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Metade das dez primeiras colocadas incluiu em sua formação moradores da cidade. O primeiro lugar vem de uma família que mantém tradição de vencedores de competições de pesca. “A Grande Família”, formada por marido, esposa e um tio, pescou um único exemplar, mas que valeu 21 mil pontos. E o peixe fisgado das águas do Rio Arinos, por volta das 10h30, foi justamente aquele que empresta o nome ao festival: um matrinxã, com 60 centímetros. Organizado pelo governo do Estado, por meio da Secretaria de Desenvolvimento do Turismo, o campeonato estadual, em parceria com os campeonatos locais programados pelas Prefeituras, vem fomentando o turismo interno, movimentando a economia em todas as regiões de Mato Grosso. São amantes da pesca esportiva – na qual o peixe fisgado é devolvido ao rio – que se deslocam todo fim de semana para uma das etapas do campeonato. Eles levam, ou atraem, uma multidão de pessoas. São familiares, amigos, jovens ou adultos que simplesmente querem se divertir ou passar momentos descontraídos. Foi o que se viu em São José do Rio Claro, na etapa que reuniu cerca de 10 mil pessoas, durante os quatro dias que durou o VIII Festival de Pesca “O Matrinxã do Brasil”. Reunidos numa área de 25 hectares localizada a 16 quilômetros do centro da cidade, centenas de pessoas assistiram a largada às margens do rio Arinos das 47 embarcações que disputaram a etapa. Pela primeira vez, sinal de que o campeonato está se acirrando, as três equipes que ocupam as primeiras posições estavam entre os competidores que pontualmente, às 8h45 saíram em busca dos seus troféus. Durante a competição que terminou às 16h, de barco a barco, pelas águas do Arinos, correu logo a notícia de que uma equipe havia fisgado um matrinxã de 60 centímetros. Como cada centímetro valia 350 pontos (espécie com maior pontuação) segundo o regulamento local, a equipe a “Grande Família” já largava com 21 mil pontos. E a brincadeira entre os competidores era a seguinte: não tem problema, é só pegar um matrinxã de 61 centímetros. Ao final da competição, o casal Marcelo Martinez, a esposa Ângela (foi ela quem fisgou o matrinxã) e o tio Valter (já ganhou até carro em campeonato) ficaram aliviados. Ninguém conseguiu superar a marca. Quem ficou mais perto foi a equipe Surubi, de Diamantino, que tirou – e devolveu – às águas do Arinos um matrinxã de 56 centímetros. Com a presença do prefeito Massao Paulo Watanabe, do coordenador de Desenvolvimento do Turismo José Humberto Falcão (representante do secretário de Desenvolvimento do Turismo Pedro Nadaf), secretários municipais, no final da tarde foram entregues os prêmios. Para o primeiro colocado, além de um troféu da Sedtur, foram entregues um motor de popa de 15 HP e um barco de 6 metros; 2º colocado, um motor de popa de 15 HP; 3º, um barco de alumínio de 6 metros; 4º, um motor elétrico; 5º, um barraca para cinco pessoas e um kit de pesca; 6º uma barraca para quatro pessoas e um kit de pesca; 7º ao 10º, uma barraca para três pessoas e um kit de pesca. A classificação foi a seguinte: 1º lugar - Equipe “A Grande Família”, de São José do Rio Claro –
maior peixe (e único) um matrinxã com 60 centímetros – 21 mil pontos. No total, as equipes participantes capturaram 39 peixes. O maior foi da espécie 'Cachorra', com 79 centímetros. Para o campeonato estadual o primeiro colocado ganha 100 pontos. As demais colocações, até o décimo lugar, vai diminuindo 10 pontos. Com isso, a equipe Carajás, um dos três primeiros, ao conquistar o 10º lugar na etapa ganhou mais dez pontos no campeonato e continua na liderança, subindo de 590 para 600 pontos (13 etapas disputadas). Como não pontuaram na etapa, permanecem em segundo lugar a equipe Zero 60 (Carlinda), com 390 pontos (12 etapas disputadas) e em terceiro a equipe RR Torno e Solda (Porto Esperidião), também com 390 pontos, mas que tem uma etapa a menos (agora 11 etapas disputadas). August 11 Bati com meu carro em outro e não tinha seguro"Bati com meu carro em outro e não tinha seguro"Leitora pergunta por que a cobrança enviada pela seguradora difere do que foi cobrado inicialmenteipcdigital.com"Bati com meu