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October 30 Exclusivo para reentry: apenas 1650 dólares!
Mas há quem não queira diferencial ou ajuda alguma, necessite apenas da indicação de um emprego e a venda da passagem aérea. Temos notado isto dentre nossos clientes e passamos a oferecer uma nova proposta para os que já têm visto japonês (ou reentry): a colocação ao preço da passagem aérea, por apenas 1650 dólares! Oportunidade imperdível e sem precedentes! Se você está nesta situação, procure-nos agora! Converse em chat ao vivo no msn nrh_viagens@hotmail.com ou no nosso blog http://nrhviagens.wordpress.com August 27 No festival do Matrinxã, um exemplar da espécie dá vitória à equipe de São José do Rio ClaroSegunda, 27 de agosto de 2007, 06h58 CAMPEONATO DE PESCA No festival do Matrinxã, um exemplar da espécie dá vitória à equipe de São José do Rio Claro CARLOS MARTINS Redação/Secom-MT
Metade das dez primeiras colocadas incluiu em sua formação moradores da cidade. O primeiro lugar vem de uma família que mantém tradição de vencedores de competições de pesca. “A Grande Família”, formada por marido, esposa e um tio, pescou um único exemplar, mas que valeu 21 mil pontos. E o peixe fisgado das águas do Rio Arinos, por volta das 10h30, foi justamente aquele que empresta o nome ao festival: um matrinxã, com 60 centímetros. Organizado pelo governo do Estado, por meio da Secretaria de Desenvolvimento do Turismo, o campeonato estadual, em parceria com os campeonatos locais programados pelas Prefeituras, vem fomentando o turismo interno, movimentando a economia em todas as regiões de Mato Grosso. São amantes da pesca esportiva – na qual o peixe fisgado é devolvido ao rio – que se deslocam todo fim de semana para uma das etapas do campeonato. Eles levam, ou atraem, uma multidão de pessoas. São familiares, amigos, jovens ou adultos que simplesmente querem se divertir ou passar momentos descontraídos. Foi o que se viu em São José do Rio Claro, na etapa que reuniu cerca de 10 mil pessoas, durante os quatro dias que durou o VIII Festival de Pesca “O Matrinxã do Brasil”. Reunidos numa área de 25 hectares localizada a 16 quilômetros do centro da cidade, centenas de pessoas assistiram a largada às margens do rio Arinos das 47 embarcações que disputaram a etapa. Pela primeira vez, sinal de que o campeonato está se acirrando, as três equipes que ocupam as primeiras posições estavam entre os competidores que pontualmente, às 8h45 saíram em busca dos seus troféus. Durante a competição que terminou às 16h, de barco a barco, pelas águas do Arinos, correu logo a notícia de que uma equipe havia fisgado um matrinxã de 60 centímetros. Como cada centímetro valia 350 pontos (espécie com maior pontuação) segundo o regulamento local, a equipe a “Grande Família” já largava com 21 mil pontos. E a brincadeira entre os competidores era a seguinte: não tem problema, é só pegar um matrinxã de 61 centímetros. Ao final da competição, o casal Marcelo Martinez, a esposa Ângela (foi ela quem fisgou o matrinxã) e o tio Valter (já ganhou até carro em campeonato) ficaram aliviados. Ninguém conseguiu superar a marca. Quem ficou mais perto foi a equipe Surubi, de Diamantino, que tirou – e devolveu – às águas do Arinos um matrinxã de 56 centímetros. Com a presença do prefeito Massao Paulo Watanabe, do coordenador de Desenvolvimento do Turismo José Humberto Falcão (representante do secretário de Desenvolvimento do Turismo Pedro Nadaf), secretários municipais, no final da tarde foram entregues os prêmios. Para o primeiro colocado, além de um troféu da Sedtur, foram entregues um motor de popa de 15 HP e um barco de 6 metros; 2º colocado, um motor de popa de 15 HP; 3º, um barco de alumínio de 6 metros; 4º, um motor elétrico; 5º, um barraca para cinco pessoas e um kit de pesca; 6º uma barraca para quatro pessoas e um kit de pesca; 7º ao 10º, uma barraca para três pessoas e um kit de pesca. A classificação foi a seguinte: 1º lugar - Equipe “A Grande Família”, de São José do Rio Claro –
