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    October 30

    Exclusivo para reentry: apenas 1650 dólares!


    viagem.jpgAs agências de empregos para dekasseguis mudaram muito ao longo de 18 anos do movimento dekassegui. Se antes o descendente de japonês precisava delas para conseguir reunir a documentação para o visto (especialmente o kosseki tohon) e custear as passagens para o Japão, hoje tudo mudou. A economia brasileira estável, o grande número de famílias com dekasseguis e a internet aproximaram o Japão do Brasil. Adotou-se então o acréscimo de diferenciais que garantem o conforto e a segurança na viagem da família dekassegui.

    Mas há quem não queira diferencial ou ajuda alguma, necessite apenas da indicação de um emprego e a venda da passagem aérea. Temos notado isto dentre nossos clientes e passamos a oferecer uma nova proposta para os que já têm visto japonês (ou reentry): a colocação ao preço da passagem aérea, por apenas 1650 dólares! Oportunidade imperdível e sem precedentes! Se você está nesta situação, procure-nos agora!

    Converse em chat ao vivo no msn nrh_viagens@hotmail.com ou no nosso blog http://nrhviagens.wordpress.com

    August 27

    No festival do Matrinxã, um exemplar da espécie dá vitória à equipe de São José do Rio Claro

    Segunda, 27 de agosto de 2007, 06h58
    CAMPEONATO DE PESCA
    No festival do Matrinxã, um exemplar da espécie dá vitória à equipe de São José do Rio Claro

    CARLOS MARTINS
    Redação/Secom-MT

    José Humberto/Sedtur-MT
    8º Festival de Pesca de São José do Rio Claro:  'A Grande Família' pescou um matrinxã, com 60 centímetros
    São José do Rio Claro, MT -  No VIII Festival de Pesca “O Matrinxã do Brasil”, realizado neste domingo (26.08) em São José do Rio Claro (315 km a Médio-Norte de Cuiabá), em conjunto com o 4º Campeonato Estadual de Pesca, quem se deu bem foram as equipes locais.
    No VIII Festival de Pesca “O Matrinxã do Brasil”, realizado neste domingo (26.08) em São José do Rio Claro (315 km a Médio-Norte de Cuiabá), em conjunto com o 4º Campeonato Estadual de Pesca, quem se deu bem foram as equipes locais.

    Metade das dez primeiras colocadas incluiu em sua formação moradores da cidade. O primeiro lugar vem de uma família que mantém tradição de vencedores de competições de pesca. “A Grande Família”, formada por marido, esposa e um tio, pescou um único exemplar, mas que valeu 21 mil pontos. E o peixe fisgado das águas do Rio Arinos, por volta das 10h30, foi justamente aquele que empresta o nome ao festival: um matrinxã, com 60 centímetros.

    Organizado pelo governo do Estado, por meio da Secretaria de Desenvolvimento do Turismo, o campeonato estadual, em parceria com os campeonatos locais programados pelas Prefeituras, vem fomentando o turismo interno, movimentando a economia em todas as regiões de Mato Grosso. São amantes da pesca esportiva – na qual o peixe fisgado é devolvido ao rio – que se deslocam todo fim de semana para uma das etapas do campeonato. Eles levam, ou atraem, uma multidão de pessoas. São familiares, amigos, jovens ou adultos que simplesmente querem se divertir ou passar momentos descontraídos. Foi o que se viu em São José do Rio Claro, na etapa que reuniu cerca de 10 mil pessoas, durante os quatro dias que durou o VIII Festival de Pesca “O Matrinxã do Brasil”.

    Reunidos numa área de 25 hectares localizada a 16 quilômetros do centro da cidade, centenas de pessoas assistiram a largada às margens do rio Arinos das 47 embarcações que disputaram a etapa. Pela primeira vez, sinal de que o campeonato está se acirrando, as três equipes que ocupam as primeiras posições estavam entre os competidores que pontualmente, às 8h45 saíram em busca dos seus troféus.

    Durante a competição que terminou às 16h, de barco a barco, pelas águas do Arinos, correu logo a notícia de que uma equipe havia fisgado um matrinxã de 60 centímetros. Como cada centímetro valia 350 pontos (espécie com maior pontuação) segundo o regulamento local, a equipe a “Grande Família” já largava com 21 mil pontos. E a brincadeira entre os competidores era a seguinte: não tem problema, é só pegar um matrinxã de 61 centímetros.

    Ao final da competição, o casal Marcelo Martinez, a esposa Ângela (foi ela quem fisgou o matrinxã) e o tio Valter (já ganhou até carro em campeonato) ficaram aliviados. Ninguém conseguiu superar a marca. Quem ficou mais perto foi a equipe Surubi, de Diamantino, que tirou – e devolveu – às águas do Arinos um matrinxã de 56 centímetros.

    Com a presença do prefeito Massao Paulo Watanabe, do coordenador de Desenvolvimento do Turismo José Humberto Falcão (representante do secretário de Desenvolvimento do Turismo Pedro Nadaf), secretários municipais, no final da tarde foram entregues os prêmios.

    Para o primeiro colocado, além de um troféu da Sedtur, foram entregues um motor de popa de 15 HP e um barco de 6 metros; 2º colocado, um motor de popa de 15 HP; 3º, um barco de alumínio de 6 metros; 4º, um motor elétrico; 5º, um barraca para cinco pessoas e um kit de pesca; 6º uma barraca para quatro pessoas e um kit de pesca; 7º ao 10º, uma barraca para três pessoas e um kit de pesca.

    A classificação foi a seguinte:

    1º lugar - Equipe “A Grande Família”, de São José do Rio Claro – maior peixe (e único) um matrinxã com 60 centímetros – 21 mil pontos.
    2º lugar – Equipe Curvina – São José do Rio Claro – maior peixe, um Piau com 33 cm – total 20.410 pontos.
    3º lugar – Equipe Surubi – Diamantino – maior peixe, um matrinxã com 56 cm – total 19.600 pontos.
    4º lugar – Equipe Pescadores Sim – Cuiabá – maior peixe, um matrinxã com 40 cm – total 18.710 pontos.
    5º lugar – Equipe Velho Barreiro – São José do Rio Claro – maior peixe, um matrinxã com 42 cm – total 16.170 pontos.
    6º lugar – Equipe Matrinxeiros do Arinos – São José do Rio Claro – maior peixe, um matrinxã com 26 cm – total 9.100 pontos.
    7º lugar – Equipe Os Compadres – Nova Maringá, Sinop e São José do Rio Claro – maior peixe, um Jaú com 72 cm – total 5.760 pontos.
    8º lugar – Equipe Nissei – Lucas do Rio Verde – maior peixe, Cachorra com 79 cm – total 4.470 pontos.
    9º lugar – Equipe To de volta – São José do Rio Claro – maior peixe, um Trairão com 56 cm – total 4.020 pontos.
    10º lugar – Carajás – Cáceres – maior peixe, Cachorra com 36 cm – total 3.930 pontos.

    No total, as equipes participantes capturaram 39 peixes. O maior foi da espécie 'Cachorra', com 79 centímetros. Para o campeonato estadual o primeiro colocado ganha 100 pontos. As demais colocações, até o décimo lugar, vai diminuindo 10 pontos. Com isso, a equipe Carajás, um dos três primeiros, ao conquistar o 10º lugar na etapa ganhou mais dez pontos no campeonato e continua na liderança, subindo de 590 para 600 pontos (13 etapas disputadas). Como não pontuaram na etapa, permanecem em segundo lugar a equipe Zero 60 (Carlinda), com 390 pontos (12 etapas disputadas) e em terceiro a equipe RR Torno e Solda (Porto Esperidião), também com 390 pontos, mas que tem uma etapa a menos (agora 11 etapas disputadas).