carro em outro e eu não tinha seguro. O outro motorista também era brasileiro e junto fomos à delegacia. Ele me ligava todos os dias para que eu pagasse o prejuízo. Fui até uma funilaria e o orçamento ficou em ¥ 120 mil. Falei que pagaria com cartão de crédito. Mas, ele me solicitou o pagamento em dinheiro, no valor de ¥ 150 mil. Seis meses depois, me ligaram da seguradora dele pedindo que eu depositasse ¥ 200 mil. Como uma batida pode variar tanto de preço? O que posso fazer? Ele não me entregou nenhuma nota fiscal." (Mayumi, via email) Por Etsuo Ishikawa* Em acidentes de trânsito é necessário formalizar a ocorrência. A polícia, em qualquer circunstância, mesmo quando não vítimas, deve ser acionada. Dentre as atribuições policiais está o levantamento pericial técnico, onde será apurada a responsabilidade civil e penal por omissão, imperícia, imprudência ou negligência. Uma vez sacramentada a responsabilidade das partes e o percentual de culpa na ocorrência, fica esclarecida a responsabilidade de cada um. No tocante à situação da leitora, pelo menos três orçamentos deveriam ter sido realizados por oficinas, que informariam os valores para o conserto. O orçamento menor quase sempre é o escolhido. Cobrar um conserto do carro devido ao acidente é justo, desde que, os valores estejam devidamente justificados. Cabe, nesse caso, a exigência do orçamento, bem como as notas comprovando os gastos do conserto, sem os quais não legitima a cobrança dos valores. *Dr. Etsuo Ishikawa, consultor, advogado licenciado para atuar no Japão, faz parte do Conselho de Cidadãos e da Ordem dos Advogados do Japão, e preside a Associação Brasileira de Hamamatsu (ABRAH) Visto para pessoas que cometeram delitos no Japãodo IPC Digital, publicado em 03/08/2007Visto para pessoas que cometeram delitos no JapãoColunista do International Press responde dúvida de leitores sobre os procedimentos necessáriosTokyo - ipcdigital.com
"Tenho 23 anos, sou sansei e estou há 10 anos no Japão. Entre 2003 e 2005 acabei me envolvendo com pequenos furtos, e atualmente estou cumprindo pena em um presídio de Hiroshima. Meu visto vence este ano. Gostaria de saber se poderei renová-lo mesmo estando preso e, se uma vez detido, ainda terei chances de permanecer no Japão. Meus pais, minha esposa e meu filho (nascido no Japão), estão aqui no Japão e possuem visto permanente. Sei que na minha situação vai ser difícil passar pela avaliação da Imigração, mas me comportando bem e mostrando que estou realmente arrependido, não terei chances?" (CKFS, por carta) Por Takefumi Miyoshi No seu caso, posso afirmar que praticamente o leitor será deportado. Desde março do ano passado a Imigração requisita a condição de "boa conduta" para a avaliação da concessão do visto de longa permanência. Por trás dos motivos está o fato de que o governo queria acabar com o crescente número de crimes cometidos por parte de portadores de visto de longa permanência naturais do Brasil e outros países da América Latina. Por isso, para renovar o período de permanência agora é necessário apresentar o atestado de antecedentes criminais emitido pelo país de origem. No caso do leitor o crime foi cometido no Japão por isso não será necessário apresentar o atestado antecedentes criminais, mas realmente esta situação é infeliz. Como foi perguntado, é possível fazer a solicitação da renovação da elegibilidade mesmo estando preso, mas como disse antes, na atual situação, certamente o pedido não será aprovado. O leitor afirma que os pais, a esposa e o filho moram no Japão e todos possuem a elegibilidade de residente de caráter permanente, mas este fato infelizmente não será motivo para impedir a deportação. Compreendo que o leitor tenha refletido muito. Contudo a Imigração tem sido rigorosa, com exceção de casos especiais e acredito que não há possibilidade do leitor permanecer aqui. A minha afirmação pode ter ser rigorosa, mas esta é a realidade. É muito difícil obter visto antes do casamento?Esta é uma pergunta frequentemente feita aos atendentes no 0800 e no msn de nossa empresa. Achei uma resposta no IPC Digital, publicada em 03/08/2007
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