maior peixe (e único) um matrinxã com 60 centímetros – 21 mil pontos. No total, as equipes participantes capturaram 39 peixes. O maior foi da espécie 'Cachorra', com 79 centímetros. Para o campeonato estadual o primeiro colocado ganha 100 pontos. As demais colocações, até o décimo lugar, vai diminuindo 10 pontos. Com isso, a equipe Carajás, um dos três primeiros, ao conquistar o 10º lugar na etapa ganhou mais dez pontos no campeonato e continua na liderança, subindo de 590 para 600 pontos (13 etapas disputadas). Como não pontuaram na etapa, permanecem em segundo lugar a equipe Zero 60 (Carlinda), com 390 pontos (12 etapas disputadas) e em terceiro a equipe RR Torno e Solda (Porto Esperidião), também com 390 pontos, mas que tem uma etapa a menos (agora 11 etapas disputadas). August 11 Bati com meu carro em outro e não tinha seguro"Bati com meu carro em outro e não tinha seguro"Leitora pergunta por que a cobrança enviada pela seguradora difere do que foi cobrado inicialmenteipcdigital.com"Bati com meu carro em outro e eu não tinha seguro. O outro motorista também era brasileiro e junto fomos à delegacia. Ele me ligava todos os dias para que eu pagasse o prejuízo. Fui até uma funilaria e o orçamento ficou em ¥ 120 mil. Falei que pagaria com cartão de crédito. Mas, ele me solicitou o pagamento em dinheiro, no valor de ¥ 150 mil. Seis meses depois, me ligaram da seguradora dele pedindo que eu depositasse ¥ 200 mil. Como uma batida pode variar tanto de preço? O que posso fazer? Ele não me entregou nenhuma nota fiscal." (Mayumi, via email) Por Etsuo Ishikawa* Em acidentes de trânsito é necessário formalizar a ocorrência. A polícia, em qualquer circunstância, mesmo quando não vítimas, deve ser acionada. Dentre as atribuições policiais está o levantamento pericial técnico, onde será apurada a responsabilidade civil e penal por omissão, imperícia, imprudência ou negligência. Uma vez sacramentada a responsabilidade das partes e o percentual de culpa na ocorrência, fica esclarecida a responsabilidade de cada um. No tocante à situação da leitora, pelo menos três orçamentos deveriam ter sido realizados por oficinas, que informariam os valores para o conserto. O orçamento menor quase sempre é o escolhido. Cobrar um conserto do carro devido ao acidente é justo, desde que, os valores estejam devidamente justificados. Cabe, nesse caso, a exigência do orçamento, bem como as notas comprovando os gastos do conserto, sem os quais não legitima a cobrança dos valores. *Dr. Etsuo Ishikawa, consultor, advogado licenciado para atuar no Japão, faz parte do Conselho de Cidadãos e da Ordem dos Advogados do Japão, e preside a Associação Brasileira de Hamamatsu (ABRAH) Visto para pessoas que cometeram delitos no Japãodo IPC Digital, publicado em 03/08/2007Visto para pessoas que cometeram delitos no JapãoColunista do International Press responde dúvida de leitores sobre os procedimentos necessáriosTokyo - ipcdigital.com
"Tenho 23 anos, sou sansei e estou há 10 anos no Japão. Entre 2003 e 2005 acabei me envolvendo com pequenos furtos, e atualmente estou cumprindo pena em um presídio de Hiroshima. Meu visto vence este ano. Gostaria de saber se poderei renová-lo mesmo estando preso e, se uma vez detido, ainda terei chances de permanecer no Japão. Meus pais, minha esposa e meu filho (nascido no Japão), estão aqui no Japão e possuem visto permanente. Sei que na minha situação vai ser difícil passar pela avaliação da Imigração, mas me comportando bem e mostrando que estou realmente arrependido, não terei chances?" (CKFS, por carta) Por Takefumi Miyoshi No seu caso, posso afirmar que praticamente o leitor será deportado. Desde março do ano passado a Imigração requisita a condição de "boa conduta" para a avaliação da concessão do visto de longa permanência. Por trás dos motivos está o fato de que o governo queria acabar com o crescente número de crimes cometidos por parte de portadores de visto de longa permanência naturais do Brasil e outros países da América Latina. Por isso, para renovar o período de permanência agora é necessário apresentar o atestado de antecedentes criminais emitido pelo país de origem. No caso do leitor o crime foi cometido no Japão por isso não será necessário apresentar o atestado antecedentes criminais, mas realmente esta situação é infeliz. Como foi perguntado, é possível fazer a solicitação da renovação da elegibilidade mesmo estando preso, mas como disse antes, na atual situação, certamente o pedido não será aprovado. O leitor afirma que os pais, a esposa e o filho moram no Japão e todos possuem a elegibilidade de residente de caráter permanente, mas este fato infelizmente não será motivo para impedir a deportação. Compreendo que o leitor tenha refletido muito. Contudo a Imigração tem sido rigorosa, com exceção de casos especiais e acredito que não há possibilidade do leitor permanecer aqui. A minha afirmação pode ter ser rigorosa, mas esta é a realidade. É muito difícil obter visto antes do casamento?Esta é uma pergunta frequentemente feita aos atendentes no 0800 e no msn de nossa empresa. Achei uma resposta no IPC Digital, publicada em 03/08/2007
July 29 Ex-dekasseguis morrem no acidente da TAM
July 17 O que é Nikkei?do blog Burajiru