    August 11

    Bati com meu carro em outro e não tinha seguro

    "Bati com meu carro em outro e não tinha seguro"

    Leitora pergunta por que a cobrança enviada pela seguradora difere do que foi cobrado inicialmente

    ipcdigital.com

    "Bati com meu carro em outro e eu não tinha seguro. O outro motorista também era brasileiro e junto fomos à delegacia. Ele me ligava todos os dias para que eu pagasse o prejuízo. Fui até uma funilaria e o orçamento ficou em ¥ 120 mil. Falei que pagaria com cartão de crédito. Mas, ele me solicitou o pagamento em dinheiro, no valor de ¥ 150 mil. Seis meses depois, me ligaram da seguradora dele pedindo que eu depositasse ¥ 200 mil. Como uma batida pode variar tanto de preço? O que posso fazer? Ele não me entregou nenhuma nota fiscal." (Mayumi, via email)

    Por Etsuo Ishikawa*


    Em acidentes de trânsito é necessário formalizar a ocorrência. A polícia, em qualquer circunstância, mesmo quando não vítimas, deve ser acionada. Dentre as atribuições policiais está o levantamento pericial técnico, onde será apurada a responsabilidade civil e penal por omissão, imperícia, imprudência ou negligência. Uma vez sacramentada a responsabilidade das partes e o percentual de culpa na ocorrência, fica esclarecida a responsabilidade de cada um.

    No tocante à situação da leitora, pelo menos três orçamentos deveriam ter sido realizados por oficinas, que informariam os valores para o conserto. O orçamento menor quase sempre é o escolhido.

    Cobrar um conserto do carro devido ao acidente é justo, desde que, os valores estejam devidamente justificados. Cabe, nesse caso, a exigência do orçamento, bem como as notas comprovando os gastos do conserto, sem os quais não legitima a cobrança dos valores.

    *Dr. Etsuo Ishikawa, consultor, advogado licenciado para atuar no Japão, faz parte do Conselho de Cidadãos e da Ordem dos Advogados do Japão, e preside a Associação Brasileira de Hamamatsu (ABRAH)

    Visto para pessoas que cometeram delitos no Japão

    do IPC Digital, publicado em 03/08/2007

    Visto para pessoas que cometeram delitos no Japão

    Colunista do International Press responde dúvida de leitores sobre os procedimentos necessários

    Tokyo - ipcdigital.com
    Takefumi Miyoshi trabalhou em diversos setores do governo japonês, como Ministério da Justiça e o Departamento de Imigração. Autor de vários livros relacionados ao assunto, como o "Manual da Lei de Imigração Japonesa" e" Japão ao Seu Alcance"
    Takefumi Miyoshi trabalhou em diversos setores do governo japonês, como Ministério da Justiça e o Departamento de Imigração. Autor de vários livros relacionados ao assunto, como o "Manual da Lei de Imigração Japonesa" e" Japão ao Seu Alcance" ( )
     
    Takefumi Miyoshi trabalhou em diversos setores do governo japonês, como Ministério da Justiça e o Departamento de Imigração. Autor de vários livros relacionados ao assunto, como o "Manual da Lei de Imigração Japonesa" e" Japão ao Seu Alcance"


    "Tenho 23 anos, sou sansei e estou há 10 anos no Japão. Entre 2003 e 2005 acabei me envolvendo com pequenos furtos, e atualmente estou cumprindo pena em um presídio de Hiroshima. Meu visto vence este ano. Gostaria de saber se poderei renová-lo mesmo estando preso e, se uma vez detido, ainda terei chances de permanecer no Japão. Meus pais, minha esposa e meu filho (nascido no Japão), estão aqui no Japão e possuem visto permanente. Sei que na minha situação vai ser difícil passar pela avaliação da Imigração, mas me comportando bem e mostrando que estou realmente arrependido, não terei chances?" (CKFS, por carta)


    Por Takefumi Miyoshi


    No seu caso, posso afirmar que praticamente o leitor será deportado. Desde março do ano passado a Imigração requisita a condição de "boa conduta" para a avaliação da concessão do visto de longa permanência.

    Por trás dos motivos está o fato de que o governo queria acabar com o crescente número de crimes cometidos por parte de portadores de visto de longa permanência naturais do Brasil e outros países da América Latina. Por isso, para renovar o período de permanência agora é necessário apresentar o atestado de antecedentes criminais emitido pelo país de origem.

    No caso do leitor o crime foi cometido no Japão por isso não será necessário apresentar o atestado antecedentes criminais, mas realmente esta situação é infeliz.

    Como foi perguntado, é possível fazer a solicitação da renovação da elegibilidade mesmo estando preso, mas como disse antes, na atual situação, certamente o pedido não será aprovado. O leitor afirma que os pais, a esposa e o filho moram no Japão e todos possuem a elegibilidade de residente de caráter permanente, mas este fato infelizmente não será motivo para impedir a deportação.

    Compreendo que o leitor tenha refletido muito. Contudo a Imigração tem sido rigorosa, com exceção de casos especiais e acredito que não há possibilidade do leitor permanecer aqui. A minha afirmação pode ter ser rigorosa, mas esta é a realidade.

    É muito difícil obter visto antes do casamento?

    Esta é uma pergunta frequentemente feita aos atendentes no 0800 e no msn de nossa empresa.
    Achei uma resposta no IPC Digital, publicada em 03/08/2007

    "É muito difícil obter visto antes do casamento?"

    Colunista do International Press responde dúvida de leitores sobre os procedimentos necessários

    Tokyo - ipcdigital.com
    Colunista do International Press responde dúvida de leitores sobre os procedimentos necessários
    Colunista do International Press responde dúvida de leitores sobre os procedimentos necessários ( )
     
    Colunista do International Press responde dúvida de leitores sobre os procedimentos necessários



    "Namoro há mais de um ano um brasileiro de ascendência européia, o pai dele é português. Gostaria de saber quais dificuldades encontraremos para que ele possa retirar o visto de turista e possamos nos casar aqui no Japão?" (FMM, via email)


    Por Takefumi Miyoshi


    O visto de curta permanência poderá ser facilmente obtido nos consulados ou na Embaixada do Japão no Brasil. Chegando no Japão com o visto e, se a Imigração permitir o desembarque, este passa a ter a elegibilidade de curta permanência.

    Esta elegibilidade de curta permanência é aprovado para aqueles que entram no Japão com o objetivo de turismo, visita a parentes, amigos e conhecidos, viagem de negócios, visita de inspeção, recreação, intercâmbio esportivo por breve período de permanência no Japão, sem objetivos de lucro e de trabalhar. Por esse motivo, não será possível exercer atividades além das determinadas por esta elegibilidade, como, por exemplo, trabalhar no país. Além disso, o período máximo permitido para esta elegibilidade é de 90 dias, por isso a pessoa só pode realmente ficar por um curto tempo.

    Quanto ao casamento, no Japão qualquer que seja a nacionalidade é possível casar. Depois, deve-se entregar os documentos que comprovem a união na prefeitura mais próxima de onde se mora.

    Contudo, deixo bem claro que o documento que comprova o casamento e a elegibilidade são itens totalmente diferentes. Não é porque a pessoa casou com um descendente que a elegibilidade de curta permanência vai ser automaticamente mudada por outra.

    Caso queira mudar a elegibilidade de curta permanência para outra de longa permanência, ou se ainda a pessoa pretende trabalhar no Japão, é necessário tomar os devidos procedimentos.

    July 29

    Ex-dekasseguis morrem no acidente da TAM

    Márcio de Andrade e Melissa Ura moraram no Japão entre 2002 e 2005, quando voltaram para o nascimento da filha

    do IPC Digital - ipcdigital.com
    Homenagem de uma amiga da família a Melissa, Alanis, Márcio e André
    Homenagem de uma amiga da família a Melissa, Alanis, Márcio e André ( )
     
    Homenagem de uma amiga da família a Melissa, Alanis, Márcio e André




    Entre as vítimas do acidente envolvendo o Airbus-A320 da TAM no dia 17, estavam três ex-dekasseguis de uma mesma família: Márcio Rogério de Andrade, 35, a esposa Melissa Ura, 29, André Ura, 25, irmão de Melissa e, Alanis, de 2 anos, filha de Melissa e Márcio.

