, carne fatiada, carnes e frangos fritos, comidas diversas. Preparação de alimentos antes de ir para linha de montagem, operação de máquinas, frituras, fornos, elaboração de molhos e massas, embalagem, empacotamento, além de serviços de limpeza.

    A geralmente a mulher executa serviços manuais de kensa, montagem (topping), embalagens e acondicionamentos em caixas e outros serviços compatíveis para a função.

     

    Período de trabalho:

    Diurno (hirukin) e noturno (yakin). Não existe troca de turno (nikotai).

     

    Idade e Salário/hora e Fechamento/pagamento:

    Homem até 49 anos - 1.100.

    Homem de 50 até 55 anos - 1.000.

    Mulher até 56 anos - 900.

    Menor de 16 até completar 18 anos - 850 (5 dias na semana, diurno, horário comercial e não pode fazer hora-extra). O menor é aceito junto com a família.

    Adicional de 25% para hora-extra e dia extra.(dia de folga, normalmente quarta e  domingo, conforme calendário da Fabrica), e horário noturno (22:00 ~ 05:00). 

    Fechamento: do dia 21 do mês até o próximo dia 20 do mês subseqüente.

    Pagamento: Quinto dia útil do mês (15 dias após o fechamento da folha de pagamento). 

     

    Conhecimento do idioma:

    Não é necessário, porém é recomendável ter o domínio básico do idioma japonês.

     

    Contrato:

    Renovação automática trimestral.

     

    Desligamento:

    Solicitação de desligamento por parte do funcionário será com aviso prévio de 30 dias de antecedência.

    Demissão sem aviso prévio por parte do funcionário  terá redução salarial de  100 por hora e desocupação imediata da moradia.

     

    Exame médico:

    Semestral.

    Exame de fezes: mensal ou bimensal conforme o setor de trabalho.

     

    Seguro acidente e saúde:

    Seguro - 75.560. Descontados em duas parcelas na folha de pagamento. Normalmente no primeiro e segundo mês efetivo de trabalho.

    Cobertura de atendimentos médico/hospitalar (não cobre ginecologia, obstetrícia, oftalmologia corretiva, odontologia e doenças pré-existentes – diabetes, câncer, aids, etc.).

     

    Seguro desemprego:

    Será descontado 0,008 % do valor bruto do salário (obrigatório conforme a legislação japonesa).

     

    Moradia/apartamento:

    Aluguel médio mensal: 32.000 por pessoa.

    Normalmente o apartamento tem: cozinha, lavabo, toilete, banheiro com chuveiro/ofuro e dois quartos. Nem todos apartamentos tem ar condicionado.

    Apartamento é semi-mobiliado com geladeira, fogão e máquina de lavar roupas.

    Móveis e utensílios por conta do morador, inclusive aparelho de televisão.

    Despesas de água, luz e gás serão por conta do morador e descontados do salário.

    Um apartamento por casal ou família com filho menor.

    Se for uma pessoa divide o apartamento com outro morador. (pessoas do mesmo sexo).    

    Casais ou famílias: havendo o desligamento de um dos membros, todos terão de desocupar o imóvel.

    O aviso de desocupação deverá ser feito com um mês de antecedência, caso contrário será cobrado 30 dias de aluguel, a partir do pedido de demissão. 

    Na entrega do apartamento será cobrado 15.000 por pessoa ou 20.000 por casal para  serviços de limpeza.

     

    Uniforme:

    12.000 (2 blusas, 2 calças, boné e 1 par de sapatos).

    Botas, casaco e calça de frio serão cobrados à parte, se necessário for.

     

    Refeição:

    Refeitório da fábrica (tipo self-service) ao custo de 210 (super barato)por refeição. No domingo é bento no mesmo valor. Não pode levar comida de casa (proibido em virtude de segurança alimentar na fábrica).

     

    Transporte:

    A condução (souguei) para o trabalho 24 horas, de hora em hora para turno hirukin e de 30 em 30 minutos para turno de yakin. Existem 6 pontos para pegar/descer a condução (serviços de transporte de ida e volta  gratuito).

    Após 3 meses de serviços o funcionário poderá ir de condução própria, depois de regularizar a documentação do veículo e conseguir a vaga de estacionamento na fábrica.

     

    Serviços de translado de funcionários -  Aeroporto de Narita/Mitsukaido/Narita:

    Passageiro vindo do Brasil - será cobrado o valor de 20.000 por pessoa,

    Passageiro retornando ao Brasil - será cobrado o valor de 10.000 por pessoa,

     

    Escola/creche da Taiyo Recruit Corporation:

    Mensalidade: 45.000 por aluno. Quem tem dois ou mais filhos na escola tem desconto de 10%. Nesse valor já estão inclusos serviços de translado e a refeição, exceto o jantar que é feito em casa. Os materiais didáticos e uniforme serão cobrados a parte.

    Escola admite alunos até o ensino fundamental e em tempo integral.

    Educação Infantil para crianças, a partir de 1 ano e, em tempo integral (creche).

    Material didático do curso Objetivo de São Paulo.

    Escola reconhecida pelo Ministério da Educação - MEC (Brasil).

     

    A mãe que tiver filho na escola ou na escola de educação infantil (creche) poderá fazer horas-extras (zangyo) até 19:00 hs e folga aos domingos.

     

    Jogo de Futon (Opcional):

    15.000 (Quinze Mil Ienes).

     

    Assistência 24 horas em português:

    Serviços de assistência em português, aos funcionários e dependentes em tempo integral (hospitais, dentistas, prefeitura, bancos, etc.).

     

    Qualificação desejada:

    Agilidade, atenção, saúde e vontade de trabalhar.

    Para o homem além disso, requer saúde e força física porque atua em setores quentes e frios.

     

    Nota:  É obrigatório fazer horas-extras e dias extras quando solicitado.

               Não tem limite de zangyo.

               Não tem Shakai Hoken (previdência social do Japão).

     

     

    Localização e infraestrutura da cidade:

     

    Região de Kanto.

     

    Localização da cidade de Mitsukaido.

     

    A cidade de Mitsukaido está localizada  entre Moriya-Shi e Tsukuba-Shi, em Ibaraki-Ken.

     

    Tendo como referência o centro da cidade de Tokyo, ou seja, da estação de Tokyo, a  distância é de aproximadamente 55 km.

     

    Temos diversas opções para se chegar a cidade:

    de ônibus a viagem é de aproximadamente uma hora e parte de hora em hora;

    de Densha.temos a linha Tsukuba Express que parte da estação de Akihabara (duas estações de Tokyo) e demora aproximadamente 45 minutos com norikai na estação de Moriya; o outra opção é de Tokyo até a estação da cidade de Toride e norikai para Mitsukaido, com tempo aproximado de uma hora.

     

    A cidade é uma colônia numerosa de brasileiros e descendentes (mais de 4.000 pessoas), dispõe de uma boa infra-estrutura econômica e social. Temos vários estabelecimentos comerciais com produtos brasileiros (lojas, supermercados, restaurantes, etc.), inclusive uma agência do Banco do Brasil. No Japão existem apenas 7 agências  do Banco do Brasil e uma delas encontra-se em nossa cidade o que facilita sobremaneira a vida dos dekassaguis.