O que é Nikkei? O conteúdo é riquíssimo: você pode pesquisar sobre a imigração japonesa em vários países do mundo, pode pesquisar ainda sobre Nikkeis (pessoas) que fizeram e fazem história, e pode ainda inserir conteúdo (se for conteúdo "nikkei", claro). Apesar de no DiscoverNikkei existir um Fórum Comunitário, você só pode interagir através dele. Até o momento, não há maneiras de se comunicar via mensagens membro-a-membro. Site interessantíssimo para nikkeis, japoneses, e TODA pessoa que se interesse pela história da imigração japonesa ao redor do mundo. Área da Criança divulga cultura japonesa no Festivaldo site do Festival do Japão
Especial sobre imigração japonesa no JT
O
ano até a festa do centenário, 2008, será marcado pela volta dos
grandes investimentos japoneses no Brasil, em projetos de bilhões de
dólares |
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A mudança vai
além da transferência de objetos de um lugar para outro
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Mudar de casa gera problemas em qualquer lugar. Encaixotar as coisas, cancelar água, luz, gás, telefone, comunicar o correio. Tudo isso toma tempo. Agora, mudar de endereço no Japão, é um pouco mais trabalhoso. A pessoa deve mudar o endereço na prefeitura, se adaptar ao novo calendário da coleta de lixo, comunicar ao seguro de saúde, entre outros processos burocráticos. No caso de quem está se mudando, mas que continua trabalhando na mesma empreiteira, pode receber auxílio do empregador para resolver esses detalhes. Nos apartamentos públicos (danchi), o trâmite pode ser negociado direto na prefeitura.
Mas, quando a pessoa opta por encontrar um novo endereço sem contar com a ajuda da empresa ou da prefeitura, é necessário prestar atenção para alguns detalhes. "Muita gente muda de endereço sem antes procurar saber de algumas informações extremamente importantes. A gente escuta muitas reclamações de moradores que estão num novo local sem saber, por exemplo, os dias da coleta de lixo", explica Yumi Ishii, intérprete da prefeitura de Hamamatsu (Shizuoka).
Yumi diz que o primeiro passo, independente do tipo de mudança, é procurar se adaptar aos hábitos do local escolhido. "Em alguns lugares aqui de Shizuoka, existem associações de moradores que cobram um pequeno valor de mensalidade e, quando alguém dessa entidade vai cobrar, as pessoas acham estranho. Mas aqui no Japão isso é muito normal, o problema é que alguns brasileiros não entendem", revela.
Segundo Yumi, o ideal é procurar a prefeitura logo na primeira semana no novo endereço. "Para cada região existe uma regra diferente e nas cidades com grande concentração de brasileiros, sempre existe um informativo ou intérprete em português", afirma. As famílias que recebem o auxílio infância, também devem comunicar na prefeitura. "Esse é outro ponto importante porque se os pais não comunicarem a mudança de endereço podem ter dificuldade em receber os atrasados", alerta.
Intérprete na prefeitura de Minokamo (Gifu), Noriko Kubota, comenta que as pessoas costumam pedir informações sobre mudança de endereço em algumas épocas já determinadas. "Em Minokamo, as ligações aumentam no mês de fevereiro, que é o período de inscrição nas moradias públicas. Nesse caso, a prefeitura já passa todos os dados necessários", reforça. Kubota explica também que os brasileiros costumam pedir informações só depois que se mudaram de endereço. "O certo seria tirar as dúvidas antes mesmo da mudança, mas, nesse caso, a gente passa os dados de acordo com a necessidade", completa.
Já na cidade de Suzuka (Mie), a intérprete Cecília Felisberto de Oliveira, diz que a prefeitura elaborou um informativo especial para os novos moradores. "Respostas para as dúvidas mais freqüentes podem ser encontradas na prefeitura. Quem for se mudar para Suzuka, pode pegar essas informações com os intérpretes daqui mesmo", ressalta.
:: Formalidades na hora da mudança ::
- Aviso de cancelamento do contrato de aluguel
Pessoas
que moram em residências alugadas devem avisar ao proprietário do
imóvel um ou dois meses antes da data desejada de rescisão do contrato.
- Coleta de lixos de mudanças
Os
lixos em grande quantidade são coletados pela prefeitura de sua região,
porém é cobrado uma taxa pelo serviço. O lixo de grande porte (sodai
gomi) deverá ser despejado conforme os procedimentos legais, nos dias e
locais determinados. Televisão, ar condicionado, geladeira, máquina de
lavar roupas não são coletados. Estes aparelhos devem ser recolhidos
pelas lojas de onde foram adquiridos ou pelos estabelecimentos que
recolhem os objetos para reciclagem. Também é cobrada a taxa de
transporte.