    A ex-dekassegui Melissa Ura residia em Birigüi, interior paulista. No ano de 2001, casou-se com Márcio Rogério, ex-jogador profissional do Bandeirante, time da cidade. Em 2002, ela resolveu arrumar as malas e tentar a sorte no Japão juntamente com o marido. Como Márcio havia sido jogador de futebol, ele conseguiu um emprego em uma escolinha de futebol na cidade de Kawasaki, onde dava aulas. Enquanto isso, Melissa trabalhava em uma fábrica de alimentos. Em 2005, o casal resolveu voltar definitivamente ao Brasil, pois Melissa estava grávida da filha Alanis. Após o retorno, Márcio começou a atuar como empresário de jogadores.

    Bastante abalados, parentes da ex-dekassegui ainda estão perplexos com a perda inesperada de quatro pessoas da família. "Estamos muito chocados e ainda não conseguimos acreditar como uma coisa dessas aconteceu", ressalta Davson Roberto Ura, primo de Melissa.


    Viagem

    Márcio se deslocou para Porto Alegre aproximadamente duas semanas antes do acidente para tratar de negócios. A esposa Melissa viajou no dia 13 de julho, juntamente com a filha e o irmão para encontrá-lo. A intenção era retornarem juntos para a cidade de Birigui.

    "No último contato que tive com Melissa ela estava um pouco triste, pois não poderia participar de uma festinha que a família faria no sábado. Ela estava acostumada a viajar de avião, pois já tinha ido ao Japão para trabalhar. Mas dizia que tinha medo dos momentos de aterrissagem e decolagem do avião", afirma o primo da ex-dekassegui.

    O irmão de Melissa, André Ura, também havia trabalhado por um ano como dekassegui, entre 2003 e 2004. Vários familiares de Melissa ainda continuam em terras japonesas. A mãe, ao saber do acidente, decidiu voltar do Japão, onde estava trabalhando em Yokohama (Kanagawa), para acompanhar o velório. Os corpos seriam velados primeiramente em Monte Aprazível, cidade natal de Márcio, e posteriormente trasladados para Birigüi.

    Na quinta-feira (19), parentes de vítimas do Acidente da TAM estiveram no Instituto Médico Legal (IML) para tentar o reconhecimento do corpo. Mas o trabalho é difícil em função do estado dos corpos. Segundo estimativas do IML, a identificação das vítimas não deve ser concluída em menos de um mês.


    :: Sobe para 11 as vítimas nikkeis do vôo 3054 ::


    • Akio Iwasaki - 70, era gerente nacional de vendas da Monange, empresa em que trabalhava havia 30 anos. Deixa mulher, dois filhos e dois netos.
    • Alanis Ura de Andrade - 2, filha de Márcio de Andrade, 35, e de Melissa Ura, 29, que também morreram.
    • André Ura Doná - 25, cunhado de Márcio Rogério Andrade, irmão de Melissa Ura e tio de Alanis, de 2 anos, que também estavam no vôo da TAM.
    • Ciro Numada - 47, casado, dois filhos. Era diretor administrativo-financeiro de uma concessionária de carros .
    • Enrico Shiohara - 31, casado, funcionário da empresa de tecnologia Vignette. Retornava para casa após uma demonstração de produtos em Porto Alegre.
    • Heurico Tomita - 51, engenheiro civil, morava em Maringá (PR) e era dono da empresa Consolit Engenharia e Sistemas Construtivos e diretor do Sindimetal (Sindicato das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e de Material Elétrico de Maringá). Voltava de uma viagem de trabalho. Era casado e deixa dois filhos.
    • Mariana Suzuki Sell - 30, advogada, natural da cidade de Campos (Rio de Janeiro). Filha de uma tradicional família da cidade, a jovem estudou em alguns países e chegou a ser bolsista na Universidade de Kyoto, no Japão, entre os anos de 2001 e 2003. Trabalhava na área de Direito Ambiental.
    • Melissa Ura - 29, esposa de Márcio Rogério Andrade, moradora de Birigüi (São Paulo), mãe de Alanis, de 2 anos, e irmã de André Ura, 25, também vítimas.
    • Mirtes Suda - 50, solteira, sem filhos, era natural de São Paulo e fazia parte da assessoria técnica da Abiquim (Associação Brasileira da Indústria Química).
    • Rogério Sato - 28, solteiro, funcionário do Banco Real, atendia a área de recuperação de crédito e fazia viagens rotineiras a Porto Alegre.
    • Vanda Ueda - 42, professora de Geografia do Departamento de Geociências da UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul). Natural de Urânia (São Paulo), Vanda havia se mudado para Porto Alegre há 8 anos para lecionar na universidade.

    July 17

    O que é Nikkei?

    do blog Burajiru


    Site interessante: Discovernikkei.org.
    O site está disponível em Inglês (sempre ele), Português, Espanhol e também em Japonês (até que enfim!).
    Logo que você chega ao site, depara com um grande banner que diz o seguinte:

    O que é Nikkei?
    Não estamos falando da Bolsa de Valores Japonesa.
    Estamos falando de gente Nikkei: emigrantes japoneses e seus descendentes que fundaram novas comunidades em todo o mundo.

    O conteúdo é riquíssimo: você pode pesquisar sobre a imigração japonesa em vários países do mundo, pode pesquisar ainda sobre Nikkeis (pessoas) que fizeram e fazem história, e pode ainda inserir conteúdo (se for conteúdo "nikkei", claro).
    Apesar de no DiscoverNikkei existir um Fórum Comunitário, você só pode interagir através dele. Até o momento, não há maneiras de se comunicar via mensagens membro-a-membro.
    Site interessantíssimo para nikkeis, japoneses, e TODA pessoa que se interesse pela história da imigração japonesa ao redor do mundo.

    Área da Criança divulga cultura japonesa no Festival

    do site do Festival do Japão


    O 10º Festival do Japão conta novamente com um espaço exclusivo para as crianças. A Área da Criança atenderá o público gratuitamente nos três dias do evento, no Centro de Exposições Imigrantes.
    Para o coordenador Alexandre Tamanaha, o espaço será um sucesso. "Teremos muitas novidades, e o público infantil vai aprender um pouco sobre a cultura japonesa de uma forma divertida e gostosa”, explica.

    Seguindo a temática do ano de 2007 – Beleza Natural das Províncias Japonesas, as atividades da Área da Criança serão inspiradas no HANAMI (a tradição japonesa de apreciar as flores).

    Contando com espaço de 530 m2, as atividades estarão divididas em oito áreas: Narração de Contos e Lendas japonesas; Pintura & Arte; Origamis; Mini Festival das Estrelas; Brinquedos Tradicionais Japoneses; Labirinto do Jizô-Sama; Hanami; Pintura de Rosto e Concurso de Sorriso.

    A narração de contos e lendas japonesas terá a presença da Associação Viva e Deixe Viver, entidade que realiza o entretenimento e informação educacional por meio do estímulo à leitura, contando histórias para crianças em hospitais.

    Organizada pela ONG Centro Marta Kuboiama, a atividade de Pintura & Arte possibilitará que as crianças conheçam símbolos e princípios japoneses de escrita através dos desenhos e figuras. Na Pintura de Rosto e Concurso de Sorriso, as crianças terão contato com pinturas de rosto que remetem à maquiagem tradicional japonesa.

    O Mini Festival das Estrelas é uma atividade criada exclusivamente para a Área da Criança. O Tanabata Matsuri é um dos festivais de origem oriental mais conhecidos no Brasil. Seu grande reconhecimento tem base na combinação da lenda do festival, somado à decoração colorida dos enfeites e da esperança dos pedidos que são feitos durante este festival.