- Luz, água e gás
Entrar
em contato com as companhias de serviços públicos da região da área
onde mora e comunicar o novo endereço, nome , número de telefone e
quando será realizado o dia da mudança. Mencionar também o número da
conta (okyakusama bango) que consta em cada recibo de pagamento, pois
facilitará o trabalho das respectivas empresas.
- Telefone
Comunique
a NTT (Telefone: 116 - sem o código regional) o dia da mudança e o novo
endereço. Aqueles que realizaram contrato com outras empresas
telefônicas, devem avisar diretamente a elas. Solicite o desligamento
do telefone para o dia seguinte, pois o aparelho ligado será útil na
hora da mudança.
- Correio
Existe
um serviço gratuito que reencaminha suas correspondências ao novo
endereço durante um ano. Informe-se na agência mais próxima.
- Instituições Financeiras
Comunique a mudança de endereço, pessoalmente ou via correio.
- Seguro Nacional de Saúde (Kokumin Kenkoo Hoken)
As pessoas cadastradas no seguro deverão comparecer a prefeitura local para devolver a carteira de saúde.
:: Após a mudança ::
- Registro da carteira de estrangeiro.
Compareça a prefeitura municipal do novo endereço no prazo de 14 dias.
- Registro do inkan (carimbo pessoal)
Deverá ser transferido para o novo endereço
- Pensão Nacional e Seguro Nacional de Saúde
As pessoas inscritas devem se inscrever na regional do novo endereço.
- Carteira de motorista
Munido
de um comprovante do atual endereço, dirigir-se a delegacia mais
próxima de sua residência, ou ao local do exame da carteira de
motorista. Quando for transferência de outras províncias é preciso
levar uma foto de 3cm x 2,4cm.
- Energia Elétrica
Na
região oeste do Japão, a voltagem utilizada é de 100 volts 60 hertz, e
no lado leste, a voltagem é de 100 volts 50 hertz. Antes de usar
qualquer aparelho elétrico, verifique se a voltagem e freqüência
combinam com o padrão da região. Dependendo do aparelho, talvez não
seja possível utilizá-lo.
- Gás
São
de dois tipos: o gás de rua e o gás propano (botijão). O uso inadequado
do gás pode ocasionar acidentes. Verifique o tipo de gás usado em sua
região, pois difere de um lugar para outro, inclusive se o aparelho de
gás utilizado anteriormente em outra área for diferente, haverá
necessidade de adaptação.
do IPC on lineMEC avalia escolas brasileiras no JapãoUma realidade preocupante detectada nesse estudo foi a inadimplência dos alunos, estimada em 30%São Paulo - Flávio Nishimori/IPCJAPAN | ||
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Assim como no Japão, a floração da cerejeira é uma festividade conservada até hoje em São Joaquim e Frei Rogério
A cerejeira que floresce no Estado
Documentário refaz a trajetória dos japoneses em solo catarinense
JÉFERSON LIMA
Florianópolis
Vindo
do Japão, em 18 de junho de 1908, atracava no porto de Santos o navio
Kasato Maru. A bordo estavam 158 famílias, num total de 781 pessoas.
Era o início do primeiro movimento migratório japonês para o Brasil.
Até 1929, calcula-se que 40 mil japoneses se fixaram na região Nordeste
de São Paulo. Nos anos 50 e 60, houve um fluxo de imigrantes japoneses
para Santa Catarina. Parte deles vinda de São Paulo, onde tinha se
fixado no começo do século, e outra leva chegada diretamente do Japão.
Como em 2008 esta história completa cem anos, o cineasta Gilson Giehl
está finalizando o documentário “Nipo-catarinenses”, que conta a
trajetória dos japoneses e descendentes no Estado. O trabalho narra o
processo de adaptação à nova cultura, como a dificuldade dos
colonizadores com o aprendizado do português e a construção do Parque
da Paz por sobreviventes da bomba atômica de Nagasaki, em Frei Rogério,
no Planalto Serrano. Até a paixão dos japoneses por karaokê aparece na
produção.
“São relatos históricos contados pelos primeiros imigrantes que aqui
chegaram e fatos atuais ligados à herança japonesa”, descreve Giehl.
Inicialmente, os japoneses trabalharam no cultivo do café em São Paulo.
Mas foi nos anos 50 que descobriram o clima frio da região Sul do
Brasil e introduziram no País o cultivo de maçã e, mais recentemente,
de kiwi. As regiões habitadas por japoneses têm algumas
especificidades, conforme explica Giehl.
Em Caçador, por exemplo, nos anos 60, chegaram 38 famílias. A cidade
ainda é habitada pelos primeiros imigrantes e descendentes. Os que
vivem em Frei Rogério são mais reservados. Chegaram no final dos anos
50, depois da devastação provocada pela Segunda Guerra Mundial.
Pretendiam enriquecer e voltar para o Japão, mas prosperaram e criaram
amor pelo solo brasileiro.
Outro aspecto apresentado no documentário é a valorização das estações
do ano. Muitos costumes e tradições estão ligados ao clima. Isso fica
evidente na floração da cerejeira, festividade conservada até hoje nas
colônias catarinenses. Especialmente em São Joaquim e Frei Rogério,
onde dançam e cantam sob as cerejeiras.
“Nipo-catarinenses” terá 38 minutos de duração, e ainda não tem data de
estréia. O documentário é patrocinado pela Agência de Cooperação
Internacional do Japão (Jica) e Federação das Associações Nikkeys do
Estado.
jeferson.lima@an.com.br
http://www.an.com.br/2007/abr/16/0ane.jsp
No coração de Santa Catarina, Frei Rogério é uma das maiores colônias japonesas do sul do Brasil.
Data de fundação - 20 de julho de 1995.
Data festiva - 20 de julho (aniversário da cidade).
Principais atividades econômicas - Agricultura, com ênfase na produção de alho, feijão e pêra, de que é a maior produtora estadual.
População - 3.000 habitantes.
Colonização - Japonesa, italiana, alemã.
Principais etnias - Japonesa, italiana, alemã e cabocla.
Localização - Planalto Serrano, a 31 km de Curitibanos.
Área - 156,9Km2.
Clima - Temperado, médias entre 17º C e 28º C.
Altitude - 950m acima do nível do mar.
Cidades próximas - Curitibanos, Fraiburgo, Brunópolis, Monte Carlos.
História
Frei Rogério foi distrito de Curitibanos até 1995, quando se tornou
independente. Foi colonizada por imigrantes italianos, alemães,
japoneses e poloneses, que se dedicavam exclusivamente à agricultura. O
primeiro registro da cidade data de 1949.
Turismo
A cultura japonesa está em toda a cidade - no artesanato, na dança, nas
vestimentas, na delicadeza das flores de cerejeira. Visite o Parque
Sino da Paz, que homenageia os sobreviventes japoneses da Segunda
Guerra Mundial, e o Parque Sakura, arborizado com espécies trazidas do
Japão, principalmente cerejeiras. A cidade também realiza várias festas
ao longo do ano, como a Undokai, entre abril e maio; a Enguei-Kai,
entre julho e agosto, e a Sakura Matsuri, ou Florada da Cerejeira, em
setembro.
Infra-estrutura turística - A infra-estrutura turística da cidade ainda é tímida, com poucos locais de hospedagem e restaurantes.
Destaque
Visite Frei Rogério especialmente na época da Sakura Matsuri, a Florada
da Cerejeira, no mês de setembro. É um espetáculo belíssimo.
Como Chegar
Acesso pelas rodovias BR-470, SC-457 e SC-451, passando por Curitibanos - onde há um aeroporto de saibro, de 1.000m x 30m.
Serviços
Prefeitura Municipal - (49) 257 0000 (tel/fax).
Mais Informações
Email: pmfreirogerio@pwa.com.br
#Q:As cidades onde se vive mais - Frei Rogério, SC:#
http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EDG73430-5990,00.html
Palestra oferece atualização para quem retorna do Japão
Paraná Shimbun - Londrina,PR,Brazil
Segundo uma pesquisa feita pelo Sebrae, em seu programa Dekassegui
Empreendedor, 50% dos trabalhadores brasileiros no Japão pretendem
retornar ao Brasil e ...
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Editorial: Como atrair os jovens para as associações?
Paraná Shimbun - Londrina,PR,Brazil
O contato com o Japão, através do movimento dekassegui, se por um
lado desperta o lado brasileiro desses nikkeis no Japão, por outro tem
levado-os a ...
Em 1966, os dirigentes municipais deram um belo exemplo de diversidade cultural, destinando uma área de terras para serem ocupadas por 26 famílias de imigrantes japoneses, surgia assim a Colônia Japonesa, produtora de uvas de mesa, kiwi, hortaliças e flores.
Prefeitura Municipal
Av. Pres. Lucena, 3527 93900-000 - Ivoti - RS
Fone: (51) 3563.8800
Fax: (51) 3563.1111
Ivoti
| Município de Ivoti | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
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Ivoti é um município brasileiro do estado do Rio Grande do Sul. Localiza-se a uma latitude 29º35'28" sul e a uma longitude 51º09'38" oeste, estando a uma altitude de 127 metros. Sua população estimada em 2004 era de 17 443 habitantes. Possui uma área de 65,177 km².
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O atual município de Ivoti teve parte de suas terras ocupadas, iniciamente, no século XVIII, por meio da criação de gado, na região conhecida como Faxinal do Courita, que deu origem aos hoje municípios de Ivoti, Estância Velha, Lindolfo Collor, Presidente Lucena, Dois Irmãos, Novo Hamburgo, Campo Bom e Sapiranga.