    Os grupos escoteiros Águia de Haia e Caramuru organizam a atividade do Hanami, um piquenique que acontece na época que as flores de cerejeira (sakura) começam a cair. Segundo a tradição, quando estas pétalas caem na sua tigela (tchawan) é um sinal de boa sorte. A atividade reproduzirá esta tradição japonesa em horários específicos.

    Especial sobre imigração japonesa no JT

    June 12

    Mudar-se, no Japão, exige cuidados específicos

    Mudar-se, no Japão, exige cuidados específicos

    Antes de partir para a nova morada, é preciso tomar algumas providências

    Aichi, Nagoya - Danilo Nuha/IPCJAPAN
    A mudança vai além da transferência de objetos de um lugar para outro
    A mudança vai além da transferência de objetos de um lugar para outro ( )
     
    A mudança vai além da transferência de objetos de um lugar para outro


    Mudar de casa gera problemas em qualquer lugar. Encaixotar as coisas, cancelar água, luz, gás, telefone, comunicar o correio. Tudo isso toma tempo. Agora, mudar de endereço no Japão, é um pouco mais trabalhoso. A pessoa deve mudar o endereço na prefeitura, se adaptar ao novo calendário da coleta de lixo, comunicar ao seguro de saúde, entre outros processos burocráticos. No caso de quem está se mudando, mas que continua trabalhando na mesma empreiteira, pode receber auxílio do empregador para resolver esses detalhes. Nos apartamentos públicos (danchi), o trâmite pode ser negociado direto na prefeitura.

    Mas, quando a pessoa opta por encontrar um novo endereço sem contar com a ajuda da empresa ou da prefeitura, é necessário prestar atenção para alguns detalhes. "Muita gente muda de endereço sem antes procurar saber de algumas informações extremamente importantes. A gente escuta muitas reclamações de moradores que estão num novo local sem saber, por exemplo, os dias da coleta de lixo", explica Yumi Ishii, intérprete da prefeitura de Hamamatsu (Shizuoka).

    Yumi diz que o primeiro passo, independente do tipo de mudança, é procurar se adaptar aos hábitos do local escolhido. "Em alguns lugares aqui de Shizuoka, existem associações de moradores que cobram um pequeno valor de mensalidade e, quando alguém dessa entidade vai cobrar, as pessoas acham estranho. Mas aqui no Japão isso é muito normal, o problema é que alguns brasileiros não entendem", revela.

    Segundo Yumi, o ideal é procurar a prefeitura logo na primeira semana no novo endereço. "Para cada região existe uma regra diferente e nas cidades com grande concentração de brasileiros, sempre existe um informativo ou intérprete em português", afirma. As famílias que recebem o auxílio infância, também devem comunicar na prefeitura. "Esse é outro ponto importante porque se os pais não comunicarem a mudança de endereço podem ter dificuldade em receber os atrasados", alerta.

    Intérprete na prefeitura de Minokamo (Gifu), Noriko Kubota, comenta que as pessoas costumam pedir informações sobre mudança de endereço em algumas épocas já determinadas. "Em Minokamo, as ligações aumentam no mês de fevereiro, que é o período de inscrição nas moradias públicas. Nesse caso, a prefeitura já passa todos os dados necessários", reforça. Kubota explica também que os brasileiros costumam pedir informações só depois que se mudaram de endereço. "O certo seria tirar as dúvidas antes mesmo da mudança, mas, nesse caso, a gente passa os dados de acordo com a necessidade", completa.

    Já na cidade de Suzuka (Mie), a intérprete Cecília Felisberto de Oliveira, diz que a prefeitura elaborou um informativo especial para os novos moradores. "Respostas para as dúvidas mais freqüentes podem ser encontradas na prefeitura. Quem for se mudar para Suzuka, pode pegar essas informações com os intérpretes daqui mesmo", ressalta.

     

    :: Formalidades na hora da mudança ::


    - Aviso de cancelamento do contrato de aluguel
    Pessoas que moram em residências alugadas devem avisar ao proprietário do imóvel um ou dois meses antes da data desejada de rescisão do contrato.


    - Coleta de lixos de mudanças
    Os lixos em grande quantidade são coletados pela prefeitura de sua região, porém é cobrado uma taxa pelo serviço. O lixo de grande porte (sodai gomi) deverá ser despejado conforme os procedimentos legais, nos dias e locais determinados. Televisão, ar condicionado, geladeira, máquina de lavar roupas não são coletados. Estes aparelhos devem ser recolhidos pelas lojas de onde foram adquiridos ou pelos estabelecimentos que recolhem os objetos para reciclagem. Também é cobrada a taxa de transporte.


    - Luz, água e gás
    Entrar em contato com as companhias de serviços públicos da região da área onde mora e comunicar o novo endereço, nome , número de telefone e quando será realizado o dia da mudança. Mencionar também o número da conta (okyakusama bango) que consta em cada recibo de pagamento, pois facilitará o trabalho das respectivas empresas.


    - Telefone
    Comunique a NTT (Telefone: 116 - sem o código regional) o dia da mudança e o novo endereço. Aqueles que realizaram contrato com outras empresas telefônicas, devem avisar diretamente a elas. Solicite o desligamento do telefone para o dia seguinte, pois o aparelho ligado será útil na hora da mudança.


    - Correio
    Existe um serviço gratuito que reencaminha suas correspondências ao novo endereço durante um ano. Informe-se na agência mais próxima.


    - Instituições Financeiras
    Comunique a mudança de endereço, pessoalmente ou via correio.


    - Seguro Nacional de Saúde (Kokumin Kenkoo Hoken)
    As pessoas cadastradas no seguro deverão comparecer a prefeitura local para devolver a carteira de saúde.



    :: Após a mudança ::


    - Registro da carteira de estrangeiro.
    Compareça a prefeitura municipal do novo endereço no prazo de 14 dias.


    - Registro do inkan (carimbo pessoal)
    Deverá ser transferido para o novo endereço


    - Pensão Nacional e Seguro Nacional de Saúde
    As pessoas inscritas devem se inscrever na regional do novo endereço.


    - Carteira de motorista
    Munido de um comprovante do atual endereço, dirigir-se a delegacia mais próxima de sua residência, ou ao local do exame da carteira de motorista. Quando for transferência de outras províncias é preciso levar uma foto de 3cm x 2,4cm.

    - Energia Elétrica
    Na região oeste do Japão, a voltagem utilizada é de 100 volts 60 hertz, e no lado leste, a voltagem é de 100 volts 50 hertz. Antes de usar qualquer aparelho elétrico, verifique se a voltagem e freqüência combinam com o padrão da região. Dependendo do aparelho, talvez não seja possível utilizá-lo.


    - Gás
    São de dois tipos: o gás de rua e o gás propano (botijão). O uso inadequado do gás pode ocasionar acidentes. Verifique o tipo de gás usado em sua região, pois difere de um lugar para outro, inclusive se o aparelho de gás utilizado anteriormente em outra área for diferente, haverá necessidade de adaptação.

    June 11

    MEC avalia escolas brasileiras no Japão

    do IPC on line

    MEC avalia escolas brasileiras no Japão

    Uma realidade preocupante detectada nesse estudo foi a inadimplência dos alunos, estimada em 30%

    São Paulo - Flávio Nishimori/IPCJAPAN

    Um relatório do Ministério da Educação do Brasil (MEC) mostra a evolução do número das escolas brasileiras no Japão. O estudo, ao qual o ipcdigital.com teve acesso, analisou 75 estabelecimentos de ensino em funcionamento em dezembro de 2005 e traça um panorama desse segmento voltado à comunidade brasileira. Revela, por exemplo, que as primeiras escolas se estabeleceram no ano de 1995. Na época, eram cinco instituições. Em dez anos, houve um aumento de mais de dez vezes deste número.

    A pesquisa também delineou o mapa de localização das escolas. De acordo com o MEC, existem estabelecimentos de ensino brasileiros em funcionamento em 12 províncias, com maior concentração em Shizuoka (15), Aichi (14), Nagano (12) e Gunma (9).