No entanto, foi com a chegada dos imigrantes alemães ao Vale do Rio dos Sinos, em 1824, que os primeiros colonos, de fato, se fixaram nesta área, por volta de 1826 - embora algumas referências históricas indiquem o início da colonização entre 1824 e 1825.
Os imigrantes que se dirigiam para esta área eram oriundos da região do Hunsrück, na atual Alemanha, naquela época pertencente à Prússia. A família que primeiro se fixou no vale do arroio Feitoria foi a família de Johan Heinrich Barghan, que precisou enfrentar inúmeras dificuldades, representadas pela presença de matas e animais.
As primeiras denominações que esta região recebeu foram Berghanthal e Berghanschneis, que significam "vale" e " picada" dos Berghan. Pela Lei Provincial nº 635, de 4 de novembro de 1867, esta área passou a denominar-se Bom Jardim, constituindo o terceiro distrito de São Leopoldo.
A denominação de Bom Jardim, escolhida em virtude destas terras serem propícias ao cultivo de flores, foi alterada pela Lei nº 7.199, de 31 de maio de 1938, para Ivoti, que significa "Flor", na língua Tupi-Guarani. Advém daí o fato de Ivoti ser conhecida como "Cidade das Flores".
Dentre as primeiras linhas ou picadas que foram povoadas, destacam-se a Picada 48, a Picada Feijão (ou Bohnenthal) e a Nova Vila (ou Neudeutschland).
Pertencendo inicialmente a Porto Alegre e depois a São Leopoldo, com emancipação de Estância Velha, em 8 de setembro de 1959, Ivoti passou a constituir o primeiro distrito deste novo município.
Pouco depois, iniciava-se o movimento que visava à emancipação de Ivoti, tendo-se organizado uma comissão (formada pelos senhores Osvino Gernhardt, Humbert Biersdorf, Cláudio Oscar Becker, Ervino Klein, Nicolau Fridolino Kunrath, Nelson Dietrich, Dante Dienstmann, Remi Holler), com a incumbência de fazer os contatos iniciais, promover reuniões para alcançar a esta meta.
Tomadas as providências necessárias, foi realizado um plebicito a 12 de julho de 1964, no qual a população demonstrou-se plenamente favorável à emancipação. Em 19 de outubro de 1964, o então Governador do Estado Ildo Meneghetti, assinava a Lei nº 4.798, que criava o município de Ivoti.
Foram imediatamente marcadas as eleições, para a escolha dos primeiros dirigentes do município, que foram empossados em 26 de janeiro de 1965. Foi escolhido como prefeito municipal Neldo Holler, e como vice-prefeito Jacob Schneider. A Câmara Municipal ficou assim constituída: Nilo Armando MüllerJúlio Schneider, Lauro Carlos Fröhlich, Flávio Klein, Hugo Birk, Neno Edgard Heinle e Orlando Alcelmo Seth. (presidente);
Desde sua emancipação, Ivoti já teve os seguintes prefeitos:
O Município de Ivoti, em 20 de março de 1992, perdeu parte de sua área total com o desmembramento de localidades que passaram a constituir os municípios de Lindolfo Collor e Presidente Lucena, criados por meio de lei sancionada pelo Governador Alceu Collares.
O Município de Ivoti encontra-se numa área de transição entre a chamada Depressão Central e a Serra Geral, nos primeiros degraus da Serra ou Planalto Riograndense.
Possui altitudes modestas, estando a sede municipal a apenas 144m acima do nível do mar. A estrutura geológica é constituída de rochas areníticas e basálticas. Os solos do município são principalmente argilo-arenosos, sem grande fertilidade e com muita acidez.
Seus cursos de água - com destaque para o arroio Feitoria - fazem parte da bacia do rio Caí, embora o município integre a Associação de Municípios do Vale do Rio dos Sinos, devido a identidade sócio-econômico-cultural existente entre os municípios que a compõem.
Seu clima é subtropical, notando-se perfeitamente a delimitação entre as quatro estações do ano. Esse tipo climático se caracteriza pela grande variação de temperatura, com verões quentes e invernos frios, e igualmente uma grande variação diária. Sua média termométrica é de 12ºC, com máximas ultrapassando 40ºC e mínimas atingindo abaixo de 0ºC.
As chuvas abundantes, em certas épocas do ano, podem causar problemas de enchentes, geralmente no fim do inverno. Muitas vezes ocorrem, também, chuvas de granizo e geadas. Durante o inverno, a região recebe influência dos ventos frios provenientes da Antártida, determinando uma queda brusca de temperatura. Já os ventos quentes, provenientes do Norte, normalmente anunciam chuvas, atingindo a média anual de 1.600mm.
No município existem pastagens naturais e artificiais, mata nativa e áreas de reflorestamento, com acácia negra e eucalipto.
Com o objetivo de satisfazer as necessidades vitais, o imigrante-colono começou a desenvolver atividades através da agricultura e da criação de gado, pois estas lhe forneceram os produtos básicos para sua sobrevivência.
Abrindo as picadas e derrubando a mata, iniciou suas atividades plantando produtos de subsistência. E até hoje, a agricultura e a pecuária praticadas em ivoti são feitas em pequenas propriedades do tipo familiar, onde se cultiva aipim, milho, cana-de-açúcar, batata-doce, frutas e verduras. Alguns produtos são cultivados com fins comerciais, como os hortifrutigrangeiros produzidos na Colônia Ivoti.
O cultivo de flores, favorecido pelo tipo de solo no Município, embeleza os jardins e concorre para que Ivoti seja, de fato, a "Cidade das Flores".
A Colônia Ivoti, localizada no Vale das Palmeiras, foi criada em 1966 com a vinda de duas famílias de imigrantes japoneses, Sasada e Tanisaki. Possui uma área de cerca de 200 habitantes, dividida em 37 lotes, dos quais 7 ficam em Dois Irmãos e 30 em Ivoti.
Atualmente, os principais produtos cultivados na Colônia Ivoti são as uvas de mesa, o kiwi, a bergamota, o caqui, as flores naturais (tanto para produção de mudas como para ornamentação) e as hortaliças (para consumo e produção de mudas). A agricultura desenvolvida é intensiva, com tecnologia importada e adaptada aos solos e clima da região.
O desenvolvimento da pecuária no município tem por objetivo, principalmente, a produção de leite. Entretanto, além da bovinocultura, destacam-se também a avicultura e a suinocultura.
Dentre as atividades industriais, destacam-se as do ramo coureiro-calçadista, de alimentação (incluindo laticínios) e de confecções (malharias).
Dos imigrantes que vieram para esta região, cerca de 68% eram protestantes e 32% eram católicos. Para eles, a religião teve grande importância, pois somente através de sua organização em comunidades religiosas é que conseguiram preservar a sua língua e a sua cultura, e dar aos seus descendentes mediante a criação de escolas, a educação básica, já que o governo brasileiro não ofereceu apoio e as condições necessárias para o seu desenvolvimento.
Em 1834, um grupo de imigrantes católicos começou a se reunir, e em 1857 foi feito o lançamento da pedra fundamental da primeira Igreja Católica de Bom Jardim. Nesta época, já dispertava como líder da comunidade o professor Mathias Schütz (1821-1896), nascido na Alemanha que trabalhou em Ivoti por longos 50 anos.
A origem da Igreja Evangélica de Ivoti data de 1846, e Picada 48 Baixa, passando a atender também Bom Jardim, por volta de 1874. A pedra fundamental da Igreja Evangélica foi lançada em 1868. É importante destacar que a comunidade evangélica de Picada 48 Baixa é uma das mais antigas do Rio Grande do Sul.
Passaporte BrasileiroApresentar todos os documentos originais em um dos postos da Polícia Federal - www.dpf.gov.br (informações).
- RG
- CPF/CIC
- 02 Fotos 5x7 fundo branco datadas
- Certidão de nascimento ou casamento se for o caso
- Título de eleitor com os dois últimos comprovantes de votação
- Certificado de reservista
- Formulário preenchido - Clique aqui para obter o formulário
- Guia GRU-FUNAPOL pago - Clique aqui para preencher o formulário
- Passaportes anteriores (se houver)
Passaporte Japonês
- Koseki Tohon (original atual até 6 meses)
- 2 FOTOS 3,5 x 4,5 - Foto sem borda e que preencha as medidas constantes no desenho, a medida do rosto deverá ser do alto da cabeça (inclui o cabelo) até o queixo
- Cópia autenticada do RG - autenticação recente- Comprovante de Residência (Nome e endereço) - original
- Endereço do Japão (como referência) - nome e grau de parentesco
- Passaportes anteriores (se houver)
Observação: O passaporte anterior, não estando vencido o koseki tohon, poderá ser vencido ou cópia simples.
Passaporte ORIGINAL no mínimo de 06 MESES de validade
Certificado de Elegibilidade ORIGINAL
Formulário preenchido e assinado (assinatura igual a do passaporte). Se
for criança e no passaporte colocou a digital, o pai ou mãe deverá
assinar o formulário ou se a criança assinou no passaporte esta deverá
assinar igual
Uma foto 4,5 x 4,5 cm ou 3 x 4 cm recente sem data
Comprovante de residência (conta de luz + telefone de contato)
Informar o nome, endereço e telefone do parente no Japão que solicitou o certificado e grau de parentesco
Informar a ocupação, com endereço e telefone comercial. (IMPORTANTE,
porque o consulado pode ligar para confirmar)
Informar se o solicitante é casado ou solteiro
Cópia autenticada da certidão de nascimento do requerente
Se casado(a) mandar cópia autenticada do casamento
Cópia autenticada do RG do requerente
Cópia autenticada do RG do pai e RG da mãe (parte descendente, se
estiver no Japão, cópias do passaporte, páginas 1, 2, 3 + vistos e
carimbos)
Cópia autenticada do casamento dos pais da parte descendente
Mandar cópias do passaporte do fiador páginas 1, 2, 3 + vistos, reentry e carimbos
Mandar passaporte antigo do solicitante
Se for yonsei, deverá escrever uma declaração de próprio punho, explicando o que vai fazer no Japão.