    Um dado interessante apontado na pesquisa é que a maioria das escolas brasileiras era de pequeno porte. Dezoito tinham entre 1 e 50 alunos e 19 agrupavam de 51 a 100 estudantes. No entanto, observou-se também que dois estabelecimentos mantinham de 400 a 450 estudantes.

    Uma realidade preocupante detectada nesse estudo foi a inadimplência dos alunos, estimada em 30%. Uma escola, por exemplo, em função dessa falta de pagamento, estaria arcando com um prejuízo de cerca de ¥ 6 milhões anuais na época.


    Dados preocupantes

    Um outro levantamento recente realizado pelas autoridades japonesas e encaminhado para o MEC no Brasil também contém dados para uma reflexão tanto do governo brasileiro quanto do Japão.

    O número de brasileiros no ensino fundamental no país gira em torno de 26 mil crianças, entre 5 e 14 anos. Seis mil estão em escolas brasileiras e sete mil em instituições japonesas onde há algum tipo de reforço para os brasileiros. Aliás, foi por esse motivo que se conseguiu catalogar esses números. Com relação aos restantes 13 mil, e nesse particular reside a grande questão, não se sabe ao certo se estão em escolas japonesas ou se não freqüentam nenhum tipo de estabelecimento.

    "É um motivo de grande preocupação, pois se fizermos uma projeção otimista diríamos que 50% desse total esteja mesmo estudando. Mesmo assim, a quantidade de alunos fora das escolas é expressiva. A nossa principal dificuldade é saber onde estão essas pessoas para tentar estabelecer alguma estratégia a fim de ajudar a solucionar essa problemática", afirma a assessora do MEC Claudia Soares.


    foto: Blog do acessa SP
    Technorati Profile
    June 08

    Imigração Japonesa em Frei Rogério, SC


    Assim como no Japão, a floração da cerejeira é uma festividade conservada até hoje em São Joaquim e Frei Rogério

    A cerejeira que floresce no Estado

    Documentário refaz a trajetória dos japoneses em solo catarinense

    JÉFERSON LIMA
    Florianópolis

    Vindo do Japão, em 18 de junho de 1908, atracava no porto de Santos o navio Kasato Maru. A bordo estavam 158 famílias, num total de 781 pessoas. Era o início do primeiro movimento migratório japonês para o Brasil. Até 1929, calcula-se que 40 mil japoneses se fixaram na região Nordeste de São Paulo. Nos anos 50 e 60, houve um fluxo de imigrantes japoneses para Santa Catarina. Parte deles vinda de São Paulo, onde tinha se fixado no começo do século, e outra leva chegada diretamente do Japão.
    Como em 2008 esta história completa cem anos, o cineasta Gilson Giehl está finalizando o documentário “Nipo-catarinenses”, que conta a trajetória dos japoneses e descendentes no Estado. O trabalho narra o processo de adaptação à nova cultura, como a dificuldade dos colonizadores com o aprendizado do português e a construção do Parque da Paz por sobreviventes da bomba atômica de Nagasaki, em Frei Rogério, no Planalto Serrano. Até a paixão dos japoneses por karaokê aparece na produção.
    “São relatos históricos contados pelos primeiros imigrantes que aqui chegaram e fatos atuais ligados à herança japonesa”, descreve Giehl. Inicialmente, os japoneses trabalharam no cultivo do café em São Paulo. Mas foi nos anos 50 que descobriram o clima frio da região Sul do Brasil e introduziram no País o cultivo de maçã e, mais recentemente, de kiwi. As regiões habitadas por japoneses têm algumas especificidades, conforme explica Giehl.
    Em Caçador, por exemplo, nos anos 60, chegaram 38 famílias. A cidade ainda é habitada pelos primeiros imigrantes e descendentes. Os que vivem em Frei Rogério são mais reservados. Chegaram no final dos anos 50, depois da devastação provocada pela Segunda Guerra Mundial. Pretendiam enriquecer e voltar para o Japão, mas prosperaram e criaram amor pelo solo brasileiro.
    Outro aspecto apresentado no documentário é a valorização das estações do ano. Muitos costumes e tradições estão ligados ao clima. Isso fica evidente na floração da cerejeira, festividade conservada até hoje nas colônias catarinenses. Especialmente em São Joaquim e Frei Rogério, onde dançam e cantam sob as cerejeiras.
    “Nipo-catarinenses” terá 38 minutos de duração, e ainda não tem data de estréia. O documentário é patrocinado pela Agência de Cooperação Internacional do Japão (Jica) e Federação das Associações Nikkeys do Estado.

    jeferson.lima@an.com.br

    http://www.an.com.br/2007/abr/16/0ane.jsp

    No coração de Santa Catarina, Frei Rogério é uma das maiores colônias japonesas do sul do Brasil.

    Data de fundação - 20 de julho de 1995.
    Data festiva - 20 de julho (aniversário da cidade).
    Principais atividades econômicas - Agricultura, com ênfase na produção de alho, feijão e pêra, de que é a maior produtora estadual.
    População - 3.000 habitantes.
    Colonização - Japonesa, italiana, alemã.
    Principais etnias - Japonesa, italiana, alemã e cabocla.
    Localização - Planalto Serrano, a 31 km de Curitibanos.
    Área - 156,9Km2.
    Clima - Temperado, médias entre 17º C e 28º C.
    Altitude - 950m acima do nível do mar.
    Cidades próximas - Curitibanos, Fraiburgo, Brunópolis, Monte Carlos.

     




    História

    Frei Rogério foi distrito de Curitibanos até 1995, quando se tornou independente. Foi colonizada por imigrantes italianos, alemães, japoneses e poloneses, que se dedicavam exclusivamente à agricultura. O primeiro registro da cidade data de 1949.


    Turismo

    A cultura japonesa está em toda a cidade - no artesanato, na dança, nas vestimentas, na delicadeza das flores de cerejeira. Visite o Parque Sino da Paz, que homenageia os sobreviventes japoneses da Segunda Guerra Mundial, e o Parque Sakura, arborizado com espécies trazidas do Japão, principalmente cerejeiras. A cidade também realiza várias festas ao longo do ano, como a Undokai, entre abril e maio; a Enguei-Kai, entre julho e agosto, e a Sakura Matsuri, ou Florada da Cerejeira, em setembro.

    Infra-estrutura turística - A infra-estrutura turística da cidade ainda é tímida, com poucos locais de hospedagem e restaurantes.

     


    Destaque

    Visite Frei Rogério especialmente na época da Sakura Matsuri, a Florada da Cerejeira, no mês de setembro. É um espetáculo belíssimo.

     


    Como Chegar

    Acesso pelas rodovias BR-470, SC-457 e SC-451, passando por Curitibanos - onde há um aeroporto de saibro, de 1.000m x 30m.


    Serviços

    Prefeitura Municipal - (49) 257 0000 (tel/fax).

     

    Mais Informações

    Email: pmfreirogerio@pwa.com.br

     

    #Q:As cidades onde se vive mais - Frei Rogério, SC:#

    http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EDG73430-5990,00.html  


    June 03

    noticias do dia

    Palestra oferece atualização para quem retorna do Japão
    Paraná Shimbun - Londrina,PR,Brazil
    Segundo uma pesquisa feita pelo Sebrae, em seu programa Dekassegui Empreendedor, 50% dos trabalhadores brasileiros no Japão pretendem retornar ao Brasil e ...
    Veja todos os artigos sobre este tópico
    Editorial: Como atrair os jovens para as associações?
    Paraná Shimbun - Londrina,PR,Brazil
    O contato com o Japão, através do movimento dekassegui, se por um lado desperta o lado brasileiro desses nikkeis no Japão, por outro tem levado-os a ...

    June 02

    O que é certificado de elegibilidade?

    CERTIFICADO DE ELEGIBILIDADE PARA SANSEIS E CÔNJUGES BRASILEIROS
    Para casos de sanseis e cônjuges brasileiros serão exigidos pelos Consulados do Japão (exceto Consulado do Japão em São Paulo, responsável pelos estados de SP, MS, MT e triângulo mineiro) o Certificado de Elegibilidade ou Zairyu Shikaku Nintei Shomeisho que, permitirá ao passageiro requerer junto ao Consulado do Japão o visto de permanência de 01 ou 03 anos, dependendo de cada caso. Para obter o Certificado, é importante que o requerente tenha um parente no Japão, pois o certificado é liberado pela Imigração Japonesa somente através de algum parente que resida no país. O parente mais próximo servirá de fiador para aqueles que desejam obter o visto de permanência.
    Para a solicitação do Certificado, serão exigidos documentos pessoais do requerente e do parente que reside no Japão.

    Obs. CERTIFICADO ELEGIBILIDADE PARA CASOS EM SÃO PAULO
    Os casos exigidos são para descendentes que possuem VISTO PERMANENTE ou JAPONES NATIVO, casados com brasileiro descendente ou não descendente, residente na jurisdição do Consulado de São Paulo.


    Documentos necessários
    Descendente
    Mandar os seguintes documentos para o Japão:

    • 01 Cópia autenticada da Certidão de Nascimento;
    • 01 Cópia autenticada da Certidão de Casamento (se for casado);
    • 01 Cópia autenticada da Certidão de Casamento dos pais;
    • 01 Cópia autenticada da Certidão de Nascimento dos pais (lado descendente);
    • 01 Cópia autenticada da Certidão de Casamento dos avós (no caso de sansei);
    • 01 Kosseki Tohon original ou 01 cópia simples;
    • 02 Fotos (3 X 4, colorida, fundo branco, sem data);
    • 01 Cópia simples das páginas (1, 2, 3) do passaporte;
    • Nome, endereço, telefone de contato do parente do passageiro que reside e trabalha no Japão;
    • Atestado de antecedente criminal da Polícia Civil;
    • Atestado de antecedente criminal da Polícia Federal;

    Cônjuge de Descendente
    Mandar os seguintes documentos para o Japão:

    • 01 Cópia autenticada da Certidão de Nascimento;
    • 01 Cópia autenticada da Certidão de Casamento (Validade de 02 meses);
    • 01 Cópia autenticada das páginas (1, 2, 3) do passaporte;
    • 02 Fotos (3 X 4, colorida, fundo branco, sem data);
    • No caso de casamento recente sem filhos, anexar fotos do casamento e de convívio do casal.

    O apresentado deverá anexar os seguintes documentos e dar entrada no centro de imigração mais próxima para solicitar o Certificado de Elegibilidade (ZAIRYU SHIKAKU NINTEI SHOMEISHO) – demora de 3 à 4 meses.
    • Cópia das páginas 1,2 e 3 todas as demais carimbadas do passaporte, inclusive o visto de entrada e Change Permit;
    • Original do Atestado de Trabalho (ZAISHOKU SHOMEISHO), que deve ser solicitado na empresa que a pessoa está trabalhando;
    • Original do Atestado de Residência (GAIJIN TOROKU SHOMEISHO), que deve ser solicitado na Prefeitura local;
    • Cópia da Carteira de Identidade de Estrangeiro (GAIJIN TOROKU) frente e verso;
    • 3 últimos Holerites;
    • Kosseki Tohon;


    De posse do Certificado de Elegibilidade, aparentado deverá envia-lo para o Brasil, para que dê entrada no visto no Consulado Japão.


    Ivoti, Cidade das Flores e dos Japoneses Gaúchos

    Ivoti ( Cidade das Flores) é onde tem a maior colônia japonesa no sul.

    Embora os imigrantes japoneses tenham chegado ao Brasil em 1908, só em 1956 a sua presença foi oficializada na Região Sul do país. Em 20 de agosto, desembarcaram no porto de Rio Grande aqueles que seriam considerados os primeiros imigrantes nipônicos. “Éramos 23 rapazes, todos solteiros”, lembra Kakayuki Kurihara, 73 anos, que estava a bordo do barco que atracou no Porto de Rio Grande. Kurihara é natural da província de Kumamoto, sul do Japão. A maior colônia japonesa do Estado encontra-se no município de Ivoti. As cidades de Gravataí, Viamão, Pelotas, Santa Maria, Caxias do Sul e Passo Fundo também são destaques da imigração oriental no RS

    Em 1966, os dirigentes municipais deram um belo exemplo de diversidade cultural, destinando uma área de terras para serem ocupadas por 26 famílias de imigrantes japoneses, surgia assim a Colônia Japonesa, produtora de uvas de mesa, kiwi, hortaliças e flores.

     

    Prefeitura Municipal
    Av. Pres. Lucena, 3527 93900-000 - Ivoti - RS
    Fone: (51) 3563.8800
    Fax: (51) 3563.1111
    Ivoti

    Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

    Ir para: navegação, pesquisa
    Município de Ivoti

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    Hino
    Aniversário
    Fundação 19 de outubro de 1964
    Gentílico Não disponível
    Lema
    Prefeito(a) Maria de Lourdes Bauermann ()
    Localização
    Localização de Ivoti
    29° 35' 27" S 51° 09' 39" O
    Estado Rio Grande do Sul
    Mesorregião Metropolitana de Porto Alegre
    Microrregião Gramado-Canela
    Região metropolitana
    Municípios limítrofes Não disponível
    Distância até a capital Não disponível
    Características geográficas
    Área 63,138 km²
    População 18.379 hab. est. 2006
    Densidade 291,1 hab./km²
    Altitude 127 metros
    Clima Subtropical-úmido CFA
    Fuso horário UTC -3
    Indicadores
    IDH 0,851 PNUD/2000
    PIB R$ 267.908.747,00 IBGE/2003
    PIB per capita R$ 15.782,55 IBGE/2003

    Ivoti é um município brasileiro do estado do Rio Grande do Sul. Localiza-se a uma latitude 29º35'28" sul e a uma longitude 51º09'38" oeste, estando a uma altitude de 127 metros. Sua população estimada em 2004 era de 17 443 habitantes. Possui uma área de 65,177 km².


    História

    O atual município de Ivoti teve parte de suas terras ocupadas, iniciamente, no século XVIII, por meio da criação de gado, na região conhecida como Faxinal do Courita, que deu origem aos hoje municípios de Ivoti, Estância Velha, Lindolfo Collor, Presidente Lucena, Dois Irmãos, Novo Hamburgo, Campo Bom e Sapiranga.

    No entanto, foi com a chegada dos imigrantes alemães ao Vale do Rio dos Sinos, em 1824, que os primeiros colonos, de fato, se fixaram nesta área, por volta de 1826 - embora algumas referências históricas indiquem o início da colonização entre 1824 e 1825.

    Os imigrantes que se dirigiam para esta área eram oriundos da região do Hunsrück, na atual Alemanha, naquela época pertencente à Prússia. A família que primeiro se fixou no vale do arroio Feitoria foi a família de Johan Heinrich Barghan, que precisou enfrentar inúmeras dificuldades, representadas pela presença de matas e animais.

    As primeiras denominações que esta região recebeu foram Berghanthal e Berghanschneis, que significam "vale" e " picada" dos Berghan. Pela Lei Provincial nº 635, de 4 de novembro de 1867, esta área passou a denominar-se Bom Jardim, constituindo o terceiro distrito de São Leopoldo.

    A denominação de Bom Jardim, escolhida em virtude destas terras serem propícias ao cultivo de flores, foi alterada pela Lei nº 7.199, de 31 de maio de 1938, para Ivoti, que significa "Flor", na língua Tupi-Guarani. Advém daí o fato de Ivoti ser conhecida como "Cidade das Flores".

    Dentre as primeiras linhas ou picadas que foram povoadas, destacam-se a Picada 48, a Picada Feijão (ou Bohnenthal) e a Nova Vila (ou Neudeutschland).