Nota: Se for encaminhado processo com família, além dos documentos dos
pais no processo deles, deverá constar nos processos dos filhos + 01
cópia autenticada do RG dos pais e 01 cópia autenticada da certidão de
casamento dos pais
Quando o cônjuge for brasileiro só RG, nascimento e casamento próprio autenticados
DOCUMENTOS DO REQUERENTE- Passaporte atual validade no mínimo de 06 MESES + antigo ORIGINAIS Obs.: O Koseki deverá estar regularizado, isto é, o registro de casamento, naturalização, divórcio. Caso não conste os registros, poderá ser atualizado juntamente com o pedido de visto, desde que o kosseki seja original e dentro da validade de 06 meses |
DOCUMENTOS DO FIADOR- PARENTE OU AMIGO (Residentes no Japão) |
EMPRESA |
Visto específico para yonsei
- Passaporte original (mínimo com 06 meses de validade), mais os passaportes
anteriores se houver.
- 01 foto 3x4 com fundo branco e recente (último seis meses)
- Identidade do requerente (xerox autenticada)
- Certidão de nascimento do requerente (xerox autenticada) - caso o declarante
não seja o pai, precisa de inteiro teor
- Certidão de nascimento do pai ou da mãe da família do Kosseki (xerox
autenticada) - caso o declarante não seja o pai, precisa de inteiro teor
- Certidão de casamento dos pais (xerox autenticada)
- Certidão de nascimento do avô ou avô da família do koseki-tohon
- Certidão de casamento dos avós (xerox autenticada)
- Certidão de casamento dos bisavós (xerox autenticada) - Caso conste no
Kosseki-Tohon, não há necessidade
- Identidade ou certidão de óbito dos bisavós (xerox autenticada) - caso o óbito
conste no Kosseki-Tohon não há necessidade
- Kosseki-Tohon da família atual, com validade de 01 ano (original)
- Sendo mestiço, fotos da infância até hoje com a família, todas identificadas
- Carta de garantia - modelo padronizado pelo Consulado (original)
(Mimoto Hosho-sho - em japonês, caso o responsável seja japonês)
(em português, caso o responsável seja brasileiro)
- Cópia completa de todos os passaportes
- Atestado de trabalho (original)
(Zaishoku shomei-sho - pede-se na firma onde trabalha)
- Guensentyoshuhyo - os últimos holerites (original)
(imposto de renda do ano anterior)
- Comprovante de endereço (original)
(Juminhyo - se o responsável for japonê)
- Gaikokuji Tourokuzuminshomeisho (se o responsável for brasileiro)
- Pré-contrato de trabalho-original
(koyonaiteisho - pede-se na firma onde vai trabalhar)
(no caso do responsável ser parente de primeiro grau não há necessidade,
ou seja, pais cônjuges, irmão ou filhos)
OBS: FICA A CRITÉRIO DO CONSULADO SOLICITAR MAIS DOCUMENTOS
- RG do requerente (xerox autenticada)
- Certidão de nascimento do requerente (xerox autenticada)
- Certidão de nascimento da mãe ou pai da parte da descendência (xerox
autenticada)
- Certidão de casamento dos pais (xerox autenticada)
- RG ou óbito dos avós (xerox autenticada)
- Certidão de casamento dos avós se não constar no kosseki-tohon
- RG dos pais
- Antecedentes criminal federal e atestado de antecedentes criminal civil
- 2 fotos ¾ fundo branco sem data
- Papel de visto
- Passaporte
- Certidão de nascimento dos irmãos
- Inteiro teor do requerente se caso os pais não casaram e o declarante for
outra pessoa e não o pai
- Kosseki-tohon original
- E se for mestiço, necessário fotos da infância até hoje
- RG do requerente (xerox autenticada)
- Certidão de nascimento do requerente se tiver (xerox autenticada)
- Certidão de casamento (xerox autenticada) 2º via atual com dois meses de
validade para o dia da entrada do visto
- 2 fotos ¾ fundo branco sem data
- Papel de visto
- Carta de garantia
- Passaporte
- Comprovante de residência, o máximo que tiver desde que vivem juntos e até
hoje
- Fotos de convivência, namoro, casamento e atual
Obs: kosseki-tohon original todas as vias, uma cópia de cada
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