    Evolução histórica e política

    Pertencendo inicialmente a Porto Alegre e depois a São Leopoldo, com emancipação de Estância Velha, em 8 de setembro de 1959, Ivoti passou a constituir o primeiro distrito deste novo município.

    Pouco depois, iniciava-se o movimento que visava à emancipação de Ivoti, tendo-se organizado uma comissão (formada pelos senhores Osvino Gernhardt, Humbert Biersdorf, Cláudio Oscar Becker, Ervino Klein, Nicolau Fridolino Kunrath, Nelson Dietrich, Dante Dienstmann, Remi Holler), com a incumbência de fazer os contatos iniciais, promover reuniões para alcançar a esta meta.

    Tomadas as providências necessárias, foi realizado um plebicito a 12 de julho de 1964, no qual a população demonstrou-se plenamente favorável à emancipação. Em 19 de outubro de 1964, o então Governador do Estado Ildo Meneghetti, assinava a Lei nº 4.798, que criava o município de Ivoti.

    Foram imediatamente marcadas as eleições, para a escolha dos primeiros dirigentes do município, que foram empossados em 26 de janeiro de 1965. Foi escolhido como prefeito municipal Neldo Holler, e como vice-prefeito Jacob Schneider. A Câmara Municipal ficou assim constituída: Nilo Armando MüllerJúlio Schneider, Lauro Carlos Fröhlich, Flávio Klein, Hugo Birk, Neno Edgard Heinle e Orlando Alcelmo Seth. (presidente);

    Desde sua emancipação, Ivoti já teve os seguintes prefeitos:

    O Município de Ivoti, em 20 de março de 1992, perdeu parte de sua área total com o desmembramento de localidades que passaram a constituir os municípios de Lindolfo Collor e Presidente Lucena, criados por meio de lei sancionada pelo Governador Alceu Collares.

    Geografia

    O Município de Ivoti encontra-se numa área de transição entre a chamada Depressão Central e a Serra Geral, nos primeiros degraus da Serra ou Planalto Riograndense.

    Possui altitudes modestas, estando a sede municipal a apenas 144m acima do nível do mar. A estrutura geológica é constituída de rochas areníticas e basálticas. Os solos do município são principalmente argilo-arenosos, sem grande fertilidade e com muita acidez.

    Seus cursos de água - com destaque para o arroio Feitoria - fazem parte da bacia do rio Caí, embora o município integre a Associação de Municípios do Vale do Rio dos Sinos, devido a identidade sócio-econômico-cultural existente entre os municípios que a compõem.

    Seu clima é subtropical, notando-se perfeitamente a delimitação entre as quatro estações do ano. Esse tipo climático se caracteriza pela grande variação de temperatura, com verões quentes e invernos frios, e igualmente uma grande variação diária. Sua média termométrica é de 12ºC, com máximas ultrapassando 40ºC e mínimas atingindo abaixo de 0ºC.

    As chuvas abundantes, em certas épocas do ano, podem causar problemas de enchentes, geralmente no fim do inverno. Muitas vezes ocorrem, também, chuvas de granizo e geadas. Durante o inverno, a região recebe influência dos ventos frios provenientes da Antártida, determinando uma queda brusca de temperatura. Já os ventos quentes, provenientes do Norte, normalmente anunciam chuvas, atingindo a média anual de 1.600mm.

    No município existem pastagens naturais e artificiais, mata nativa e áreas de reflorestamento, com acácia negra e eucalipto.

    Economia

    Com o objetivo de satisfazer as necessidades vitais, o imigrante-colono começou a desenvolver atividades através da agricultura e da criação de gado, pois estas lhe forneceram os produtos básicos para sua sobrevivência.

    Abrindo as picadas e derrubando a mata, iniciou suas atividades plantando produtos de subsistência. E até hoje, a agricultura e a pecuária praticadas em ivoti são feitas em pequenas propriedades do tipo familiar, onde se cultiva aipim, milho, cana-de-açúcar, batata-doce, frutas e verduras. Alguns produtos são cultivados com fins comerciais, como os hortifrutigrangeiros produzidos na Colônia Ivoti.

    O cultivo de flores, favorecido pelo tipo de solo no Município, embeleza os jardins e concorre para que Ivoti seja, de fato, a "Cidade das Flores".

    A Colônia Ivoti, localizada no Vale das Palmeiras, foi criada em 1966 com a vinda de duas famílias de imigrantes japoneses, Sasada e Tanisaki. Possui uma área de cerca de 200 habitantes, dividida em 37 lotes, dos quais 7 ficam em Dois Irmãos e 30 em Ivoti.

    Atualmente, os principais produtos cultivados na Colônia Ivoti são as uvas de mesa, o kiwi, a bergamota, o caqui, as flores naturais (tanto para produção de mudas como para ornamentação) e as hortaliças (para consumo e produção de mudas). A agricultura desenvolvida é intensiva, com tecnologia importada e adaptada aos solos e clima da região.

    O desenvolvimento da pecuária no município tem por objetivo, principalmente, a produção de leite. Entretanto, além da bovinocultura, destacam-se também a avicultura e a suinocultura.

    Dentre as atividades industriais, destacam-se as do ramo coureiro-calçadista, de alimentação (incluindo laticínios) e de confecções (malharias).

    Aspectos Religiosos

    Dos imigrantes que vieram para esta região, cerca de 68% eram protestantes e 32% eram católicos. Para eles, a religião teve grande importância, pois somente através de sua organização em comunidades religiosas é que conseguiram preservar a sua língua e a sua cultura, e dar aos seus descendentes mediante a criação de escolas, a educação básica, já que o governo brasileiro não ofereceu apoio e as condições necessárias para o seu desenvolvimento.

    Em 1834, um grupo de imigrantes católicos começou a se reunir, e em 1857 foi feito o lançamento da pedra fundamental da primeira Igreja Católica de Bom Jardim. Nesta época, já dispertava como líder da comunidade o professor Mathias Schütz (1821-1896), nascido na Alemanha que trabalhou em Ivoti por longos 50 anos.

    A origem da Igreja Evangélica de Ivoti data de 1846, e Picada 48 Baixa, passando a atender também Bom Jardim, por volta de 1874. A pedra fundamental da Igreja Evangélica foi lançada em 1868. É importante destacar que a comunidade evangélica de Picada 48 Baixa é uma das mais antigas do Rio Grande do Sul.

    June 01

    Passaporte Brasileiro

    Passaporte Brasileiro

    Apresentar todos os documentos originais em um dos postos da Polícia Federal - www.dpf.gov.br (informações).

    - RG

    - CPF/CIC

    - 02 Fotos 5x7 fundo branco datadas

    - Certidão de nascimento ou casamento se for o caso

    - Título de eleitor com os dois últimos comprovantes de votação

    - Certificado de reservista

    - Formulário preenchido - Clique aqui para obter o formulário

    - Guia GRU-FUNAPOL pago - Clique aqui para preencher o formulário

    - Passaportes anteriores (se houver)

    Passaporte Japonês

    - Koseki Tohon (original atual até 6 meses)

    - 2 FOTOS 3,5 x 4,5 - Foto sem borda e que preencha as medidas constantes no desenho, a medida do rosto deverá ser do alto da cabeça (inclui o cabelo) até o queixo

    - Cópia autenticada do RG - autenticação recente

    - Comprovante de Residência (Nome e endereço) - original

    - Endereço do Japão (como referência) - nome e grau de parentesco

    - Passaportes anteriores (se houver)

    Observação: O passaporte anterior, não estando vencido o koseki tohon, poderá ser vencido ou cópia simples.

    Visto com certificado de elegibilidade (consulado do PR)

    Solicita-se os seguintes documentos para encaminhar o visto junto ao consulado geral de Curitiba-PR e que dependendo de cada caso o consulado poderá solicitar mais documentos.

    Passaporte ORIGINAL no mínimo de 06 MESES de validade

    Certificado de Elegibilidade ORIGINAL

    Formulário preenchido e assinado (assinatura igual a do passaporte). Se for criança e no passaporte colocou a digital, o pai ou mãe deverá assinar o formulário ou se a criança assinou no passaporte esta deverá assinar igual

    Uma foto 4,5 x 4,5 cm ou 3 x 4 cm recente sem data

    Comprovante de residência (conta de luz + telefone de contato)

    Informar o nome, endereço e telefone do parente no Japão que solicitou o certificado e grau de parentesco

    Informar a ocupação, com endereço e telefone comercial. (IMPORTANTE, porque o consulado pode ligar para confirmar)

    Informar se o solicitante é casado ou solteiro

    Cópia autenticada da certidão de nascimento do requerente

    Se casado(a) mandar cópia autenticada do casamento

    Cópia autenticada do RG do requerente

    Cópia autenticada do RG do pai e RG da mãe (parte descendente, se estiver no Japão, cópias do passaporte, páginas 1, 2, 3 + vistos e carimbos)

    Cópia autenticada do casamento dos pais da parte descendente

    Mandar cópias do passaporte do fiador  páginas 1, 2, 3 + vistos, reentry e carimbos

    Mandar passaporte antigo do solicitante

    Se for yonsei, deverá escrever uma declaração de próprio punho, explicando o que vai fazer no Japão.

    Nota: Se for encaminhado processo com família, além dos documentos dos pais no processo deles, deverá constar nos processos dos filhos + 01 cópia autenticada do RG dos pais e 01 cópia autenticada da certidão de casamento dos pais

    Quando o cônjuge for brasileiro só RG, nascimento e casamento próprio autenticados

    Visto para nissei (consulado do PR)

    DOCUMENTOS DO REQUERENTE

    - Passaporte atual validade no mínimo de 06 MESES + antigo ORIGINAIS

    - Comprovante de residência + título de eleitor + comprovante da última votação
    (cópia autenticada), conta de telefone (cópia autenticada)

    - Uma foto 3x4 recente e sem data

    - Formulário em inglês – assinado em uma via

    - Cópia autenticada Certidão de Nascimento e Casamento do requerente

    - Cópia autenticada do RG do passageiro

    - Cópia autenticada Certidão de Casamento dos pais

    - Cópia autenticada do RG do pai e da mãe do requerente. Obs: caso sejam
    falecidos, apresentar cópia autenticada da certidão de óbito

    - Koseki-Tohon original ( precisa estar na validade, máximo 02 –03 anos )

    Obs.: O Koseki deverá estar regularizado, isto é, o registro de casamento, naturalização, divórcio. Caso não conste os registros, poderá ser atualizado juntamente com o pedido de visto, desde que o kosseki seja original e dentro da validade de 06 meses

    DOCUMENTOS DO FIADOR

    - PARENTE OU AMIGO (Residentes no Japão)

    - Carta de Garantia “Mimoto-Hoshosho” – preenchido e assinado pelo fiador

    - Carta Explicativa “Shoheiriyusho” – expor os motivos e a relação com o
    requerente

    - Atestado de Residência do fiador “Toroku-Zumi-Shomeisho”(caso de brasileiros)
    ou “Juminhyo” (caso de japoneses) – original e validade de três meses

    - Atestado/Declaração de Trabalho do fiador “Zaishoku-Shomeisho” – original e
    validade de três meses

    - Declaração/Imposto de Renda do fiador “Gensen-Choshu-Hyo” – original

    - Três últimos Holerites do fiador – original

    - Cópias do passaporte do fiador – páginas 1, 2 e 3 mais as páginas com
    carimbos

    EMPRESA

    - Carta de Garantia em japonês “Mimoto-Hoshosho” – preenchido e assinado
    pelo fiador

    - Contrato de trabalho em Japonês “Koyo-Naiteisho” – preenchido pelo fiador

    - Atestado de Residência do fiador “Juminhyo”– original e validade de três
    meses

    - Atestado/Declaração de Trabalho do fiador “Zaishoku-Shomeisho” – original e
    validade de três meses

    Obs: A exigência deste documento pelo consulado de Curitiba serve, inclusive, para quem for diretor ou dono da empresa.

    - Declaração/Imposto de Renda do fiador “Gensen-Choshu-Hyo” – original

    Visto para acompanhante yonsei (consulado de SP)

    Visto específico para yonsei

    - Passaporte original (mínimo com 06 meses de validade), mais os passaportes
      anteriores se houver.

    - 01 foto 3x4 com fundo branco e recente (último seis meses)

    - Identidade do requerente (xerox autenticada)

    - Certidão de nascimento do requerente (xerox autenticada) - caso o declarante
       não seja o pai, precisa de inteiro teor

    - Certidão de nascimento do pai ou da mãe da família do Kosseki (xerox  
      autenticada) - caso o declarante não seja o pai, precisa de inteiro teor

    - Certidão de casamento dos pais (xerox autenticada)

    - Certidão de nascimento do avô ou avô da família do koseki-tohon

    - Certidão de casamento dos avós (xerox autenticada)

    - Certidão de casamento dos bisavós (xerox autenticada) - Caso conste no 
      Kosseki-Tohon, não há necessidade

    - Identidade ou certidão de óbito dos bisavós (xerox autenticada) - caso o óbito
      conste no Kosseki-Tohon não há necessidade

    - Kosseki-Tohon da família atual, com validade de 01 ano (original)

    - Sendo mestiço, fotos da infância até hoje com a família, todas identificadas


    Documentos do Japão

    - Carta de garantia - modelo padronizado pelo Consulado (original)
      (Mimoto Hosho-sho - em japonês, caso o responsável seja japonês)
      (em português, caso o responsável seja brasileiro)

    - Cópia completa de todos os passaportes

    - Atestado de trabalho (original)
      (Zaishoku shomei-sho - pede-se na firma onde trabalha)

    - Guensentyoshuhyo - os últimos holerites (original)
      (imposto de renda do ano anterior)

    - Comprovante de endereço (original)
      (Juminhyo - se o responsável for japonê)

    - Gaikokuji Tourokuzuminshomeisho (se o responsável for brasileiro)

    - Pré-contrato de trabalho-original
      (koyonaiteisho - pede-se na firma onde vai trabalhar)
      (no caso do responsável ser parente de primeiro grau não há necessidade,
      ou seja, pais cônjuges, irmão ou filhos)

    OBS: FICA A CRITÉRIO DO CONSULADO SOLICITAR MAIS DOCUMENTOS

    Visto para nissei e cônjuge brasileiro (consulado de SP)

    Documentos necessários para tirar visto de sansei

    - RG do requerente (xerox autenticada)

    - Certidão de nascimento do requerente (xerox autenticada)

    - Certidão de nascimento da mãe ou pai da parte da descendência (xerox
    autenticada)

    - Certidão de casamento dos pais (xerox autenticada)

    - RG ou óbito dos avós (xerox autenticada)

    - Certidão de casamento dos avós se não constar no kosseki-tohon

    - RG dos pais

    - Antecedentes criminal federal e atestado de antecedentes criminal civil

    - 2 fotos ¾ fundo branco sem data

    - Papel de visto

    - Passaporte

    - Certidão de nascimento dos irmãos

    - Inteiro teor do requerente se caso os pais não casaram e o declarante for
    outra pessoa e não o pai

    - Kosseki-tohon original

    - E se for mestiço, necessário fotos da infância até hoje


    Documentos necessários para cônjuge de sansei

    - RG do requerente (xerox autenticada)

    - Certidão de nascimento do requerente se tiver (xerox autenticada)

    - Certidão de casamento (xerox autenticada) 2º via atual com dois meses de
    validade para o dia da entrada do visto

    - 2 fotos ¾ fundo branco sem data

    - Papel de visto

    - Carta de garantia

    - Passaporte

    - Comprovante de residência, o máximo que tiver desde que vivem juntos e até
    hoje

    - Fotos de convivência, namoro, casamento e atual

    Obs: kosseki-tohon original todas as vias, uma cópia de cada